Archive | fevereiro 2014

Carnaval da Cerradania. Dicas e Cuidados nas Trilhas e Acampamentos

Carnaval ta chegando e o meio ambiente do Cerrado pode te oferecer um ótima folia..

Não muito longe da capital do país, existem santuários ecológicos que guardam os segredos da terra e da água. Além de ser uma opção barata de diversão, acampar faz bem para o corpo e a mente. Não precisa ser militar nem escoteiro para montar uma barraca de acampamento. Nos campings mais próximos de Brasília, há segurança e boa infraestrutura para receber campistas de primeira viagem.

Na hora de escolher o melhor local para montar as barracas, alguns cuidados são essenciais. Primeiro, precisa limpar o lugar do acampamento para não dormir em cima de pedra, por exemplo. Também é bom ficar longe de cupinzeiros e mato fechado. O melhor lugar é sempre perto da água corrente e de fácil acesso a lenha. Mas a água e a lenha devem ser buscadas antes de escurecer, porque as pessoas podem se perder nas matas de galeria.

Se preferir evitar todas essas preocupações e cuidados, o jeito é se instalar em um camping, que tem cozinha e banheiro para oferecer maior conforto aos visitantes. Nas proximidades de Brasília, alternativas não faltam.

ROTEIROS

São Jorge (220km de Brasília)

Chalés e Camping Espaço Flora

Mais conhecido como Camping do Pedu, o espaço abriga até 60 barracas e possui árvores frutíferas que proporcionam sombra para os dias mais quentes. Na cozinha, os turistas podem usar o fogão e a geladeira. Há ainda espaço para fogueiras, rancho com redes, ducha, área comunitária e banheiros (masculino e feminino) com áqua quente. Além da área de camping, há chalés e um mezanino com vista para o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. A sacada permite a observação da lua e das estrelas. O preço de alta temporada é de R$15. Reservas pelos contatos: (62) 3455 1041 ou (61) 9605 4604.

Camping da Bete

Localizado na área central do povoado de São Jorge, o estabelecimento oferece fácil acesso a restaurantes e lanchonetes. O acampamento possui área coberta com mesa e bancos para alimentação e interação entre os turistas. O espaço arborizado oferece sombra o dia todo para até 60 barracas. Não possui cozinha, Os banheiros masculino e feminino têm água quente. O preço por pessoa varia de R$12 a R$15, dependendo da temporada. Para obter mais informações ou fazer reservas, ligue (62) 3455 1003 ou (62) 9669 4424.

Camping Taiuá

Localizado a 200 metros do centro do povoado e em área silenciosa, o camping tem mais de 400 árvores do cerrado com identificação em 80 espécies incluídas no catálogo explicativo. O espaço de 2.500 metros quadrados abriga até 200 pessoas. Os vestiários masculino e feminino oferecem espaço para 15 usuários. A cozinha é comunitária, com fogão a lenha, geladeira, mesa para 20 pessoas, redes e balanços. No Lounge & Bar Taiuá são oferecidos lanches naturais. No mês de julho, os primeiros 50 campistas pagam R$12. A partir disso, o preço sobe para R$15. Para fazer reservas, ligue para (61) 9822-9666 e 9928-9666 ou mande e-mail para campingtaiua@gmail.com.

Pirenópolis 137km Brasília

Pirenopolis - Geral da cidade

Pirenopolis – Geral da cidade

Camping Roots

Oferece uma área de 4 mil metros quadrados para até 120 campistas. Dependendo da estação, o visitante pode saborear de frutas como manga, caju, acerola, ameixa, abacate, jabuticaba ou goiaba. Os banheiros têm ducha quente e, do lado de fora, há uma ducha fria. É equipado com estacionamento, churrasqueira, fogão a lenha, mesas e cadeiras. Aos que preferem ficar nos quartos, as suítes para quatro pessoas têm uma cama de casal e duas de solteiro, com banheiro privativo e ventilador. Campistas pagam R$15 e, nos chalés, a diária é de R$70. Informações pelos números (62) 3331-2105 e (61) 9901-2071 ou pelo e-mailcampingroots@campingroots.org.

Camping Bom Sucesso

Localizado na zona rural de Pirenópolis, o camping tem espaço ilimitado e já recebeu 5 mil pessoas em uma festa. Os banheiros masculino e feminino possuem chuveiro elétrico e espelhos. Os campistas ficam nas margens do rio, sobre areia natural e espaço arborizado. Para quem prefere ter mais conforto, há quatro apartamentos construídos recentemente. O acampamento tem uma casa na árvore e redes para descanso. São cobrados R$15 para os campistas e R$ 90 para os que ficam nos apartamentos. Para entrar em contato, ligue para: (62) 3321-1217 ou (62) 9974-1351.

