Archive | julho 2014

Abraço de tamanduá mata

Tamanduás-bandeira mataram dois caçadores em incidentes separados no Brasil e despertou a preocupação relacionada à perda de habitat do animal e ao risco crescente de encontros perigosos com pessoas, afirmaram cientistas.

Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) Peso adulto: 25 a 30 kg. Transita em subsistema de campo e cerrado. Situação da espécie: vulnerável.

Os mamíferos de focinho longo e pelagem densa não costumam ser agressivos com seres humanos e são considerados uma espécie vulnerável pela União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), sobretudo devido ao desmatamento e a assentamentos humanos que invadem seu território.

No entanto, eles têm visão restrita e, quando assustados, podem se defender com as garras dianteiras, que são tão longas quanto canivetes.

Os estudos de caso de dois ataques fatais de tamanduás gigantes foram descritos na revista “Wilderness and Environmental Medicine”, que divulgou o artigo este mês na internet, antes de sua publicação em versão impressa, prevista para dezembro.

“Ambos eram fazendeiros, estavam caçando e foram atacados por animais feridos ou encurralados”, explicou o principal autor do estudo, Vidal Haddad, da Escola de Medicina da Universidade do Estado de São Paulo, em Botucatu.

Reação

No primeiro caso, um homem de 47 anos estava caçando com os dois filhos e seus cães quando deram de encontro com um tamanduá-bandeira na cidade de Cruzeiro do Sul, no Acre. O caçador não atirou no animal, mas se aproximou dele exibindo a faca. O tamanduá ficou de pé nas patas traseiras e agarrou o homem com as dianteiras, causando ferimentos profundos em suas coxas e braços.

O outro caso ocorreu em 2010 com um homem de 75 anos, em Jangada, no Mato Grosso. Ele morreu quando um tamanduá usou suas longas garras dianteiras – que costumam auxiliá-lo a cavar na busca por formigueiros – para perfurar sua artéria femural, situada entre a virilha e a coxa.

“Estes ferimentos são muito sérios e não tenho forma de saber se foi um comportamento de defesa adquirido pelos animais”, disse Haddad, que assina o artigo junto com Guilherme Reckziegel, Domingos Neto e Fábio Pimentel.

Ele ressaltou que esses ataques são raros, mas disse que são importantes porque revelam a necessidade de as pessoas darem mais espaço aos animais selvagens.

Os tamanduás-bandeira comem principalmente insetos, mas também apreciam laranjas e abacates, segundo a cuidadora Rebecca Lohse, que trabalha com estes animais em cativeiro no Zoológico Reid Park, em Tucson, Arizona. “São animais que podem se assustar subitamente. Aviões passando, serras elétricas e sopradores de folhas podem assustá-los”, afirmou. “A forma como se defendem é ficando de pé nas patas traseiras e agitando as dianteiras”, explicou.

“Eles têm antebraços incrivelmente fortes e as garras têm vários centímetros”, acrescentou, destacando que os cuidadores costumam evitar o mesmo espaço dos animais, conduzindo-os para áreas cercadas diferentes quando se aproximam para limpar seus recintos.

Reportagem

http://matogrossonoticias.com.br/meio-ambiente/estudo-relaciona-ataques-de-tamanduas-no-pais-a-perda-de-habitat/124406

 

Encontro de CERRADANIA

XIII ENCONTRO DOS POVOS DO GRANDE SERTÃO VEREDAS
DIAS: 25, 26 e 27 de julho de 2014
GuimaraesRosa

arquivo ilustrativo Correio Brasiliense

Um evento muito positivo para a reflexão e valorização dos povos do cerrado.
Fazemos o registro neste blog ” Cerradania” uma prova de valorizar nossos caminhos da arte , cultura, principalmente dos povos do cerrado..
A energia local, louvar ao propósito de enaltecer a obra de João Guimarães Rosa.
Parabens,  proximo evento faremos o possivel para estar presente.

