Mato Grosso tem Chapada dos Parecis das águas do cerrado

No coração do Brasil o Cerrado cobre uma área de aproximadamente (2,000,000 km2  ) quase o tamanho da Europa ocidental e devido a grande biodiversidade de plantas e endemismo  é considerada a Savana mais rica do mundo. Muitos dos maiores rios brasileiros nascem nesta região de grande importância ecológica e de rara beleza como o Parque Nacional de Chapada dos Guimarães apenas 55 km do aeroporto de Cuiabá, e ainda as cristalinas águas e grutas de Nobres e a distinta Chapada dos Parecis.

Mato Grosso é um dos lugares com maior volume de água doce no mundo. Considerado a caixa-d’água do Brasil por conta dos seus inúmeros rios, aquíferos e nascentes. O planalto dos Parecis, que ocupa toda porção centro-norte do território, é o principal divisor de águas do estado. Ele reparte as águas das três bacias hidrográficas mais importantes do Brasil: Bacia Amazônica, Bacia Platina e Bacia do Tocantins.

Os rios de Mato Grosso estão divididos nessas três grandes bacias hidrográficas que integram o sistema nacional, no entanto, devido à enorme riqueza hídrica do estado, muito rios possuem características específicas e ligações tão estreitas com os locais que atravessam que representam, por si só, uma unidade geográfica, recebendo o nome de sub-bacias.

As principais sub-bacias do estado são: Sub-bacia do Guaporé, Sub-bacia do Aripuanã, Sub-bacia do Juruena-Arinos, Sub-bacia do Teles Pires e Sub-Bacia do Xingu.

Os rios pertencentes a Bacia Amazônica drenam 2/3 do território mato-grossense.

rio Guaporé

Por do Sol do Rio Guaporé ( Itenez para a Bolivia)

Biomas:

Mato Grosso é um estado privilegiado em termos de biodiversidade. É o único do Brasil a ter, sozinho, três dos principais biomas do país: Amazônia, Cerrado e Pantanal.

Cerrado

Uma vegetação riquíssima com uma biodiversidade gigante, o Cerrado é o principal bioma do Centro-Oeste brasileiro.

A riqueza florística do cerrado só é menor do que a das florestas tropicais úmidas. A vegetação é composta por gramíneas, arbustos e árvores esparsas. As árvores têm caules retorcidos e raízes longas, que permitem a absorção da água mesmo durante a estação seca do inverno.

A Chapada dos Parecis é uma formação do relevo presente nos territórios de Rondônia e Mato Grosso (região noroeste do estado). É uma área de grande importância ecológica em função da grande biodiversidade e presença de belezas naturais. É também uma região de grande importância no cenário do turismo ecológico brasileiro.

Principais características:

– Presença de grandes extensões de terrenos planos e elevados, assim como de montanhas, cachoeiras, rios e vales.

– Clima: tropical e equatorial úmido.

– Elevação: média de 800 metros de altitude.

– Vegetação: Floresta Amazônica (em Rondônia) e Cerrado (em Mato Grosso). Há também áreas de floresta tropical, principalmente no Mato Grosso.

– Hidrografia: a região da Chapada dos Parecis está localizada na Bacia Amazônica. Os principais rios são: rio Ji-Paraná, Juruena, Papagaio, do Sangue e Guaporé.

– Principais atividades econômicas: turismo ecológico e de aventura e extrativismo vegetal. Há também, principalmente em Rondônia, pecuária semiextensiva e agricultura de subsistência.

– Ponto mais elevado: Pico do Tracuá com 1.126 metros.

– Principais serras: Serras de São Francisco, Serras Novas, Serra dos Pacaás Novos, Serra da Vitória, Serra das Queimadas e Serra da Pedra Branca.

– População: cerca de 25 mil habitantes (estimativa 2016).

– Cachoeiras: Dois de Novembro, Quatro de Março, São Francisco e São Vicente.

O rio Paraguai nasce na Chapada dos Parecis, no Mato Grosso. Ao longo do seu percurso rumo ao sul, recebe vários afluentes importantes como o Cuiabá, o São Lourenço, o Taquari, o Miranda e o Negro. Sua bacia hidrográfica abrange uma área de 1.095.000 km², sendo 33% no Brasil – Mato Grosso e Mato Grosso do Sul – e o restante na Argentina, Bolívia e Paraguai.
A região se divide em duas áreas principais hidrográficas: Planalto (215.963 km²), com terras acima de 200 metros de altitude, e Pantanal (147.629 km²), que são terras abaixo de 200 metros de altitude, com baixa capacidade de drenagem e sujeitas a grandes inundações.

Considerado uma das maiores extensões úmidas contínuas do planeta, o Pantanal funciona como um grande reservatório que retém a maior parte da água oriunda do Planalto e regulariza a vazão do rio Paraguai.

A baixa capacidade de drenagem dos rios e lagoas que se formam no Pantanal, juntamente com a influência do clima da região, faz com que cerca de 60% da água proveniente do Planalto seja perdida por evaporação.

Nasce na Chapada dos Parecis, no estado de Mato Grosso e banha também o estado de Mato Grosso do Sul. Suas duas margens são brasileiras. Faz fronteira do Brasil com a Bolívia só num trecho ao sul da Bolívia.