Cavalcante (307km de Brasília)

Cavalcante - Igreja e praça do povoado-Foto de Breno Fortes

Cavalcante – Igreja e praça do povoado-Foto de Breno Fortes

Camping Toca do Katitu

Possui área arborizada, caixas de areia, áreas demarcadas para montagem das barracas, cozinha comunitária, banheiros, espaço para fogueira e chuveiro quente. Com uma caminhada de 15 minutos, chega-se ao centro da cidade. O acampamento oferece serviço de guia turístico credenciado pelo Ibama, com roteiros de caminhadas, rapel, cavalgadas e pernoite em trilhas. O local é frequentado por várias espécies nativas do cerrado, como tucanos, araras, corujas-de-orelha e sanhaço. Também possui área cultivada com ervas medicinais e outras plantas típicas do cerrado. O preço cobrado dos campistas é de R$ 8. Reservas pelos contatos (61) 9671-1831 ou katituguia@gmail.com.

Camping Soluar

Localizado em uma reserva ecológica a 8 quilômetros de Cavalcante, o camping é arborizado, fornecendo muita sombra para até 100 barracas. A 800 metros do acampamento passa o Rio das Almas, mas não há cachoeiras acessíveis. O restaurante só funciona se os visitantes pedirem com antecedência. No total, são oito banheiros divididos em masculinos e femininos, com água quente. Em época de baixa temporada, o campista paga R$10 para montar a barraca. Em alta temporada, são R$15. Para fazer reserva ou obter mais informações, ligue para o número (61) 9958 – 7613.

Cocalzinho (101km de Brasília)

Camping Cachoeira do Girassol

Localizada a 101 quilômetros de Brasília, a fazenda onde fica o camping abriga até 100 barracas. Os banheiros são separados em masculino e feminino. O acampamento tem uma cachoeira, três piscinas naturais, trilha para andar a cavalo e toboágua. Não há cozinha comunitária, mas um restaurante atende os visitantes. À noite, as luzes da fazenda são acesas. O campista adulto paga R$22. Crianças de 5 a 12 anos pagam R$11 e menores de 5 anos acampam de graça. A fazenda só recebe campistas após o horário comercial, com reservas. Mais informações pelo fone (61) 3224-7001.

– Para caminhadas os tecidos mais apropriados são os que absorvem o suor e permitem que o corpo respire. Prefira modelos confortáveis, que não prendam os movimentos. Use roupas claras que refletem o calor. Lembre-se de levar chapéu ou boné e também dê atenção especial ao que irá calçar: tênis ou botas de tecido ou couro para caminhadas são as opções mais indicadas. Prefira sempre transportar sua bagagem em uma mochila. É a forma mais confortável para carregar seus pertences, deixando as mãos livres e o peso distribuído uniformemente;
-Lembre-se sempre de usar protetor solar e repelente e em épocas de chuva, não esqueça sua capa;
– Leve sempre um lanche leve para os passeios, pois eles dão energia e enganam a fome. Comidas secas, como biscoitos, grãos e barrinhas de cereais, são perfeitas para este fim.
– Leve um cantil ou garrafa de água e mantenha-se hidratado, pois durante o esforço físico a transpiração aumenta, e a necessidade de beber líquidos fica ainda maior;
– Aos Fumantes, segurem as pontas, pois o cigarro além de fazer mal a saúde e poluir, pode causar um incêndio de grandes proporções;
– Mantenha-se nas trilhas pré determinadas – não use atalhos que cortam caminhos. Os atalhos favorecem a erosão. Mantenha-se na trilha mesmo se ela estiver molhada, lamacenta ou escorregadia. A dificuldade das trilhas faz parte do desafio de vivenciar a natureza. Se você contorna a parte danificada de uma trilha, o estrago se tornará maior no futuro;
– Evite fazer barulhos, aproveite a sensação de harmonia e tranqüilidade que a natureza oferece. Caminhe em silêncio não levando instrumentos sonoros que possam causar impactos ao ambiente;
– Acampe somente em locais pré-estabelecidos, quando existirem. Evite áreas frágeis que levarão um longo tempo para se recuperar após o impacto. Acampe a pelo menos 60 metros de qualquer fonte de água;
– Certifique-se de que você possui uma forma de acondicionar o seu lixo (sacos plásticos), para trazê-lo de volta;
– Ao percorrer uma trilha, ou sair de uma área de acampamento, certifique-se de que elas permaneçam como se ninguém houvesse passado por ali. Remova todas as evidências de sua passagem. Não deixe rastros;
– Não queime nem enterre o lixo. As embalagens podem não queimar completamente, e animais podem cavar até o lixo e espalhá-lo. Traga todo o seu lixo de volta com você ou coloque-o em local apropriado;
– Utilize as instalações sanitárias que existirem. Caso não haja instalação sanitária (banheiro) na área, cave um buraco com quinze centímetros de profundidade a pelo menos 60 m de qualquer fonte de água, trilhas ou locais de acampamento, em local onde não seja necessário remover vegetação;
– Evite utilizar sabão, shampoo e similares em fontes de água;
Não construa qualquer tipo de estrutura, como bancos, mesas, pontes etc. não quebre ou corte galhos de árvores, mesmo que estejam mortas ou tombadas, pois podem estar servindo de abrigo para aves ou outros animais;
– Resista à tentação de levar “lembranças” para casa. Deixe pedras, artefatos, flores etc. onde você os encontrou, para que outros também possam apreciá-los;
– Tire apenas fotografias, deixe apenas leves pegadas, e leve para casa apenas suas memórias;
– Evite acender fogueiras. Se for cozinhar, faça em fogareiros para acampamento. Para iluminar, utilize lanternas ou lampiões, é muito mais prático e rápido;
– Se você realmente precisa acender uma fogueira, utilize locais previamente estabelecidos, e somente se as normas da área permitirem. Mantenha o fogo pequeno, utilizando apenas madeira morta encontrada no chão. Tenha absoluta certeza de que sua fogueira está completamente apagada antes de abandonar a área;

