Os gambás se cheiram

Um proposito em despertar em cada um,  todos , exatamente todos nós , temos a nossa relevância estabelecida por nossa relação de vida, sem prejulgamento ou preconceito de alguns valores estabelecidos por nós humanos.

Gambá capturado numa armadilha

gambá ( (Didelphis marsupialis)

Os gambás (Didelphis marsupialis) são animais com quarenta a cinquenta centímetros de comprimento, sem contar com a cauda, que chega a medir quarenta centímetros. Têm um corpo parecido com o rato, incluindo a cabeça alongada, mas com uma dentição poliprotodonte (que têm mais de dois incisivos ). A cauda tem pelos apenas na região proximal, é escamosa na extremidade e é preensil, ou seja, tem a capacidade de enrolar-se a um suporte, como um ramo de árvore.

É justamente devido à presença do marsúpio que os gambás receberam este nome. A origem da palavra é da língua tupi-guarani, onde “gã´bá” ou “guaambá” significa seio oco ou ventre aberto, referindo-se ao marsúpio onde os filhotes ficam até tornarem-se capazes de sobreviver longe dos cuidados da mãe. No Brasil, existem quatro espécies de gambás, sendo que duas delas têm distribuição no Rio Grande do Sul. São elas: a Didelphis aurita, conhecida popularmente como gambá-de-orelha-preta , e a Didelphis albiventris, mais conhecida como gambá-de-orelha-branca .                                                                                                                                                                      As patas são curtas e têm cinco dedos em cada mão, com garras. Têm marsúpio (bolsa externa de alguns mamíferos) como o cangurú e, ao contrário da maioria dos marsupiais, sua cauda é menor que seu corpo. Sua média de vida é de 4 a 5 anos.                                      Ele possui duas glândulas localizadas a cada lado da abertura anal que secretam um líquido malcheiroso,- ferozmente fedorento – um tipo de álcool chamado butilmercaptana que pode ser esguichado em até 4 metros de distância. Ocorre que aquelas glândulas só entram em ação quando o gambá está irritado ou se sente ameaçado. “É uma forma de defesa porque o forte cheiro acaba por afastar os animais que oferecem perigo”, explica a bióloga Fátima Viveiros Valente, da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Em situações normais, o gambá apresenta um cheiro característico muito mais fraco, como os outros animais.                                                                    Este mesmo odor é produzido pela fêmea na época da reprodução, para atrair o macho.                                                                             Outra estratégia para escapar dos perigos é o comportamento de fingir-se de morto até que o atacante desista.                                                          Seu hábito de fingir-se de morto é famoso. Com a aproximação do perigo o gambá amolece o corpo, deixa a cabeça pender para um lado, abre a boca e coloca a língua de fora. Embora pareça morto e nem sequer estremece quando gravemente mordido pelo predador, o cérebro do gambá permanece em plena atividade para identificar e aproveitar a menor chance de fuga.

De que forma o animal alcança esse aparente bloqueio total dos sentidos é um mistério insolúvel para os zoólogos.
São solitários, porém, na época do acasalamento, formam casais para reproduzir. Neste período o casal constroi um ninho de galhos e folhas secas.
O gambá tem hábitos noturnos, ou seja, começa a caçar e coletar alimentos durante o período da noite. A alimentação dos gambás consiste em ovos, frutos, vermes, insetos, lagartos, anfíbios e até mesmo filhotes de pássaros. Além de se alimentar de aves e seus ovos, o gambá tem especial predileção por sangue. Por isso, é conhecido como sanguinário.                                                                                      Os gambás podem reproduzir-se três vezes durante o ano, dando dez a vinte filhotes em cada gestação, que dura de doze a catorze dias.

QUAL A IMPORTÂNCIA DOS GAMBÁS PARA O MEIO AMBIENTE?                                                                                                                     Ao se alimentarem de insetos e roedores, os gambás acabam controlando o tamanho populacional desses animais, evitando o surgimento de grandes pragas urbanas. Além disso, eles também atuam como dispersores de sementes, ao se alimentarem dos frutos de diferentes espécies de plantas.

 

Baseado na publicação:

A importância de todos os animais de Willian Bach

 

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