Em seu percurso inicial (cerca de 50 km) tem o nome de rio Paraguaisinho, mas logo passa a ser conhecido como rio Paraguai, percorrendo um trajeto de cerca de 2.621 Km até sua foz, no rio Paraná. Seus principais afluentes são os rios: Sepotuba, Cabaçal, Jaurú, São Lourenço, Paraguai Mirim, Pacú, Velho, Negrinho, Taquari, Abobral, Miranda, Novo, Nabileque, Negro (Bolívia e Paraguai), Branco, Tereré, Aquidaban e Apa, no território brasileiro. Os afluentes Ypané, Monte Lindo, Jejuí, Manduvirá, Piribebuy, Pilcomayo, Tebicuari e Bermejo são afluentes fora do território do Brasil.

O Rio Guaporé nasce na Chapada dos Parecis (MT), a 630 m de altitude e desemboca no rio Mamoré perto de Surpresa (RO). Na sua extensão de aproximadamente 1.400 km, 1.150 km são navegáveis a partir de Vila Bela da Santíssima Trindade. Em todo seu percurso no estado de Rondônia, forma a fronteira do Brasil com a Bolívia. Corre inicialmente em direção sul, faz uma grande curva para o oeste, passando por Pontes e Lacerda e seguindo até Vila Bela da Santíssima Trindade, onde sobe novamente rumo ao norte e finalmente se inclina ao noroeste até sua foz no Mamoré. Atravessa uma região rica em biodiversidade e belezas naturais, constituindo uma zona de transição entre o Pantanal mato-grossense e a Amazônia.

O rio Guaporé é um curso de água no Brasil e na Bolívia. Banha os estados de Mato Grosso e de Rondônia e os departamentos bolivianos de Santa Cruz e Beni, servindo de divisa entre os dois países.

Vem ai: A Expedição Cerradania

 

 

Flores do Ipê roxo em Brasília

Primeiro a florir todos os anos, o ipê roxo já enfeita a capital federal e chama a atenção tanto de moradores quanto de visitantes. A árvore floresce no período de seca porque o vento mais forte e a ausência de chuvas ajudam na dispersão das sementes, explica a engenheira agrônoma Carmem Regina Correia, professora da Universidade de Brasília (UnB). Na sequência do ipê roxo está prevista a floração dos tipos amarelo, rosa e, por último o branco, na altura de setembro.

ipe roxo florindo em Brasilia

O ipê-roxo é uma árvore de 20 a 35 metros de altura, de copa arredondada e flores rosadas, que se destacam pela inexistência de folhagem nos meses de junho e agosto.

A madeira do ipê-roxo é dura, pesada e difícil de serrar.

É usada par fazer postes, pontes, tacos e tábuas para assoalho, tacos de bilhar, bengalas, etc.

A árvore em florescimento é um belo espetáculo da Natureza.

É ótima para plantio junto a outras espécies, em áreas degradadas, de preservação permanente.

O chá da casca do ipê-roxo é um dos medicamentos usados na medicina popular brasileira por sua capacidade de extinguir tumores sólidos. Pensa-se que sua ação tenha a ver com a alteração da capacidade de reparação do DNA das células cancerígenas, levando-as à apoptose (morte programada).

Outros usos medicinais empíricos da casca do ipê-roxo são derivados de ação antifúngica, antiinflamatória, antibacteriana, analgésica e relaxante. Por esses conhecimentos, o chá da casca do ipê-roxo é usado também no alívio das dores musculares, nos problemas menstruais e ginecológicos, no mal de Parkinson, no controle da diabetes e no combate à anemia.

A casca desta árvore, para uso medicinal, deve ser retirada do tronco de árvores saudáveis e bem desenvolvidas, cuidando de manter a condição da planta (isso quer dizer, retirando-se somente o que se vai usar, em porções descontínuas, para permitir o restabelecimento da planta) ou dos galhos próximos ao tronco (retire as folhas e raspe o galho, com uma faca, até atingir a parte verde). A casca recolhida assim deverá ser cortada em pequenos pedaços, seca e moída.

Mas, você também poderá comprar a casca do ipê-roxo, em pacotes ou cápsulas, nas farmácias fitoterápicas.

O chá deve ser preparado assim:

Duas colheres de sopa de casca moída, ferver em 1 litro de água por dez minutos, abafar, coar e tomar 1 xícara até 3 vezes ao dia.

Para a depressão, a indicação é de se usar 1 colher de chá da tintura de ipê-roxo dissolvida em um copo de água. A tintura da casca de ipê-roxo deve ser preparada em álcool de cereais (200 gr de casca de ipê, 1 litro de álcool de cereais, deixar macerando no escuro, por 2 dias).

Outras indicações são para tratamentos de varizes, sífilis, reumatismo e feridas.

 

Dados do https://www.greenme.com.br/usos-beneficios/4523-ipe-roxo-cura-cancer-beneficios

 

 

Sucupira do cerrado: bela, boa e amarga

A Sucupira é uma árvore que produz uma semente, muito conhecida para aliviar as dores, pelos seus efeitos anti-inflamatórios. Os antigos já faziam os chás com essas sementes para tratar o reumatismo, a artrite e as dores crônicas.