PROGRAMAÇÃO 
25/07/14 – Manhã (sexta-feira)
Credenciamento
08:00 horas – Abertura da Feira de Artesanato e Produtos do Cerrado
Abertura do Corredor da História e Casa Sertaneja e Venda Sertaneja e Estandes Institucionais e Ponto de Cultura “Seu Duchin”
10:30 horas – Vídeo no Caminhão Museu “Sentimentos da Terra”
11:00 horas – Chegada da Caminhada – O Caminho do Sertão
11:30 horas – Almoço
25/07/14 – Tarde
13:00 horas – Visita Caminhão Museu “Sentimentos da Terra” e Teatro
13:30 às 15:30 horas – Mesa Redonda I – ECONOMIA SOLIDÁRIA E CRIATIVA – GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA
Articulador / Moderador – Meiry Gobira
Das: 15:45 às 16:00 horas – Vídeo no Caminhão Museu “Sentimentos da Terra”
16:00 às 23:00 horas – Apresentações Culturais
23:00 horas – Forro do Encontro
26/07/14 – Manhã
Continuação da Feira de Artesanato e Produtos do Cerrado
08:00 horas – Café Litero-musical (Biblioteca JOÃO GUIMARÃES ROSA)
08:30 ás 10:30 horas – Mesa Redonda II – O CAMINHO DO SERTÃO
11:00 horas – Vídeo no Caminhão Museu “Sentimentos da Terra”
11:30 horas – Almoço
26/07/14 – Tarde
13:30 às 15:30 horas – Mesa Redonda III – UNIDADES DE CONSERVAÇÃO E AS COMUNIDADES TRADICIONAIS
ARTICULADOR / MODERADOR – ERNANE FARIA / CESAR VICTOR
15:45 horas – Caminhão Museu “Sentimentos da Terra” e Teatro
Das: 16:00 às 22:00 horas – Apresentações Culturais
22:00 horas – Fala Oficial do XIII Encontro – Realizadores e Parceiros
23:00 horas – Forro do Encontro27/07/14 – Manhã
09:00 às 10:30 – horas – Missa Sertaneja com entrada das Bandeiras dos Ternos de Folias
10:30 horas – Caminhão Museu “Sentimentos da Terra” – Vídeo
11:00 às 12:30 horas – Apresentações Culturais
12:30 horas – Almoço
Foto: XIII ENCONTRO DOS POVOS DO GRANDE SERTÃO VEREDAS<br /><br /><br /><br />
DIAS: 25, 26 e 27 de julho de 2014</p><br /><br /><br />
<p>PRÉ-PROGRAMAÇÃO</p><br /><br /><br />
<p>25/07/14 – Manhã<br /><br /><br /><br />
Credenciamento<br /><br /><br /><br />
08:00 horas - Abertura da Feira de Artesanato e Produtos do Cerrado<br /><br /><br /><br />
Abertura do Corredor da História e Casa Sertaneja e Venda Sertaneja e Estandes Institucionais e Ponto de Cultura “Seu Duchin”<br /><br /><br /><br />
10:30 horas - Vídeo no Caminhão Museu “Sentimentos da Terra”<br /><br /><br /><br />
11:00 horas - Chegada da Caminhada – O Caminho do Sertão<br /><br /><br /><br />
11:30 horas - Almoço<br /><br /><br /><br />
25/07/14 - Tarde<br /><br /><br /><br />
13:00 horas – Visita Caminhão Museu “Sentimentos da Terra” e Teatro<br /><br /><br /><br />
13:30 às 15:30 horas - Mesa Redonda I - ECONOMIA SOLIDÁRIA E CRIATIVA – GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA<br /><br /><br /><br />
Articulador / Moderador – Meiry Gobira<br /><br /><br /><br />
Das: 15:45 às 16:00 horas – Vídeo no Caminhão Museu “Sentimentos da Terra”<br /><br /><br /><br />
16:00 às 23:00 horas - Apresentações Culturais<br /><br /><br /><br />
23:00 horas – Forro do Encontro</p><br /><br /><br />
<p>26/07/14 – Manhã<br /><br /><br /><br />
Continuação da Feira de Artesanato e Produtos do Cerrado<br /><br /><br /><br />
08:00 horas - Café Litero-musical  (Biblioteca JOÃO GUIMARÃES ROSA)<br /><br /><br /><br />
08:30 ás 10:30 horas - Mesa Redonda II - O CAMINHO DO SERTÃO<br /><br /><br /><br />
11:00 horas - Vídeo no Caminhão Museu “Sentimentos da Terra”<br /><br /><br /><br />
11:30 horas - Almoço<br /><br /><br /><br />
26/07/14 - Tarde<br /><br /><br /><br />
13:30 às 15:30 horas - Mesa Redonda III - UNIDADES DE CONSERVAÇÃO E AS COMUNIDADES TRADICIONAIS<br /><br /><br /><br />
ARTICULADOR / MODERADOR – ERNANE FARIA / CESAR VICTOR<br /><br /><br /><br />
  15:45 horas –  Caminhão Museu “Sentimentos da Terra” e Teatro<br /><br /><br /><br />
Das: 16:00 às 22:00 horas - Apresentações Culturais<br /><br /><br /><br />
22:00 horas - Fala Oficial do XIII Encontro - Realizadores e Parceiros<br /><br /><br /><br />
23:00 horas – Forro do Encontro</p><br /><br /><br />
<p>27/07/14 – Manhã<br /><br /><br /><br />
09:00 às 10:30 - horas – Missa Sertaneja com entrada das Bandeiras dos Ternos de Folias<br /><br /><br /><br />
10:30 horas - Caminhão Museu “Sentimentos da Terra”  -  Vídeo<br /><br /><br /><br />
11:00 às 12:30 horas - Apresentações Culturais<br /><br /><br /><br />
12:30 horas – Almoço