Respeite os Animais e Plantas

– Observe os animais à distância. A proximidade pode ser interpretada como uma ameaça e provocar um ataque, mesmo de pequenos animais. Além disso, animais silvestres podem transmitir doenças graves. Denuncie casos de biopirataria e agressões contra o meio ambiente aos órgãos competentes;
– Não alimente os animais em hipótese nenhuma;
– Não retire os animais silvestres do seu habitat natural, muito menos os maltrate;
– Não retire flores e plantas silvestres. Aprecie sua beleza no local, sem agredir a natureza e dando a mesma oportunidade a outros visitantes;
– Colabore ativamente com a Proteção Ambiental, seja um protetor e fiscal de natureza denunciando as agressões ao meio ambiente;

Respeite as Comunidades Locais

– Respeite as comunidades locais, seus valores, crenças e costumes. Não tenha atitudes que impactem com o modo de vida das mesmas;
– Não visite comunidades tradicionais sem pedir permissão, seja educado e siga as normas estabelecidas, evitando o aculturamento destas populações;
– Combata comportamentos e atitudes inadequados (prostituição, uso de drogas, exploração de menores, compras e preços injustos, corrupção etc.);
– Prestigie as associações, artesanato e eventos culturais locais;
– Contribua para o desenvolvimento econômico sustentável do local visitado, utilizando serviços oferecidos pela comunidade. Deste modo você estará colaborando para que os recursos financeiros permaneçam nas comunidades;

FONTE: http://ultimaparada.wordpress.com/2009/05/28/melhores-lugares-para-acampar-perto-de-brasilia/

Boi à Serra e o Cerrado Mato-grossense ganham espaço no Museu de Arte

Elieth Gripp junto das artistas convidadas Lucrécia Dilda, Odete Venâncio e Maria das Dores Soares Vital (Rimaro), fazem a composição da Mostra que retrata a lenda de 300 anos

boi a serra de matogrosso

Boi a serra de Mato Grosso
Arquivo Secretaria de Cultura de Mato Grosso

A figura lendária do Boi novamente dá um olé para ser visto e contado à população por meio do Programa de Apoio à Cultura (Proac 2013) da Secretaria de Estado de Cultura de Mato Grosso (SEC-MT). Desta vez na exposição “Boi à Serra e o Cerrado Mato-grossense”, pela artista plástica Elieth Gripp, onde apresenta 67 obras, com técnicas variadas de pinturas em óleo e acrílico, entre escultura, objetos, estandartes e telas, no Museu de Arte e Cultura Popular (MACP) da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), até o dia 15 de março.

 “Mato Grosso é um Estado coberto e tingido das mais variadas cores, e magicamente cromático. Nós artistas encontramos as cores que vêm enriquecer nossas palhetas de cores mágicas que fazem nossas telas refletirem tanta magia. Sou uma artista regionalista, daí tanto colorido forte em meus trabalhos”, descreve Elieth Gripp, que junto das artistas convidadas Lucrécia Dilda, Odete Venâncio e Maria das Dores Soares Vital (Rimaro), fazem a composição da Mostra.

A exposição retrata os bois em estandartes, que são as bandeiras usadas em procissões. Também em objetos, feitos em madeira, alumínio e tecido e uma escultura do Boi à Serra em ferro e biscuit.

O público pode conferir a exposição com entrada franca, de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h30, e de 13h30 às 17h30.

O Boi

Há 300 anos o Boi à Serra é apresentado nas festas regionais, juntamente com o Siriri e Cururu em Mato Grosso. No ano passado a Galeria de Artes da SEC-MT recebeu a exposição “Boi-à-Serra está Vivo”, onde contou as figuras lendárias que acompanham o Boi, como o “Boi Estrela-do Baixo Lixo”.

 Há outras denominações regionais nos vários cantos do Brasil para o lendário Boi. No Norte “Bumba-meu- Boi” e “Boi Bumba”; no Nordeste “Reisado Cearense”, “Boi de Reis”, “Rei Boi Surubi do Ceará” e “Cavalo Marinho”; no Sul “Boi Mamão” e “Boizinho” e no Sudeste “Bumba de Reis”, “Vaqueiro”, “Catiri” e “Boi de jaca”.

Elieth Gripp

Elieth Gripp começou sua arte com as lendas, há 30 anos. Em 1985 ganhou seu primeiro prêmio no Salão Jovem Arte Mato-grossense, com o tema do “Minhocão do Pari”, considerado por ela o mais importante, pois impulsionou sua carreira.

Iniciou com o surrealismo, inspirada pelo artista plástico russo Marc Chagall, e com o tempo suas pinceladas foram para o regionalismo e hoje pinta somente a história de Mato Grosso. São histórias, lendas, mitos, a religiosidade e personagens que conceituam o universo artístico de Elieth Gripp, com mais de 50 exposições em sua trajetória.