Poucas pessoas conhecem essa planta, e vamos apresentar um pouco de sua característica e de sua importância.

sucupira-arvore

Sucupira florando

Sucupira (Pterodon emarginatus) é uma planta brasileira que se origina nos cerrados; há alguns anos, houve um migração para a floresta semidecídua, aparecendo nos Estados de Mato Grosso, Minas Gerais, Tocantins, São Paulo, Goiás, Piauí e Mato Grosso do Sul. A Sucupira está na lista de plantas ameaçadas e há uma ação por conta de estudiosos, biólogos e botânicos de todo o Brasil para a conservação da espécie.
A árvore tem em média de 8 a 16 metros de altura. O tronco é branco-amarelado e tem a casca lisa; suas raízes, geralmente, transformam-se em bulbos, e expandem-se em batatas-de-Sucupira. As folhas são compostas e bipinadas; flores rosadas meio brilhantes e terminais no estilo panículo. Além dessas características a planta produz frutos que se assemelham a legumes indeiscentes, alados.

A Sucupira é usada, geralmente, na construção civil. A espécie fornece madeira maciça e de alta durabilidade, própria para construções e confecção de móveis, estruturas, assoalhos, etc. Esse foi um dos motivos que levou a espécie para a lista de plantas ameaçadas, devido à exploração descontrolada e sem nenhuma fiscalização ou projeto de plantio e manejo.

A medicina popular usa sua casca e sementes, também o óleo, para o tratamento de reumatismo. Outras observações foram feitas a patir de estudos farmacológicos que apontaram, em uma pesquisa, que o óleo da Sucupira também inibe a penetração da cercária da esquistossomose (doença parasitária crônica que mata milhares de pessoas todos os anos pelo mundo), através da pele. Ou seja, o óleo da planta pode ser usado na profilaxia tópica dessa endemia.

Atualmente existem mais estudos que apontam a Sucupira como uma planta de amplo espectro, no tratamento de diversas enfermidades corriqueiras, como infecção de garganta, rouquidão, amigdalites, aftas, gripes e resfriados. Ela deixou de ser a semente preferida da terceira idade, já que era indicada somente para doenças degenerativas e dores!

sucupira-sementes

sementes de sucupira

Muitos ainda reclamam do seu gosto amargo, mas garanto que vale a pena! E quem disse que remédio tem que ser gostoso? Bom mesmo é ter saúde!

Então, da próxima vez que você for usar essa planta, não faça cara feia para ela. Lembre-se que é de sua natureza ser bela, boa e amarga!

 

 

transcrito do http://www.oficinadeervas.com.br/informativo

Resgate cultural no Parque Nacional da Serra da Capivara

O evento será realizado entre os dias 27 e 29 de julho no anfiteatro Pedra Furada.

Música, dança, teatro e cinema reunidos em um dos mais belos cenários naturais do Piauí: anfiteatro Pedra Furada, no Parque Nacional da Serra da Capivara, em São Raimundo Nonato. De 27 a 29 de julho, a cidade recebe a primeira edição da Ópera da Serra da Capivara.

serra da capivara

O anfiteatro da Pedra Furada, atração do Parque Nacional da Serra da Capivara (PI)

“A cidade já sediou grandes eventos internacionais e merecia esse presente. A Ópera é um grande encontro de diversas manifestações culturais e deve se consolidar no calendário de eventos do Piauí”, diz o secretário de Estado da Cultura, Fábio Novo.

O evento é uma realização do Governo do Estado do Piaui, por meio das secretarias de Estado da Cultura (Secult) e do Turismo (Setur), com apoio da Prefeitura de São Raimundo Nonato. A ópera é direcionada a todos os públicos e tem entrada gratuita até o limite da capacidade do local, de mil pessoas por noite.

O objetivo é levar uma programação cultural de boa qualidade para outros lugares longe dos grandes centros produtores de cultura e, ainda, impulsionar e fortalecer o turismo no entorno do Parque Nacional da Serra da Capivara e incrementar o potencial econômico da região. A programação começa às 19h e se estende até meia-noite.

No anfiteatro, o palco tem como fundo a paisagem da Pedra Furada. Na frente, serão instaladas arquibancadas para o público que vai assistir aos espetáculos. Também serão montados camarins e uma sala de imprensa.

“Cada noite será batizada com um nome característico do lugar que servirá de inspiração para a iluminação da Pedra Furada, por meio do recurso gráfico do vídeo mapping, o que se constituirá como mais uma das atrações do evento, ou melhor, um espetáculo à parte. A ópera terá uma grande estrutura e muitas emoções”, afirmou Sádia Castro.

Mais informações no site do evento: www.operadaserradacapivara.com.

Programação:

As noites da Ópera da Serra da Capivara serão temáticas. Os espetáculos terão denominações de importantes circuitos turísticos e arqueológicos do lugar.