Cagaita ajuda centenas de famílias a aumentarem a renda

Vídeo do Cerratinga mostra como cooperativas e organizações parceiras têm papel fundamental na comercialização do fruto.

Uma reportagem pra ser apreciada e enaltecida como valorosa relação de Cerradania.

Árvore de cagaita (Foto: DoDesign-s)

Árvore de cagaita (Foto: Do Design-s)

 

A cagaiteira é uma bela árvore, com casca grossa típica do Cerrado e de copa frondosa coberta de folhas verdes brilhantes, que pode chegar a oito metros de altura e ocupa áreas de Cerrado da Bahia, Minas Gerais, Tocantins, Goiás, São Paulo e Mato Grosso do Sul.

A cagaita sempre esteve nos hábitos alimentares de comunidades do Cerrado, mas só mais recentemente esta fruta nativa ganhou mercado nas cooperativas da região, em forma de geleia, polpa, doce e sorvete. De fonte de alimento passou então a ser também base de sustentação, é o que explica Eurico Ribeiro em vídeo do Cerratinga.

Pequeno agricultor na região da Chapada Gaúcha-MG, ele conta que teve que deixar sua terra para a implementação do Parque Grande Sertão Veredas nos anos de 1989, mas isso garantiu a preservação da mata nativa.

Centenas de famílias perceberam o potencial das espécies típicas do bioma como fonte de geração de renda. “Buriti, coquinho, cagaita e caju têm em abundância na região. Com ajuda da Cooperativa Sertão Veredas esses produtos estão sendo processados e comercializados”, salienta Ambrosina Barbosa.

A Cooperativa Sertão Veredas conta com cerca de 200 famílias atuantes e cinco comunidades trabalham com o agroextrativismo da cagaita. Além do benefício econômico e ambiental, esta iniciativa ajuda no resgate da cultura alimentar regional, na promoção da segurança alimentar e nutricional.

Estas e outras informações podem ser vistas no vídeo sobre a Cagaita pelo link. Uma produção do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), por meio do projeto Cerratinga, que tem um papel importante na divulgação dos produtos, das formas de prepará-los e do fortalecimento do trabalho de base comunitária.

Para assistir a outros vídeos, do Baru e Maracujá da Caatinga clique aqui.