 Mais informações pelos telefones (65)3615-8355 e 8118-8355.

Reportagem BEATRIZ SATURNINO .  Assessoria SEC-MT

Turismo Sustentável

turismo ecológico

turismo ecológico
foto arquivo Ministério do Turismo

Praticar o turismo sustentável é levar na bagagem, além da máquina fotográfica, é claro, para registrar os melhores momentos e vivências, levamos também o respeito à cultura e ao meio ambiente do local visitado. Por isso, ele não é feito apenas quando o roteiro esta envolvendo trilhas ou esportes de aventura. Abaixo uma breve explicação sobre a diferença entre alguns conceitos que envolvem os seguimentos do turismo que mais crescem e claro como agir, para ser um turista sustentável. Desde o inicio do desenvolvimento deste projeto (Maravilhas do Cerrado) o turismo tem papel fundamental. São realizadas diversas expedições para gerar conteúdos, viagens, passeios, acampamentos, etc. Agora além dos conteúdos sobre a fauna e a flora pretendo postar, dicas para pessoas que como eu, “curte muito” estar em meio à natureza ou estar em outro lugar, vivenciando outras culturas e tradições, são dicas para fortalecer o turismo sustentável e a admiração pela natureza.                                                                                                                           Turismo de aventura                                                                                                                                                                                    Entende-se como turismo de aventura a modalidade na qual o turista protagoniza atividades de aventura (entendidas como “experiências físicas e sensoriais recreativas que envolvem desafios e que podem proporcionar sensações diversas como liberdade, prazer e superação”) como canoagem, ciclismo, arborismo e mergulho. As práticas podem ocorrer em diversos espaços (natural, construído, urbano, rural) e são de caráter recreativo e não competitivo – quando há competição, é considerado Turismo de Esportes.

Ecoturismo (ou turismo ecológico)                                                                                                                                                              Segmento que considera viagens a áreas naturais como uma atividade responsável, que incentiva a conservação do patrimônio natural e cultural e promove o bem-estar das populações locais e a consciência ambiental nos turistas. Por isso, o ecoturismo pressupõe atividades que promovem a reflexão e a integração entre homem e ambiente, com envolvimento do turista nas questões relacionadas à conservação dos recursos do destino escolhido, que deve ser aproveitado de forma “ecologicamente suportável em longo prazo, economicamente viável, assim como ética e socialmente equitativo para as comunidades locais”, segundo a OMT (Organização Mundial do Turismo).

Turismo sustentável                                                                                                                                                                                                  É mais que um segmento do turismo – representa, na verdade, um conceito dentro do qual se encaixam todos os “tipos”, como ecoturismo e de aventura. Segundo a Organização Mundial de Turismo e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, os princípios do Turismo Sustentável “são aplicáveis e devem servir de premissa para todos os tipos de turismo em quaisquer destinos”. Um turismo que se desenvolve de forma sustentável envolve questões como a gestão dos recursos econômicos, sociais e estéticos, e mantém a diversidade biológica e particularidades culturais.                Desde os tempos mais remotos, o homem encontrou na natureza a sua maior fonte de sabedoria, foi dela que ele retirou todas as suas façanhas, observou, descobriu, recriou, criou.  As antigas civilizações veneravam ainda mais, enxergavam seus Deuses presente nessa mesma natureza, que hoje por sua vez, perdeu todo este valor.  Como futuro biólogo, acredito que minha maior missão seja despertar novamente nas pessoas, o respeito pelo local onde vivem ou visitam. Através da educação ambiental e turismo ecológico, procuro transmitir para todas as pessoas a ideia de que precisamos ter uma visão globalizadora, sobre o meio ambiente. Visão esta que nos insere como parte de um todo, parte deste planeta, repleto de vida, das mais diferentes e variadas formas. E que assim como todos os outros seres biótico e abiótico temos nosso papel fundamental. E ao contrario do que muitos pensam não somos uma espécie dominante, superior a todas as outras, somos parte de uma grande teia e é nosso dever zelar pela nossa terra, cuidar do nosso planeta.

Fonte: Publicado por felipe baraldi.    Ministério do Turismo

Sotaque regional: os frutos do Cerrado na culinária contemporânea

” vista curta, pra acampa a cutia,  ja se passava o dia e que nem cumia, Ah sim, chega a tia e nem titubia , requenta o mingau que serviu no jantar”.            
Por favor, não pergunte porque foi, eu só sei que ficou assim “Escrevi em homenagem as obras ‘rosianas” só para abrir o texto…
 
A maior utilização de frutos do Cerrado na culinária contemporânea esbarra na carência de matéria-prima de qualidade

cocorico

Cocoricó Mangueiras, acompanhado por salada de guariroba: fruto do Cerrado renova o prato da Cervejaria Mangueiras

Os sabores exóticos e agridoces de frutos do Cerrado como o araçá, o bacupari, a pitomba, o tucum, o gravatá, a guapeva ainda são grandes desconhecidos no cardápio de Goiás. Há quem sequer saiba que cor, formato, aroma revelam tais frutos de nomes estranhos. O pequi, o cajuzinho, o jatobá, o jenipapo, a cagaita, a guariroba e o baru, embora causem uma certa estranheza em paladares não habituados a suas sutis singularidades, já começam a ir à mesa como estrelas de receitas chiques que aos poucos ultrapassam as fronteiras do Estado. Esses frutos carregam em si uma forte marca de identidade cultural e se constituem num inestimável patrimônio gastronômico de Goiás. Quando bem utilizados na gastronomia contemporânea, cumprem a missão de celebrar um intercâmbio de sabores únicos, peculiares e sofisticados.