27 de julho – Noite do Baixão das Andorinhas

19h – Ato ancestral, O espetáculo

19h50 – A Opereta da Pedra do Reino do Futuro – crianças das escolas municipais de São Raimundo Nonato

20h50 – Trio que Chora – São Paulo

22h10 – Lenine – Rio de Janeiro

28 julho – Noite da Trilha Hombu

19h – Ato ancestral, O espetáculo

19h50 – Bossa na Pedra: uma homenagem a João Gilberto – Veikko von Furstenrencht – Suécia/Teresina

20h50 – Quartchêto – Rio Grande do Sul

22h10 – Casuarina – Rio de Janeiro

29 de julho – Noite do Desfiladeiro da Capivara

19h – Ato Ancestral – O espetáculo

19h50 – Atração local

21h – Chico Terto – Ópera primitiva – Paris/Teresina

22h – Nikolas Krassik – França/Rio de Janeiro

Encerramento: Orquestra sinfônica de Teresina – Cantata Gonzaguiana

Vem ai: A Expedição Cerradania

Cuiabá, no cerrado de Mato Grosso

Mato Grosso abriga três biomas do Brasil (Pantanal, Floretas Amazônica e Cerrado). mas, é no cerrado que está assentada a capital do Estado.

Cultura

Boa parte das tradições cuiabanas se deveu, em parte, ao isolamento sofrido pelo município com a decadência econômica.  Outro fator que explica parte das características das manifestações culturais é o convívio de várias culturas desde a fundação de Cuiabá, como os índios que ali viviam, os bandeirantes paulistas e os negros levados para lá como escravos. Todos esses fatores se refletem na gastronomia, nas danças, no modo de falar e nos artesanatos.

A base da culinária local são os peixes, pescados nos rios da região (pacupintadocaxaradourado e outros) e consumidos de várias maneiras, acompanhados de farinha de mandiocaabóbora e banana, em pratos como a maria isabel, a farofa de banana e o pirão. Um dos principais pratos típicos é a mujica, prato à base de peixe. A culinária cuiabana assim como a brasileira, tem suas raízes nas cozinhas indígenas, portuguesa, espanhola e africana.

Frutos, como o pequi, são adicionados a pratos a base de arroz e frango, a mandioca, a manga e o caju, o charque, peixes frescos ou secos. Pacu assado, piraputanga na brasa, mojica de pintado, arroz com pacu seco, moqueca cuiabana, caldo de piranha, ventrecha de pacu frita, dourado ou piraputanga na folha de bananeira e caldeirada de bagre, são pratos nascidos nas barrancas do rio Cuiabá e nas baias do Pantanal.[carece de fontes]

A “maria isabel” é o combinado de arroz e charque, popularmente conhecido também como arroz carreteiro, prato exclusivo da culinária local, a paçoca de pilão feita com carne de charque e farinha de mandioca temperada, o furrundum, doce preparado com mamão verde, rapadura e canela, o pixé elaborado com milho torrado e socado com canela e açúcar, o bolo de arroz cuiabano, o francisquito, os doces de caju e manga, o licor de pequi e o guaraná de ralar.

igreja de são benedito em Cuiabá

Vista de Cuiabá a partir do edifício da prefeitura.

À frente, a igreja de Nosso Senhor dos Passos.

Atrás, a Igreja de Nossa Senhora do Rosário e Capela de São Benedito,

Cuiabá, Mato Grosso, Brasil.

 

 

 

 

O artesanato mato-grossense reflete o modo de vida do artesão. Em cada obra, vemos representado o dia-a-dia e os costumes da sociedade. Verdadeiras obras de arte enriquecem a cultura mato-grossense e transformam o cotidiano num encanto de belezas. São objetos de barro, madeira, fibra vegetal, linhas de algodão e sementes.

Dentro do artesanato mato-grossense a cerâmica é a que mais se destaca pelas suas formas e perfeições. Feita de barro cozido em forno próprio, ela é muito utilizada para a fabricação de utensílios domésticos e objetos de ornamentação. Na divulgação da arte, cultura e tradição mato-grossense, a tecelagem também detém grande representatividade, principalmente pela beleza das cores refletidas nas redes tingidas e bordadas, uma a uma, pelas mãos das redeiras. A mistura de cores forma lindas imagens, que vão desde araras e onças até belas flores nativas.

Indígena

A cultura mato-grossense sofre forte influência dos indígenas, através de seus costumes e tradições. O artesanato é forte e expressivo, representando o modo de vida de cada tribo. Eles preservam a arte de confeccionar cocar, colares, brincos e pulseiras, utilizando-se das matérias-primas oriundas da natureza, como sementes, penas e pigmentos.

Mato Grosso preserva manifestações culturais com influências variadas, que ganham expressão em danças, cantos e festivais folclóricos em diferentes localidades e regiões do estado.
As mais conhecidas são o Siriri – dança acompanhada por cantoria, com influências indígena e africanas – e o Cururu – espécie de desafio de rimas, com origem em manifestações religiosas populares. Ambas têm como principal instrumento a viola de cocho. O Cururu é tocado apenas por homens, que fazem versos e toadas para as mulheres. Os maiores festivais de Siriri e Cururu ocorrem em Cuiabá e região.

Duas das mais importantes manifestações culturais da Baixada Cuiabana, o Cururu e o Siriri.
O Siriri é uma dança folclórica mato-grossense em que dançarinos, usando vestimentas coloridas, fazem evoluções ao som de cantos e instrumentos como ganzá, mocho e viola-de-cocho. Hoje amplamente difundida pelo Grupo Flor Ribeirinha.