Fonte: Cerratinga

Pequeno ensaio dos mamiferos do cerrado

O Cerrado é uma vegetação predominante em grande parte do território brasileiro. Já chegou a ocupar um quarto da área do país, cobrindo dez estados, mas hoje resta menos de 20% dessa totalidade. A presença das três bacias hidrográficas, que são as maiores da América do Sul, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Prata, favorecem a biodiversidade da fauna e flora. A partir desses dados, vamos restringir o foco de observação e análise na zoogeografia do Cerrado, ou seja, o potencial faunístico desse domínio fantástico. A seguir veremos uma série de animais mamíferos que transitam nos variados subsistemas do Cerrado:

 

Anta (Tapirus terrestris) Peso adulto entre 140 a 250 kg, está presente em todos os subsistemas do Cerrado, embora se encontre com maior frequência em subsistemas de veredas e ambientes alagadiços e matas ciliares. Segundo a União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN), essa espécie encontra-se vulnerável (VU,Vulnerable).

Ariranha (Pteronura brasiliensis) Peso adulto de 20 kg, transita em mata ciliar. Segundo a IUCN, encontra-se em perigo (EM, Endangered).

Bugio-preto ou guariba (Alouatta caraya) Peso adulto: 8 a 10 kg. Apresenta-se no subsistema de mata ciliar. Segundo a IUCN, está em risco mínimo de extinção (LC, Least Concern).

 

 

 

 

 

 

 

 

Cachorro-do-mato (Cerdocyon thous)Cachorro-do-matoPeso adulto: 8 kg. Transita no subsistema de campo e cerrado. Segundo a IUCN, também está em risco mínimo de extinção.

 

Capivara (Hydrochoerus hydrochaeris). Peso adulto: 60 a 70 kg. Apresenta-se nos subsistemas de veredas e ambientes alagadiços, bem como em matas ciliares. Risco mínimo de extinção.

Cangambám ou Jaratataca (Conepatus semistriatus) Peso adulto: 1 kg. Transita nos subsistemas de campo e cerrado. Risco mínimo de extinção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cervo (Blastocerus dichotomus) Peso adulto: 100 kg. Apresenta-se com maior frequência nos subsistemas de campo, veredas e ambientes alagadiços, mata e mata ciliar. Segundo a IUCN, vulnerável (VU, Vulnerable).

Cuíca (Philander opossum) Peso adulto: 4 kg. Transita em todos os subsistemas. Risco mínimo de extinção.

 

 

Gambá (Didelphis albiventris) Peso adulto: 1 kg. Transita nos subsistemas cerradão e mata. Risco mínimo de extinção.

Gato-maracajá (Leopardus wiedii) Peso adulto: 6 kg. Transita na mata. Segundo a IUCN, é uma espécie quase ameaçada (NT, Near Threatened).

 

 

Gato-mourisco (Puma yagouaroundi) Peso adulto: 10 kg. Transita nas veredas e em ambientes alagadiços. Risco mínimo de extinção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Gato-palheiro (Leopardus colocolo) Peso adulto: 3 kg. Transita no subsistema de cerrado. Espécie quase ameaçada (NT, Near Threatened).

 

 

Irara (Eira barbara) Peso adulto: 8 kg. Transita nos subsistemas de mata e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

 

 

 

 

 

Jaguatirica (Leopardus pardalis) Peso adulto: 15 kg. Apresenta-se no cerrado, cerradão, mata e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

 

 

 

Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus) Peso adulto: 20 kg. Transita nos subsistemas de campo, cerrado e mata ciliar. Espécie quase ameaçada (NT, Near Threatened).

 

 

 

 

 

 

 

 

Lontra (Lontra longicaudis) Peso adulto: 10 kg. Transita na mata ciliar. Dados insuficientes relativos ao seu status de conservação (DD, Data Deficient).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Mão-pelada (Procyon cancrivorus) Peso adulto: 15 kg. Transita no subsistema de mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

Onça-pintada (Panthera onca) Peso adulto: 80 a 100 kg. Transita nos subsistemas de cerradão, mata e mata ciliar. Espécie quase ameaçada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ouriço-cacheiro (Coendou prehensilis) Peso adulto: 6 a 8 kg. Transita no cerradão, mata, mata ciliar, veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo de extinção.