Embora o goiano costume demonstrar orgulho de suas raízes culturais, a valorização da chamada ecogastronomia caminha em passos lentos. Desde 2004, iniciativas pontuais de chefs que moram na capital e no interior, atuando na construção de festivais gastronômicos (como os das cidades de Pirenópolis, Goiás, São Simão e Quirinópolis e os da capital, Brasil Sabor e Comida di Buteco), abriram as portas para a disseminação de pratos que surpreendem pela riqueza de possibilidades à mesa e trazem aquele gostinho todo especial do Cerrado. O desafio que se tem pela frente, observam vários chefs, é continuar a testar ingredientes com aromas intensos, texturas delicadas, em composições de receitas cada vez mais atraentes que instiguem o paladar. Além de permitir uma viagem ao rico universo de sabores, tais iguarias incorporam toques infalíveis de pratos genuinamente brasileiros.
Neste cenário gastronômico, começa a sobressair o movimento de imprimir no cardápio contemporâneo os múltiplos recursos dos produtos gourmets do Cerrado que levam o selo da sustentabilidade. José Maria Oliveira Soares, proprietário da Cervejaria Mangueira, participou este ano da 6ª edição do Festival Brasil Sabor, na capital, com o prato batizado de Cocoricó Mangueiras – que é acompanhado por uma salada de guariroba. Em parceria com o irmão e chef Elzio de Oliveira, José Maria vem servindo no bar que administra há 25 anos esta receita, em que o amargo típico da guariroba quase desapareceu.
“Fiquei surpreso com a boa saída. Virou uma vedete ao ponto de ser pedido em separado. Muitos clientes buscam uma culinária com uma cor local. Existe uma vontade de bolar mais invenções, mas apenas o pequi encontramos com mais facilidade. Os demais frutos são difíceis”, sublinha José Maria. O que não impede, segundo ele, de continuar testando, num cardápio que traz 60 petiscos variados e 25 pratos da culinária internacional, versões com um tempero mais regional.
Faltam fornecedores
O chef Fernando Miguel Hanna, proprietário de um bufê na capital há nove anos, também acredita na conquista de paladares mais arredios com frutos ícones da nossa herança cultural. “Não encontro resistências em inseri-los nas modernas técnicas gastronômicas. O baru substitui com propriedade as avelãs tradicionais em doces. Pode-se usar a jabuticaba no lugar do morango. A cagaita, o cajazinho, rendem uma infinidade de sabores. Os frutos do Cerrado resgatam lembranças da infância. Não há fronteiras, nem barreiras para agregá-los em receitas. A não ser a ausência de uma oferta maior do produto”, lamenta Hanna.
O leitor conhece a camapu? Talvez. Hanna acrescenta que a camapu é, sim, uma fruta de aparência bonita típica do Cerrado com nome francês, encontrada na região Norte de Goiás. Sempre que consegue lotes da camapu, Hanna recorre à fruta como um ingrediente especial para elaborar pratos mais sofisticados. “Faltam fornecedores e uma boa cadeia de para um acesso maior à difusão dos nossos produtos regionais.” Mesmo assim, Hanna não desiste de preparar receitas com ingredientes do Cerrado, servindo-as nos mais diferentes tipos de eventos. Outra chef que já tentou introduzí-los no cardápio em risotos e outras receitas salgadas é a sócia-proprietária do Thiosti Restaurante e Choperia, Jaldete Rodrigues. Entretanto, ela conta que desistiu de usá-los de forma permanente, por receio de ficar na mão em determinadas épocas do ano. “Dá para fazer muita coisa. Mas nem sempre encontramos os produtos. O baru é uma castanha maravilhosa, mas não a achamos com facilidade ao natural. É encontrada já torrada. Falta conhecimento e um toque de bairrismo”, diz. Depois de morar anos em uma fazenda próxima de Goianira, Jaldete Rodrigues aprendeu a gostar da cozinha com sotaque regional. A chef de cozinha do restaurante Ad`Oro, Marivalda Oliveira, preparou uma receita de pintado ao pistache de baru, servida com arroz com pimenta, baru e banana assada, que foi sucesso no Festival Brasil Sabor. Tanto é que o prato deve entrar no cardápio do restaurante.

A propósito a matéria foi requentada, como muitas vezes fazemos em nossas casas, para saciar nossa fome .Ou como plágio da Plim-Plim, vale a pena ler de novo.

Publicado em  29 de Julho de 2011 no http://vemcomer.com.br/sotaque-regional–os-frutos-do-cerrado-na-culinaria-contemporanea_619.html

Datas Comemorativas do meio ambiente no Brasil

Confira calendário com as datas comemorativas do Meio Ambiente

Janeiro
11 – Dia do Combate da Poluição por Agrotóxicos

Fevereiro
2 – Dia Mundial das Zonas úmidas
6 – Dia do Agente de Defesa Ambiental
22 – Aniversário do IBAMA

Março
1 –  Dia do Turismo Ecológico
2 – Aniversário do serviço Florestal Brasileiro – SFB
16 – Dia Nacional da Conscientização sobre as Mudanças Climáticas
21 – Dia Mundial Florestal
22 – Dia Mundial da Água

Abril
17 – Dia Nacional de Botânica
19 – Dia do Índio
21 – Dia da Conservação do Solo
22 – Dia da Terra
28 – Dia da Caatinga

Maio
3 – Dia do Sólo e do Pau-Brasil
5 – Dia do Campo
22 – Dia Internacional da Biodiversidade
27 –  Dia da Mata Atlântica

Junho
5 – Dia Mundial do Meio Ambiente
8 – Dia Mundial dos Oceanos
13 – Aniversário do Jardim Botânico do Rio de Janeiro
17 – Dia Mundial de Combate à Desertificação

Julho
10 – Aniversário de criação do Fundo Nacional do Meio Ambiente
12 – Dia do Engenheiro Florestal
17 – Dia da Proteção das Florestas

Agosto
14 – Dia do Controle da Poluição Industrial
28 – Aniversário do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade – ICMBio

Setembro
3 – Dia Nacional do Biólogo
5 – Dia da Amazônia
11 – Dia Nacional do Cerrado
16 – Dia Internacional de Preservação da Camada de Ozônio
20 – Dia Internacional da Limpeza de Praia
21 – Dia da Árvore
22 – Dia da Defesa da Fauna

Outubro
3 – Dia Nacional das Abelhas
5 – Dia das Aves
12 – Dia Mundial para a Prevenção de Desastres Naturais e Dia do Mar
15 – Dia do Consumo Consciente
16 – Dia Mundial da Alimentação

Novembro
19 – Aniversário do Ministério do Meio Ambiente

Dezembro
10 – Dia Internacional dos Povos Indígenas
19 – Aniversário da Agência Nacional de Águas – ANA

fonte : http://www.mma.gov.br/comunicacao/datas-comemorativas

Nobres, nobreza do cerrado mato-grossense

Nobres, afinal, é mais que Bonito, é lindo !!

Lago-Azul-Nobres

Lago-Azul-Nobres
Secretaria de Turismo

A cidade de Nobres, está localizada a 120 km da Capital de MT, a região do atual município de Nobres foi ponto de passagem no início do movimento garimpeiro em Mato Grosso, no sentido sul/oeste, que começou em 1747 entre Cuiabá e Diamantino. Território habitado imemorialmente por povos indígenas da nação Bakairí. Nobres é uma região riquíssima em belezas naturais. Na Serra do Tombador escondem-se verdadeiras maravilhas esculpidas pela natureza, com inúmeras cachoeiras e grutas, algumas totalmente inexploradas.

Grutas, cavernas, poços e muita história estão guardados no Cerrado da região de Nobres. São mais de 30 cavernas calcáreas, lagos com águas cristalinas, perfeitas para mergulho, modalidade de esporte em expansão em Mato Grosso.                                                                                                                          A Gruta da Lagoa Azul já foi cenário de reality shows como “No Limite” e de novelas como “Bicho do mato” e “Paraiso”.

Atrativos ainda inexplorados preservam uma natureza primitiva. Um dos lugares fantásticos de Nobres é a Lagoa Azul. Outros pontos onde já se pratica mergulho são: Lagoa Pai João e Poço Dois de Maio. Entre as atrações exóticas está a tribo dos índios Bakairi.

Um dos principais pontos de interesse turístico é a Reserva Yaporã, a 12 Km da cidade, local aberto aos turistas durante todo o ano. A estrutura é simples e confortável. A Reserva possui chalés com suítes e quiosques. Há também espaço reservado para quem deseja acampar. A Reserva Yaporã fica às margens do rio Cuiabá, com água muito limpa, próxima à sua nascente.

Na região de Rosário Oeste existe a Caverna do Currupira, na nascente do rio de mesmo nome, um cenário natural quase intocado, que já virou ponto de encontro dos mergulhadores.

Por ser uma região de ampla concentração de calcário e dolomita (pedra britada) possui muitas grutas e cavernas, que formam um espetáculo natural.

 

Lugares como: Aquário Encantado; Rio Salobra; Rio Manso, Cachoeira Serra Azul; Lagoa das Araras; Balneário Estivado; Reino Encantado. São alguns pontos obrigatórios a serem visitados. Nobres é envolvente, possui várias cachoeiras, rios de águas doces, grutas, locais propícios para fazer flutuação, lagos e cavernas, um passeio obrigatórios para os aficionados por trilhas.

MT nobres mergulho

MT nobres mergulho

 

As cavernas ficam localizadas em uma área de floresta de transição, entre o Cerrado e a Floresta Amazônica, sendo considerada uma região de divisor de águas, pois estão entre as Bacias Amazônica e Platina.

Além disso, é toda cortada por rios e lagoas de água extremamente cristalinas, é possível ver e tocar em diversas espécies de peixes e plantas.

Dentre os principais atrativos podemos citar o famoso Duto do Quebó, um túnel que se estende por cerca de 400 metros em meio às rochas com um riacho passando em seu interior, (local onde foi gravada a última prova do programa No Limite, quando este esteve no Mato Grosso) e cenas da novela global Paraíso.

Fontes:    Secretaria de Desenvolvimento do Turismo de Mato Grosso.                                                                                 Laércio Guidio / Marcos Lopes.

ESTADO E GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL: Omissão ou conivência na ocupação de áreas verdes do Lago Sul e Norte.

 As ocupações irregulares de áreas públicas no Distrito Federal não estão restritas as regiões de baixa renda e aos condomínios. Nas regiões com as maiores rendas per capita do Distrito Federal, a ilegalidade está por toda parte, basta observar o Lago Sul e Norte: Dados de um levantamento da Agência de Fiscalização (AGEFIS) do GDF mostra que 55% do território dessas regiões estão ocupados irregularmente. A maioria dos donos de lotes avançou sobre áreas verdes, colocando cercas além dos limites permitidos e expandindo ilegalmente seus imóveis.

brasilia

 Segundo dados da AGEFIS, o Lago Norte tem 1,2 mil hectares de extensão e, desses, 660 hectares correspondem a áreas públicas cercadas indevidamente e ocupadas às margens da lei. O levantamento da Agefis foi feito por meio de um sistema de geoprocessamento. Os técnicos cruzaram dados da área ocupada com informações dos lotes registrados nos ofícios de imóveis do DF. A partir do trabalho, eles constataram que o tamanho dos imóveis que consta dos cartórios não condiz com a realidade. Ou seja: os terrenos avançaram sobre área pública, mas os proprietários não pagaram nada ao Estado pelo aumento de patrimônio.

As maiores ocupações de áreas públicas estão nos fundos dos lotes e nas esquinas. Nos terrenos que ficam na beira das avenidas, é praticamente impossível encontrar casos em que a  cerca foi construída dentro dos limites dos lotes. Alguns, entretanto, avançam até sobre a calçada. No fundo dos imóveis, há situações em que as passagens de pedestres ficam praticamente impossibilitadas.

As individualizações das áreas verdes nas Regiões Administrativas do Lago Sul e Lago Norte começaram com as ocupações e construções das suas respectivas residências, há décadas, quando incluíram o ajardinamento das áreas verdes lindeiras em seus projetos imobiliários. De lá para cá, o que já era uma discreta individualização transformou-se em um flagrante isolamento das suas propriedades particulares.

Basta realizar uma pequena observação, nos limites e medidas das propriedades que, em sua grande maioria esta configurada a usurpação do Estado, áreas que não lhes pertencem, na condição de proprietário.

São diversas formas e modos de privatização das áreas: Edificações de moradias; Contenção por muros, cercas e alambrados nas divisões laterais e de fundo; Implantação de pisos, piscinas, campos de esportes (vôlei/futebol e outros), churrasqueiras; Supressão de vegetação nativa do cerrado com plantio de plantas exóticas, pomares; Canis e outras criações.

Soluções

O interesse público deve prevalecer, muito embora, parte dos moradores dessas regiões em destaque, são pessoas que detém a possibilidade de viabilizar as tomadas de decisões sobre a aplicação das leis para a manutenção das áreas como públicas em detrimento às áreas privadas.

Não há que se falar em pagar taxa com aumento  de Imposto Predial  e Territorial Urbano-IPTU, assim seria, ato para institucionalizar uma área que não lhe pertence.

Não há que se discutir a boa fé, a propriedade foi adquirida assim (irregular). A questão é legal, de foro de justiça e respeito a todos os cidadãos, que moram e se estabeleceram dentro da legalidade em sua restrita área de direito privado. O que é coletivo não se restringe aos bens do Estado e, muito menos ao Governo, pertence a toda sociedade.

Certamente que pelo pagamento de IPTU, qualquer cidadão teria o maior interesse em arrecadar um quinhão desses espaços de áreas verdes e, obviamente com regulamentação do Estado, estes, cuidariam muito bem, preservadas, limpas, protegidas. O fato é que cuidar bem, não traduz no direito de possuir terras sem propiciar a outros de adquirirem um bem público sem o devido processo legal da licitação.

A sociedade precisa se atentar contra argumentos da segurança privada, bom zelo, cuidados, etc. e tal, atenção ao PDOT, para  evitar mudanças nas destinações e utilizações das áreas em destaques.

Alem de coibir novas invasões é preciso coragem e desconstituir o que foi e está sendo ocupado irregularmente.

Estamos, há décadas, aguardando uma ação pelos princípios constitucionais definidos da Administração Pública, Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência e pela ética do princípio do bem comum. Executivo, Legislativo e Judiciário até o momento não enxergaram e não agiram, não da pra definir se, por omissão ou conivência.

FRANCISCO MACIEL BARBOSA                                                                                                                                                                                                                                       Especialista em Gestão e Perícia Ambiental

Qual é a flor simbolo do Cerrado

Somos do planalto da terra ácida, amamos o sol a brisa e o orvalho. Do capim baixo brotamos, não exigimos muito para sermos belas. Aproxime-se, mas não nos colha que nossa vida é breve e nascemos para seu olhar.

Calyandra Rosea foto de Daniel Muniz
foto de Daniel Muniz
CALIANDRA é o nome de uma flor do Cerrado e que dá nome a esse espaço dedicado as coisas do Cerrado.
  • Família: Leguminosae Mimosoideae
  • Nome científico: Calliandra dysantha Benth
  • Nome popular: Flor-do-cerrado, caliandra, esponjinha
  • Porte: arbusto
  • Origem: Brasil
Caliandra é uma flor do Cerrado da família das leguminosa de extrema delicadeza. Cresce em arbustos de até 4 metros, entre a vegetação seca. As flores aparecem na primavera e no verão, são bem pequenas, com estames longos de cor rosa, vermelho ou branco, reunidas em inflorescência.
É usada em paisagismo e uso decorativo.

a caliandra brota,
entre pedras e capim seco,
sangue do cerrado.

Caliandra é uma flor do cerrado, da família das leguminosas. É originária do Brasil e cresce em arbustos de até 4 metros. As flores aparecem na primavera e no verão. Devido a delicadeza e finura de suas folhas ocorre num processo natural um fechamento das mesmas durante a noite. Suas flores são muito graciosas em forma de pompom em cores que vão do branco ao vermelho. Surgem frutos no verão após a floração primaveril.

fotodia-calliandra-dysantha

fotodia – calliandra-dysantha

Em 2008 o fotógrafo Carlos Secchin expôs no Jardim Botânico do Rio de Janeiro a exposição “Efêmeras florações”, onde registrou a curta floração de belíssimas plantas do cerrado brasileiro. Inspirado nas técnicas da botânica inglesa Margareth Mee, ele fez um tratamento gráfico especial para cada imagem. A foto é de uma Flor-do-cerrado (Calliandra dysantha), também conhecida popularmente como ciganinha, esponjinha e flor de caboclo. É considerada a flor símbolo do cerrado. Veja mais fotos da exposição.

Se tiver 3,44 minutos óia, voce vai gostar.……..http://www.youtube.com/watch?v=ODD-3Neh1fA#t=84

FONTE…………http://caliandradocerradogo.blogspot.com.br/2008/08/porque-caliandra.html

Frutas típicas do cerrado brasileiro ganham espaço em São Paulo

Frutas típicas do cerrado brasileiro estão se adaptando bem ao clima na região noroeste paulista. Em Palestina (SP), o dono de um sítio decidiu preservar e cultivar variedades. Mantendo essas plantas ele pretende conservar, para as futuras gerações, um pouco da identidade do homem da roça.

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MAMICA DE CADELA
Brosimum gaudichaudii Tréc

Gabiroba, uvaia, mamica de cadela, araticum de raposa. São frutas com nomes diferentes, poucos conhecidos na região noroeste paulista. Elas são encontradas com facilidade no cerrado brasileiro, mas também em Palestina, com um pomar cheio dessas delícias exóticas. “Antes tinha poucos pés, porque o gado pisoteia, ou então come, as pragas acabavam com os pés também, mas daí comecei a reflorestar para recuperar estas plantas”, afirma o produtor Peter Pasqueto.

Sol intenso, muito calor, clima típico das regiões de cerrado. Solo de baixa fertilidade, terra ácida, comum no noroeste paulista. Uma combinação que faz dessa área em Palestina perfeita para o cultivo de espécies nativas e exóticas. No local existem pelo menos 100 tipos de frutas. Cada árvore que a gente encontra é uma surpresa diferente.

gabiroba

GABIROBA
Campomanesia xanthocarpa Berg

A gabiroba, por exemplo, é rica em vitamina C, um poderoso adstringente, a refeição preferida das maritacas. Elas ficam por perto, só esperando uma oportunidade. Algumas árvores são cobertas com uma tela protetora, é a garantia de que vão restar algumas fruta para as pessoas comerem.

Bem diferente da uvaia, que é azeda. Usada só na produção de sucos e geléias, de tão forte, não dá nem para provar. O araticum que se parece bastante com a pinha é saboroso, mas quando bem maduro. A fruta fica vermelha, quando já é hora de colher. Já a mamica de cadela está no ponto ideal para ser degustada quando ainda é pequena e amarelinha, ela ganhou o apelido de chiclete natural. “Parece um chiclete, mas não é doce, mas tem a consistência de um chiclete”, diz a advogada Gisele Pasqueto.

Devido às propriedades medicinais, a folha da planta é usada como remédio caseiro para doenças de pele, como vitiligo. Embora seja tão importante para a ciência, assim como a maioria dessas árvores, ela pode ser cultivada por qualquer pessoa. “São plantas rústicas e não exigem muitos cuidados, apenas quando acontece alguma praga, aí é preciso intervir para combater a doença”, afirma o agrônomo Paulo Barbosa.

 

reportagem  http://www.cbnfoz.com.br/editorial/brasil/s%C3%A3o-paulo/29122013-68991-frutas-tipicas-do-cerrado-brasileiro-ganham-espaco-em-palestina-sp

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