O Cururu, raiz da cultura popular regional, reúne apenas homens que cantam a vida dos santos em versos e toadas. Numa linguagem bem peculiar e de baixa compreensão para os povos de fora da região.

 

Vem ai: A Expedição Cerradania

Plantas medicinais do cerrado 

       O cerrado é uma farmácia tão rica que quase não acreditamos no seu potencial, a diversidade de plantas com propriedades terapêuticas está longe de ser conhecida pelo homem, a cada dia aparecem novas plantas ou melhor  plantas antiqüíssimas que estão abundando nesta natureza exuberante e frágil.

         É urgente a criação de políticas e práticas que visem a  preservação dos campos do cerrado, medidas simples, que só precisa não interferir, não mexer, deixar como está. Nada de pastagens, gado, lavouras, reflorestamentos, permitir que os campos, os jardins do cerrado permaneçam  intactos, pois nestes campos encontram-se riquezas naturais, que podem salvar vidas.

          A lista das plantas medicinais do cerrado é imensa, escolhi algumas que são características da serra dos Pirineusem Goiás, várias já se encontram ameaçadas e difíceis de encontrar. São plantas delicadas, que precisam de condições de solo e clima específicos. O cerrado é assim, quanto menos interferir melhor, pois a natureza recupera rápido.

Algumas plantas do cerrado: Indicações e Uso Medicinal:

Carobinha: Chá das folhas é depurativo do sangue e combate diarréia amebiana.

Perobinha: Chá das folhas é diurético.

Perpétua do mato: Infusão da folhas é diurético.

Ponta de lanceta: As folhas fervidas, são depurativas para tratar feridas e úlceras.

Cajuzinho do campo: Chá das folhas é usado no combate a diarréias.

cajuzinho do cerrado

Cajuzinho no cerrado

Angico: A casca da madeira é usada em banhos para curar feridas, é cicatrizante.

Sucupira branca: A casca da madeira é empregada em casos de diabete crônica. As sementes são anti-febrifugas e depurativas.

Mamacadela: As raízes fervidas e espremidas são empregadas no combate ao vitiligo. Passa-se sobre a pele com as manchas e proteja-a da luz solar.

Pequi: O mesocarpo do fruto (a casca) é empregado no combate a gripes e resfriados.

Roxinha: As folhas maceradas são usadas como anti-séptico para feridas.

Copaíba (pau dóleo): Óleo usado em pequenas doses, como antiinflamatório e estimulante. Usar 1 gota para cada 10 quilos de peso.

Pé de perdiz: Chá das folhas e raízes para o tratamento de doenças venéreas, erupções e ulceras.

Cipó caboclo: Infusão das folhas, em forma de banhos, para inchaços e ulceras.

Centáurea do brasil: Chá das raízes amargas é tônico e anti-febrífugo. Também é vermífugo.

Faveira: Os frutos possuem rutina, que favorece a circulação, quando associado a vitamina C.

Baru: Óleo das sementes é empregado como anti-reumático.

Cagaiteira: Infusão das folhas é anti-diarréica. O fruto é laxante.

Jurubeba: O fruto e as raízes são usados para distúrbios hepáticos e digestivos, também combate anemia.

Assa-peixe branco: As folhas e os brotos são usado em casos de bronquites e asma.

Autor: Wellington Lee Schetinger.

 

Vem ai: A Expedição Cerradania

 

Geraiseiros na Bahia obtém decisão judicial contra a Fazenda Estrondo

As comunidades geraiseiras de Cachoeira, Marinheiro, Arroz, Cacimbinha, Gatos, Mutamba e Aldeia, localizadas na zona rural do município de Formosa do Rio Preto, obtiveram decisão liminar favorável em ação de manutenção da posse movida por elas contra as empresas Delfim Crédito Imobiliário S/A, Cia de Melhoramentos do Oeste da Bahia (CMOB) e Colina Paulista, que administram o empreendimento Agronegócio Condomínio do Estrondo.

geraizeiros da bahia

Comunidade Aldeia Geraiseiros da Bahia

A ordem foi proferida pela magistrada Marlise Freire Alvarenga, titular da Vara Regional de Conflito Agrário e Meio Ambiente do Oeste da Bahia, sediada em Barreiras, após constatar a gravidade dos fatos narrados na ação e considerar suficiente a farta documentação que comprova a posse tradicional das comunidades há mais de cem anos.

O conflito fundiário entre os geraiseiros e a “Fazenda Estrondo” iniciou-se ainda no final da década de 70 e perdura até os dias atuais. O agora denominado Agronegócio Condomínio Cachoeira do Estrondo foi apontado pelo INCRA, em 1999, como um dos maiores casos de grilagem de terras do país, com 444 mil hectares apropriados pelas empresas por meio de seus prepostos, além de haver denúncias de uso de trabalho análogo à escravidão e inúmeras autuações por crimes ambientais.