 

Ouriço-cacheiro (Coendou prehensilis) Peso adulto: 6 a 8 kg. Transita no cerradão, mata, mata ciliar, veredas e ambientes alagadiços. Risco mínimo de extinção.

 

 

Porco-do-mato, ou queixada (Tayassu pecari) Peso adulto: 35 a 40 kg. Transita pelos subsistemas do cerrado, cerradão, mata e mata ciliar. Espécie quase ameaçada.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quati (Nasua nasua) Peso adulto: 5 kg. Transita nos subsistemas de cerradão e mata. Risco mínimo de extinção.

 

 

 

 

 

 

Raposa-do-campo (Pseudalopex vetulus) Peso adulto: 8 kg. Transita no subsistema de campo. Risco mínimo de extinção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Suçuarana (Puma concolor) Peso adulto: 60 kg. Apresenta-se nos subsistemas de campo, cerrado, cerradão, mata e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

 

 

Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) Peso adulto: 25 a 30 kg. Transita em subsistema de campo e cerrado. Situação da espécie: vulnerável.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Tamanduá-mirim (Tamandua tetradactyla) Peso adulto: 5 a 8 kg. Transita em todos os subsistemas, mas apresenta-se com maior frequência no campo. Risco mínimo de extinção.

 

Tatu-canastra (Priodontes maximus) Peso adulto: 30 kg. É encontrado nos subsistemas de campo, cerrado, cerradão e mata ciliar. Situação da espécie: vulnerável.

 

Tatupeba (Euphractus sexcinctus) Peso adulto: 3 a 4 kg. Transita em campo e cerrado. Risco mínimo de extinção.

 

Tatu-bola (Tolypeutes tricinctus) Peso adulto: 2 a 3 kg. Transita nos subsistemas de campo e cerrado. Situação da espécie: vulnerável.

 

Tatu-galinha (Dasypus novemcinctus) Peso adulto: 6 a 8 kg. Transita no subsistema de campo, cerrado, cerradão e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

Tatu-rabo-mole (Cabassous unicinctus) Peso adulto: 3 kg. Apresenta-se em subsistemas de campo e cerrado. Risco mínimo de extinção.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Veado-catingueiro (Mazama gouazoubira) Peso adulto: 20 kg. Transita no subsistema do cerradão, mata e mata ciliar. Risco mínimo de extinção.

Veado-mateiro (Mazama americana) Peso adulto: 25 a 30 kg. Transita no subsistema de cerradão, mata e mata ciliar. Não possui dados suficientes para avaliar seu status de conservação.

 

Elaborado por Eduardo de Freitas Graduado em Geografia

Oceano aberto contaminado por plásticos

Altas concentrações  de detritos de plástico flutuantes têm sido relatados em áreas remotas do oceano, aumentando a preocupação com o acúmulo de lixo plástico na superfície do oceano. Desde a introdução de materiais plásticos na década de 1950, a produção mundial de plástico tem aumentado rapidamente e continuará nas próximas décadas. No entanto, a abundância e a distribuição de detritos de plástico no oceano aberto ainda são desconhecidos, apesar da evidência de efeitos sobre organismos que vão desde pequenos invertebrados às baleias.

Foi coletados dados coletados em todo o mundo para fornecer um mapa global e uma aproximação de primeira ordem da magnitude da poluição de plástico em águas superficiais do oceano aberto.