As matrículas dos imóveis que compõe o condomínio chegaram a ser bloqueadas no ano de 2014, após recomendação do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A maior parte desta área corresponde ao chapadão que margeia o Rio Preto na região próxima da sua nascente, na divisa entre Bahia e Tocantins, na região conhecida como MATOPIBA. Para as comunidades, restaram apenas as áreas do vale que, somadas, alcançam aproximadamente 43 mil hectares. Foi sobre essa área remanescente que foi concedida da manutenção da posse comunitária.

Até mesmo a reserva legal da propriedade foi derrubada para abertura de novas fazendas, o que gerou autuação e multa pelo IBAMA. As empresas, para fugir da multa e ainda se apropriar ilegalmente de novas áreas, tem indicado que a reserva legal do empreendimento seria justamente na área de vale ocupada tradicionalmente pelas comunidades, situação que tem agravado o conflito. Neste sentido, as empresas vêm nos últimos anos abrindo ilegalmente novas picadas, erguendo cercas e construindo estradas e guaritas para controle do acesso de pessoas nas áreas publicamente reconhecidas como de ocupação comunitária, incluindo os povoados e também áreas e uso familiar e individual. As denúncias vão desde agressão, ameaças de morte e até sequestro de lideranças comunitárias promovido por pistoleiros e pela empresa de segurança Estrela Guia, contratada pelo condomínio para viabilizar a apropriação ilegal das terras das comunidades.

A partir do ano de 2012, o Ministério Público Estadual, por meio da Promotoria Regional do Meio Ambiente sediada em Barreiras, abriu Inquérito Civil para apurar as violações ambientais cometidas pelas empresas e, desde então, tem buscado formas consensuais para reparação dos inúmeros danos materiais e ambientais causados, assim como uma solução negociada para garantia da posse tradicional e titulação das terras das famílias. Apesar dos reiterados esforços do MPE, novos ataques continuaram acontecendo ao longo de 2016 e denúncias também já foram feitas em razão de fatos ocorridos em fevereiro deste ano.

Com a decisão liminar favorável, as famílias geraiseiras manifestaram expectativa de que novas agressões não aconteçam e que possam continuar exercendo a agricultura familiar, o extrativismo e a pecuária nas áreas coletivas sem serem molestados por seguranças armados ou pistoleiros. As comunidades estão sendo assessoradas judicialmente pela Associação de Advogados de Trabalhadores Rurais do Estado da Bahia (AATR) e têm o apoio de diversas outras entidades e organizações da sociedade civil, a exemplo da 10envolvimento, ISPN, da Comissão Pastoral da Terra e do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Formosa do Rio Preto. Estas organizações apoiaram ainda a realização do filme documentário “Gerações Geraiseiras” (2017), que retrata as comunidades e o contexto do conflito, e será lançado no FICA – Festival Internacional de Cinema e Vídeo Ambiental, a ser realizado na Cidade de Goiás-GO, entre os dias 20 e 25 de junho de 2017.

Texto das organizações que compõem a Campanha: 10senvolvimento e AATR.

http://semcerrado.org.br/campanha/comunidades-geraiseiras-na-bahia-obtem-decisao-judicial-contra-a-fazenda-estrondo/

Confira a decisão judicial aqui

 

Vem ai: A Expedição Cerradania

Ameaça ao cerrado do maranhão

Florestas de eucalipto ameaçam vida do sertanejo no cerrado do MA

Alerta que vem do cerrado maranhense. É que as plantações de eucalipto na região estão ameaçando a sobrevivência dos povos tradicionais, a segurança alimentar no campo e está despertando reações de ativistas que atuam em defesa do meio ambiente e da pobreza ao redor do mundo. Estudos mostram como as florestas de eucalipto estão sufocando a vida do sertanejo, reservas nativas do cerrado e a reação da Justiça no Maranhão.

Também foi assunto do programa a reunião dos secretários de agricultura de 15 municípios da região tocantina que debateram em Imperatriz, a 626 km de São Luís, as ações de integração que serão desenvolvidas durante este ano. O objetivo do encontro também é trocar experiências e promover o potencial de cada região para melhorar a produção agrícola local.

Os  produtores de leite, da cidade de João Lisboa, situada no oeste do estado, recebem apoio técnico para aumentar a produção. É mais uma etapa do projeto balde cheio, realizado pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) na região.

Em Balsas, na região sul do Maranhão, agricultores avaliam a safra 2016/2017 que começou a ser colhida. Até agora os índices de produtividade estão dentro do esperado, mas o cuidado com o controle de pragas e doenças está sendo reforçado para evitar perdas.

devastação cerrado

A valorização da terra em mercados consolidados como São Paulo, Minas Gerais e Paraná transformou os Estados de Mato Grosso do Sul, do Maranhão, do Tocantins e do Pará nas novas fronteiras florestais para o cultivo do eucalipto voltado à indústria.

Durante quatro décadas, o Cerrado, segundo maior bioma da América Latina, perdeu metade de sua vegetação nativa. Envolto pelo discurso neoliberal como sendo o ‘celeiro do mundo’, o Cerrado sofreu um desmatamento invisível para grande parte da sociedade. A devastação foi, inclusive, legitimada por meio de programas governamentais de ocupação e de incentivo à agropecuária, iniciados ainda no período da ditadura militar e cuja proposta foi mantida no atual Plano de Desenvolvimento Agrícola (PDA), mais conhecido como Matopiba.

bioma cerrado

O Cerrado, segundo estudo de Myanna Lahsen, “é classificado como um dos 35 hotspots de biodiversidade existentes no planeta”, o que significa que este bioma apresenta elevada biodiversidade, mas encontra-se ameaçado ou passa por um grave processo de degradação. A organização não-governamental Conservation International classificou as 35 áreas com grande importância biológica no mundo e que atualmente estão ameaçadas.

Vem ai: A Expedição Cerradania

Cerrado de Pé na Chapada dos Veadeiros

A preservação do meio ambiente e a geração de renda para a comunidade local são os principais objetivos da associação de coletores de sementes criada em São Jorge, em Alto Paraíso (GO). A Associação Cerrado de Pé surge  para ensinar a moradores do povoado como funciona o processo de coleta de sementes de plantas nativas. A entidade trabalha em benefício dos coletores e oferecerá capacitação para a coleta, tratamento e armazenamento das sementes.

O presidente da associação, Claudomiro de Almeida, diz que o nome da instituição resume o objetivo principal do projeto. “Elas (sementes) serão comercializadas por meio de outra associação, a Rede de Sementes do Cerrado, para as empresas de recuperação ambiental e outras instituições interessadas. O valor arrecadado com a venda será revertido para os coletores, já que a Cerrado de Pé não tem fins lucrativos”, explica.

chapada dos veadeiros

foto divulgação -ICMBIO

A ideia de reflorestar a região nasceu de um projeto implantado no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Em 2009, pesquisadores do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) que monitoravam a região fizeram experimentos para descobrir quais plantas se desenvolviam melhor no ecossistema. Atualmente, o Cerrado conta com aproximadamente 12 mil espécies nativas. “A partir de 2012, algumas empresas de reflorestamento patrocinaram projetos de recuperação do Cerrado. Em 2016, elas alcançaram a meta de recuperar 94 hectares. Nesse período, os moradores da região receberam treinamento e passaram a reconhecer melhor os diferentes tipos de plantas e sementes. As empresas tiveram de se retirar, mas nós conseguimos apoio para a criação de uma associação que pudesse oferecer treinamento contínuo para os novos interessados”, acrescenta Claudomiro.

Além do ICMBio, a iniciativa teve apoio da Universidade de Brasília (UnB), da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). 

A associação sem fins lucrativos tem, atualmente, mil sacas — quase 4 toneladas — de sementes coletadas e prontas para comercialização. A proposta é que a venda dos produtos gere empregos para os habitantes da região, que vão desde moradores de assentamentos até a comunidade do quilombo Kalunga. As atividades de coleta são realizadas de acordo com a disponibilidade dos associados cadastrados.

Só em 2016, os produtores coletaram 6 toneladas de sementes – Consciência

O presidente da associação explica que as famílias da região tinham o costume de destruir a vegetação gramínea e as árvores por meio de incêndios para plantar produtos como arroz, feijão e soja. A associação foi criada com o objetivo de contribuir com a conscientização dessas pessoas. “Hoje, eles conseguem ver que podem ganhar muito mais dinheiro com a coleta das sementes. Um quilo de feijão vale cerca de R$ 5 ou R$ 7. Já a mesma quantidade de sementes de castanha do baru, por exemplo, pode valer de R$ 40 a R$ 60”, compara Claudomiro, que também é coletor.

Em 2016, durante o período de coleta, que ocorre de março a outubro, 12 toneladas de sementes foram captadas pelos 66 participantes envolvidos com o trabalho. O valor arrecadado — cerca de R$ 70 mil — foi dividido entre as famílias dos coletores. De março deste ano até agora, os participantes do projeto coletaram 6 toneladas de sementes.

Ainda segundo Claudomiro, o projeto vai incentivar a produção artesanal e alimentícia e o turismo. “Os moradores coletam sementes de caju, cagaita, jatobá”, elenca. “Com as polpas dessas frutas, será possível vendê-las para empresas de alimentos. Neste ano, ainda queremos incluir o artesanato. Assim, poderemos ter uma loja para comercializar tudo o que é produzido. Além de coletar sementes para plantar, preservaremos o bioma e movimentaremos a economia local”, finaliza.

Para saber mais

Associação de Coletores de Sementes da Chapada dos Veadeiros Cerrado de Pé – Endereço: Rua 5, Quadra 4, Lote 9, Centro, São Jorge, Alto Paraíso (GO). Ao lado do Centro de Atendimento ao Turista (CAT)

Onde comprar

Rede de Sementes do Cerrado – >>> ( goo.gl/RP2l4b )

Contato: vendas@rsc.org.br – (61) 3256-1938 ou (61) 98103-9038.

Fonte Correio Braziliense – Fotos: Edmar Wellington – Sebrae

Vem ai: A Expedição Cerradania

Espaço pra valorizar o cerrado

Inauguração Museu do Cerrado. Dia 19 de junho – Segunda às 10:00 – 12:00 horas.               Sala dos Papirus no Prédio FE1 na Faculdade de Educação da Universidade de Brasília.

flor do museu do cerrado

foto de Rosangela Correa

Anote o endereço do site:  http://museucerrado.esy.es/

 

Organização da Professora Rosângela Corrêa cerratense de nascimento e alma. Historiadora, PhD em Antropologia Social. Professora Adjunta na Área Educação Ambiental e Ecologia Humana na Faculdade de Educação na Universidade de Brasília.