Abstrato

Há uma preocupação crescente em relação ao acúmulo de detritos de plástico flutuando no oceano aberto.No entanto, a magnitude eo destino desta poluição são ainda questões em aberto. Usando dados da circunavegação Malaspina 2010, pesquisas regionais, e os relatórios publicados anteriormente, vamos mostrar uma distribuição mundial de plástico sobre a superfície do mar aberto, principalmente acumulando nas zonas de convergência de cada um dos cinco giros subtropicais com densidade comparável. No entanto, a carga global de plástico na superfície do oceano aberto foi estimada ser da ordem de dezenas de milhares de toneladas, muito menos do que o esperado. Nossas observações da distribuição de tamanho de ponto flutuante de detritos de plástico em pias importantes selectivas remoção de fragmentos de milímetro de tamanho de plástico flutuando em grande escala. Este coletor pode envolver uma combinação de nano-rápida fragmentação do microplástico em partículas de microns ou menor, a sua transferência para o interior do oceano por cadeias alimentares e processos de lastro e os processos ainda a ser descoberto. Resolução do destino dos restos de plástico em falta é de fundamental importância para determinar a natureza e importância dos impactos da poluição de plástico no oceano.

É tempo de urubuzar

Foi lançado no  Brazil Road Expo, que aconteceu em SP, o sistema Urubu Mobile. O aplicativo, desenvolvido pelo Centro Brasileiro de Estudos em Ecologia de Estradas, o CBEE, da Universidade Federal de Lavras, é a mais nova arma de combate ao drástico número de 450 milhões de animais silvestres mortos anualmente nas estradas do nosso país.

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Atropelamento de onça na rodovia 262, entre Miranda e Corumbá, Mato Grosso do Sul.                               Foto: Leandro Loio/Facebook.

A estimativa é do professor Alex Bager, coordenador do CBEE, e foi desenvolvida a partir de 14 estudos publicados sobre o tema no Brasil.

O sistema que já vinha sendo testado a algum tempo, consiste em um aplicativo para smartphone e tablets com sistema android. Qualquer usuário dessas tecnologias pode baixar gratuitamente e colaborar com o monitoramento de atropelamentos de fauna. Ao encontrar um animal atingido, o usuário, utiliza o aplicativo para fotografá-lo e insere dados como coordenada geográfica. A data e hora do registro são automaticamente anexados à foto e vão para o banco de dados do CBEE. Uma equipe especializada e consultores identificam a espécie. Se pelos menos três técnicos concordarem sobre os dados, ele vai para o sistema.

urubu mobile1Créditos: CBEE – Imagem de Divulgação.

Com esse aplicativo simples, mas inédito de smartphone, Alex pretende obter informações mais concretas sobre onde, quando e quais as principais espécies atropeladas. “A ecologia de estradas ainda é muito recente no Brasil e sabemos muito pouco do que realmente acontece na malha viária do país”, diz ele. “Com isso fica complicado até mesmo propor medidas de mitigação de impacto”.

O CBEE tem parceria com o ICMBio, órgãos estaduais, e organizações não governamentais, como a Rede Nacional Pró Unidades de Conservação. Essa articulação toda é vital para que o sistema seja amplamente utilizado por quem está próximo ou dentro das Unidades de Conservação e possa contabilizar com maior precisão o impacto causado pelo atropelamento nessas áreas.

Saindo do universo acadêmico, porém, a ideia é que o Urubu Mobile seja acessível a todos. “Queremos que todo mundo utilize o aplicativo”, diz Alex, “desde caminhoneiros e motoristas em geral até funcionários de concessionárias que administram as rodovias; dos adolescentes que estão no banco do passageiro a mães que levam seus filhos à escola. Enfim… Queremos que o Urubu vire uma febre e torne-se a maior rede social da conservação da biodiversidade brasileira”.

Para estimular a participação do público, o CBEE disponibilizará todos os dados de atropelamentos no seu portal, para que qualquer interessado possa saber o que acontece em sua região e se motive a colaborar.

Nos próximos dois anos a expectativa é que pelo menos  cinco mil pessoas façam parte dessa rede.

Um manual de uso do Sistema Urubu e da sua ferramenta complementar, o Urubu Web estará disponível no Portal CBEE (Publicações – Textos Técnicos).

E aí?      Vamos todos urubuzar?

 

Publicação de: *Angela Kuczach, bióloga e diretora executiva da Rede Nacional Pró Unidades de Conservação.

 

 

Central do Cerrado – Produtos Ecossociais

Citizenship actions in the Cerrado biome

Rede MAIS Vida no Cerrado

O berço das águas corre perigo

biomas do cerrado

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