 

Um espaço de compartilhamento e valorização das essências do bem querer do cerrado.

O Museu do Cerrado tem como missão divulgar os conhecimentos científicos e os saberes populares acerca da sociobiodiversidade do Sistema Biogeográfico do Cerrado.

O Museu será um espaço aberto para divulgação de ações/projetos para a conservação, preservação e recuperação do Cerrado e a valorização do patrimônio ecológico, arqueológico e cultural das tradições culturais dos Povos do Cerrado através de conteúdos audiovisuais, artigos, teses, livros, manifestações artísticas, materiais pedagógicos, etc produzidos sobre o Cerrado até o momento.

Sistema Biogeográfico do Cerrado
O Cerrado, diferente dos outros matizes ambientais brasileiros, tem que ser entendido como um sistema biogeográfico.

Eco-História do Cerrado
Os primeiros ancestrais das populações indígenas que hoje ainda habitam as áreas do Cerrado chegaram por volta de 13.000 anos A.P.

Arqueologia no Planalto Central
“O Brasil é um grande sítio arqueológico de diferentes períodos e com uma enorme variedade de vestígios materiais.” Eurico Miller.

EcoMuseu do Cerrado Laís Aderne

Queremos divulgar cada projeto/ação individual, coletivo ou institucional para valorizar, preservar e conservar o Cerrado.

vao-buraco

Foto da cerradania- Vão dos Buracos- Sertão de Minas Gerais- Cerrado- Brasil

Povos e Comunidades Tradicionais

A diversidade sócio-cultural existente no Brasil reflete a biodiversidade local. O Brasil não é só megadiverso pela sua grande diversidade de espécies, ele também é megadiverso pelas sociedades distintas que abriga. Segundo o censo do IBGE de 2010, há 305 povos indígenas no Brasil que falam 274 línguas. Clique em cada balão para saber mais.

UnB e o Cerrado

Uma Universidade transformadora, com a missão de produzir, integrar e divulgar conhecimentos, formando cidadãos comprometidos com a ética, a responsabilidade social e o envolvimento sustentável. Essa é a Universidade de Brasília, onde tem estabelecido um diálogo constante com a sociedade, contribuindo nas soluções dos problemas socioambientais, especialmente dentro do Cerrado.

Educação Ambiental

A educação ambiental numa visão transformadora exige um educador de novo tipo, por este motivo, oferecemos neste tópico, artigos, livros, videos, que possam contribuir na formação dos docentes e na constituição de projetos transversais e interdisciplinares, onde possam entrecruzar saberes, interesses, visões de mundo, técnicas e interpretações polissêmicas sobre a sociedade, as culturas e o Cerrado.

Agrobiodiversidade no Cerrado

Queremos destacar o resgate, a conservação, o manejo e o uso sustentável da agrobiodiversidade, bem como dos conhecimentos e práticas a ela associados.

Recuperação do Cerrado

O direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado para as presentes e futuras gerações é direito constitucional e por isso a degradação ambiental decorrente dos impactos exercidos pela sociedade precisa ser revertida. Recuperar o Cerrado é promover a recuperação de serviços ecossistêmicos desse bioma, auxiliando o seu restabelecimento ao restituir padrões ecológicos o mais próximo possível do que eram originalmente. Para a recuperação do Cerrado podem ser utilizadas diversas técnicas como: sistemas agroflorestais, plantio direto, semeadura, técnicas de nucleação, plantio de mudas nativas diversificadas e consorciadas, entre outros.

 

Vem ai: A Expedição Cerradania

 

 

 

Editais e Afins

GUIA SOBRE EDITAIS, CONCURSOS, PRÊMIOS E AFINS NA ÁREA DE ARTE E CULTURA, NO BRASIL E NO MUNDO.

The WordPress.com Blog

The latest news on WordPress.com and the WordPress community.

Cerradania

Citizenship actions in the Cerrado biome

Outra Política

Um espaço para discutir uma outra política.

Maravilhas do Cerrado

"O uso da fotografia e cultura digital para fomento da educação ambiental"

Verde Capital.org

Aborda a relação do homem com o meio ambiente

Na savana do Alto Rio Branco

Blog sobre educação, política, cultura, literatura e história.

Looking at the West

Photographs by Andrew McAllister

Into the wild

Adventures of a dominican photographer traveling the world.

Photo Nature Blog

Nature Photography by Jeffrey Foltice

70 Degrees West

an environmental and humanitarian photo-documentary project from pole to pole along 70º west longitude

Day by Day the Farm Girl Way...

Simple life on a little piece of land.

CutterLight

living well off the beaten path

Jim Caffrey Images Photo Blog

photography from the ground up

Travels with the Blonde Coyote

Follow the Blonde Coyote and see more of the world!

Gwirrel's Garden

: Doesn't like reality :

anthropogen

: of, relating to, or resulting from the influence of human beings on nature

Sky-Watching

the sky is no longer the limit

The Greenery

Ideas That Grow

%d blogueiros gostam disto: