Archive | abril 2015

Esperança na preservação do cerrado

Estudante de Jornalismo da Pontifícia Universidade Católica de Goiânia (PUC-GO) e estagiária do Jornal Opção Sarah Teófilo Marcelino é a vencedora do 2º Prêmio Tetra Pak de Jornalismo Ambiental, realizado em conjunto com a Semana Estado de Jornalismo Ambiental.

O anúncio foi feito na sexta-feira, 22, em São Paulo, pelo diretor de Desenvolvimento Editorial do Estadão, Roberto Gazzi, e pela gerente de Relações Institucionais da Tetra Pak, Daniela Alves. Os trabalhos inscritos exploraram a viabilidade do crescimento econômico sem destruir o meio ambiente. Os seis finalistas farão uma viagem, organizada pela Tetra Pak, para visitar áreas florestais no Paraná.

A universitária Sarah Teófilo Marcelino, de 21 anos, terá sua reportagem publicada no jornal “O Estado de S. Paulo” na edição de sábado, 23. Como prêmio, a vencedora receberá uma viagem para Austin, capital do Estado do Texas nos Estados Unidos, onde participará de um programa de estágio personalizado no Centro Knight para o Jornalismo nas Américas, da Universidade do Texas.

link:http://sustentabilidade.estadao.com.br/noticias/geral,fazendas-em-goias-mantem-a-esperanca-da-preservacao-do-cerrado,1548064

Peixe que só existe em Brasília está ameaçado de extinção

É dentro de pequenas poças d’água, em regiões pantanosas do Distrito Federal, que vive um dos mais curiosos habitantes de Brasília. Descoberto ainda durante a construção da capital, o pirá-brasília, peixe de cor vibrante e que não existe em ambientes naturais de nenhum outro lugar do Brasil ou do mundo, tem um ciclo de vida intrigante, que segue o regime de chuvas do Cerrado.

Antes de cada estiagem, os pirás-brasília deixam ovos enterrados em meio ao lodo das poças d’água. Quando estas secam, a população adulta, inevitavelmente, acaba morrendo. Mas basta que o habitat se refaça, com a volta das chuvas, para que os ovos se rompam e uma nova geração povoe os brejos. O sumiço e o reaparecimento dos pequenos peixes — que chegam em média a cinco centímetros de comprimento, na vida adulta — fazem com que eles também sejam conhecidos como peixes das nuvens, por “caírem do céu” com as chuvas.

“Esse peixe é genuinamente brasiliense”, conta orgulhoso José Buitoni. A semelhança entre o sobrenome do zoonaturalista de 85 anos e o nome científico do pirá-brasília (Simpsonichthys boitonei) não é coincidência. Ex-funcionário do Museu Nacional e do Jardim Zoológico do Rio de Janeiro, ele chegou à região onde seria construída a capital federal, em 1956, para fazer o levantamento das espécies animais. Foi durante uma expedição ao córrego Riacho Fundo, nas proximidades do Jardim Zoológico — instituição que Buitoni também tinha como missão organizar e estruturar — que ele se deparou com o pirá-brasília.

Peixe que só existe em Brasília está ameaçado de extinção

Riscos
Apesar dos esforços do zoonaturalista, que por 25 anos tentou espalhar o peixe pelos brejos do DF, fatores como a ocupação desordenada do solo e a poluição da água acabaram levando o pirá-brasília à lista de animais ameaçados de extinção. “Muito do ambiente dele foi destruído e apenas algumas ilhas de vegetação com cursos d’água preservados são adequados para manter as populações”, explica o biólogo da Universidade de Brasília e pesquisador da espécie, Pedro De Podestà. Segundo ele, é muito difícil estimar quantos indivíduos existem hoje. “Esse é um desafio: identificar os locais de ocorrência e monitorá-los.”

Buitoni e De Podestà mostram grande preocupação com o futuro do pirá-brasília, que em 1995 quase foi escolhido como símbolo da capital — acabou perdendo uma disputa polêmica e apertada para o lobo-guará. Os estudiosos concordam que se não fossem as unidades de conservação (áreas de proteção da natureza), o peixe não seria mais encontrado. Os únicos locais em que se tem certeza da existência de pirás-brasília na atualidade são a Reserva Biológica (Rebio) do Guará, próximo ao Setor Lúcio Costa e onde nasce o Córrego Guará, afluente do Riacho Fundo, e a Reserva Ecológica do IBGE, no Jardim Botânico, cortada pelo Córrego Taquara.

“Apesar de tão ilhada dentro da matriz urbana, a Rebio do Guará ainda consegue ter espécies raras de flora e fauna, como o pirá-brasília”, observa Ana Lira, gerente de unidades de conservação de proteção integral do Instituto Brasília Ambiental (Ibram). A instituição gere a reserva do Guará, cujo plano de manejo deve ser concluído ainda em 2015. “Ele prevê o zoneamento, com a indicação das áreas mais sensíveis — como na qual o pirá-brasília ocorre — e contempla programas de monitoramento e de educação ambiental, inclusive um específico para a conservação de rivulídeos (tipo de peixe de água doce) como o pirá-brasília”, explica a engenheira florestal.

Peixa que cai das nuvens AgenciaBrasilia

Reserva Biológica do Guará
A proteção dos 202 hectares da Rebio do Guará garante a manutenção das matas em torno da nascente do Córrego do Guará, integrante da Bacia Hidrográfica do Rio Paranoá, assim como de um tipo de vegetação típica do Cerrado, os campos de murundus. Além disso, com o Parque Ezechias Heringer, o Jardim Zoológico e a Área de Relevante Interesse Ecológico Santuário de Vida Silvestre do Riacho Fundo, forma um corredor ecológico que alcança o Lago Paranoá.

reportagem de

Étore Medeiros, da Agência Brasília

Parque de marco histórico, religioso e ambiental

Foram cinco anos de trabalho para inserir um conceito de importante conotação na grande mídia.. CERRADANIA.

A contemplação do por do sol no Parque Ecológico Dom Bosco

O espaço onde se edificou a Ermida Dom Bosco , sempre foi um marco histórico e religioso para a sociedade, neste momento comemorativo escrevemos, mesmo que timidamente, a questão ambiental pela criação do Parque Ecológico Dom Bosco.

Resultado de imagem para por do sol ermida dom bosco

Parque Ecologico Dom Bosco

Vejam a reportagem do DFTV , as 12:00 horas ,  dia 21 de abril de 2015 – Comemoração dos 55 anos

http://globotv.globo.com/rede-globo/dftv-1a-edicao/

O inesperado em meio ao Cerrado

Serras, dunas e belas paisagens no deserto do Jalapão

posição geografica do Jalapão

posição geografica do Jalapão

Jalapão

Jalapão – divulgação

“O sertão vai virar mar e o mar vai virar sertão”. Esta frase de Euclides da Cunha, escrita em sua obra “Os Sertões” representa muito bem o que aconteceu a milhões de anos no Jalapão. Com altitude variando entre 200 e 400 metros acima do nível do mar, acredita-se que aquilo tudo tenha sido oceano, já que o solo arenoso faz parte de todo o sudoeste do estado do Tocantins.

A imagem predominante da região são chapadões e serras e a maior entre elas é a do Espírito Santo. Para conhecê-la vale a pena acordar cedo e se preparar para uma subida bem puxada de aproximadamente um quilômetro. Antes que você entre em exaustão, há estrategicamente colocados quatro banquinhos pelo caminho para poder descansar e contemplar a maravilhosa vista. Para aqueles que cansam fácil, os guias prepararam uma bebida poderosa, o “Jalapower”, que nada mais é que soro caseiro, limão e suco de caju bem gelado.

Com o pique reforçado fica mais fácil perceber a riqueza da flora na Serra e os chapadões a perder de vista da região. É possível também ver a Serra Geral, que faz divisa entre o Estado do Tocantins e o Estado da Bahia.

Pelo caminho é possível encontrar a Jalapa, planta que deu origem ao nome Jalapão, várias Canela de Ema, pés de Cajuzinho, de Maracujazinho do cerrado, a sugestiva planta Pau Doce, usada como abortivo pela comunidade local e a Vergantesa, que dizem por lá ser afrodisíaca.

Para os olhos – Ao chegar ao topo caminha-se mais três quilômetros em um terreno plano. A caminhada leva à outra extremidade da Serra. De lá a paisagem muda e as falésias enchem os olhos. O mais curioso, é que a força do vento quando bate no platô faz um barulho como se fosse oceano.

O processo de erosão da Serra deu origem às Dunas que foram formadas aos seus pés. De cor alaranjada, devido aos paredões de arenito de cor avermelhada, o vento traz as partículas da rocha, o dióxido de ferro, que acabam caindo nas dunas, deixando-as coloridas e diferente do que você jamais viu. Embaixo das dunas um pequeno córrego, com água rica em ferro é um refresco para os pés, já que sua profundidade não passa de 20cm.

O Jalapão também é chamado de deserto, não pelas suas características, mas pela sua densidade demográfica, umas das mais baixas do Estado com 0,8 habitantes por quilômetro quadrado. Daí a preocupação em mantê-lo intacto. Sensíveis à pisadas, quanto menor o número de visitantes na área, maior a chance de que essa maravilha da natureza dure para as próximas gerações.
Baseado na reportagem Webventure – Sebrae-TO.

OMISSÃO OU CONIVENCIA: Ocupações irregulares de áreas públicas no Distrito Federal

O  uso irregular de áreas públicas, áreas verdes, praças, unidades de conservação, parques e demais espaços destinados ao trânsito, proteção ambiental, lazer, áreas sujeitas a tutela e ao poder de polícia da Administração Pública, com foco na omissão ou conivência dessas ocupações, configuradas em todas as regiões administrativas do Distrito Federal, com ênfase nas regiões do Lago Sul e Norte, fatos que contribuem para a degenerescência da qualidade de vida no Distrito Federal.

Summary:

The paper discusses the irregular use of public areas, green areas, parks, conservation areas, parks and other spaces for transit, environmental protection, leisure areas subject to supervision and police power of the Public Administration, focusing on the omission or connivance of this occupation, configured in all administrative regions of the Federal District, with emphasis on the regions of South and North Lake, a fact that contributes to the degeneration of the quality of life in the Federal District.

As ocupações irregulares de áreas públicas no Distrito Federal não estão restritas as regiões de baixa renda e aos condomínios. Nas regiões com as maiores rendas per capita do Distrito Federal, a ilegalidade está por toda parte, basta observar o Lago Sul e Norte: Dados de um levantamento da Agência de Fiscalização (AGEFIS) do GDF mostra que 55% do território dessas regiões estão ocupados irregularmente. A maioria dos donos de lotes avançou sobre áreas verdes, colocando cercas além dos limites permitidos e expandindo ilegalmente seus imóveis.

Segundo dados da AGEFIS, o Lago Norte tem 1,2 mil hectares de extensão e, desses, 660 hectares correspondem a áreas públicas cercadas indevidamente e ocupadas às margens da lei. O levantamento foi realizado por um sistema de geoprocessamento. Os técnicos cruzaram dados da área ocupada com informações dos lotes registrados nos ofícios de imóveis do DF. A partir do trabalho, eles constataram que o tamanho dos imóveis que consta dos cartórios não condiz com a realidade. Ou seja: os terrenos avançaram sobre área pública, mas os proprietários não pagaram nada ao Estado pelo aumento de patrimônio.

As maiores ocupações de áreas públicas estão nos fundos dos lotes e nas esquinas. Nos terrenos que ficam na beira das vias principais e são poucos casos em que a cerca está construída nos limites legais. Alguns, entretanto, avançam até sobre a calçada. No fundo dos imóveis, há situações em que as passagens de pedestres ficam praticamente impossibilitadas.
As individualizações das áreas verdes nas Regiões Administrativas do Lago Sul e Lago Norte começaram com as ocupações e construções das suas respectivas residências, há décadas, quando incluíram o ajardinamento das áreas verdes lindeiras em seus projetos imobiliários. De lá para cá, o que já era uma discreta individualização transformou-se em um flagrante isolamento das suas propriedades particulares.Basta observar, os limites das propriedades que, em sua grande maioria esta configurada a usurpação do espaço público.

São diversas formas e modos de privatização das áreas: Edificações de moradias; Contenção por muros; Cercas e alambrados nas divisões laterais e de fundos; Implantação de pisos, piscinas, campos de esportes (vôlei/futebol e outros); Churrasqueiras; Supressão de vegetação nativa do cerrado com plantio de plantas exóticas, pomares; canis e outras criações.

Baseado na Lei do o Código de Edificações do Distrito Federal. A Secretaria de Ordem Pública e Social do Distrito Federal – SEOSP mantem em seu site oficial, a seguinte mensagem: INVASÃO EM ÁREA PÚBLICA é a ocupação ilegal de terrenos públicos, áreas que pertencem ao Estado. Para erguer habitação ou obra é preciso de Licença para Construção que é expedida pela Administração Regional.

O cidadão que ocupar irregularmente área pública será punido com as seguintes penalidades: advertência, multa, embargo parcial ou total da obra, interdição parcial ou total da obra ou da edificação, demolição parcial ou total da obra, além de apreensão de materiais, equipamentos e documentos.

O interesse público deve prevalecer, salientando que parte dos moradores dessas regiões, em destaque, são pessoas que participam ou detém a possibilidade de viabilizar as decisões sobre a aplicação das leis para a manutenção das áreas como públicas em detrimento às áreas privadas.

Além de coibir novas invasões é preciso desconstituir o que foi e está sendo ocupado irregularmente.

Há décadas, a sociedade aguarda ações pelos princípios constitucionais definidos da Administração Pública, Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência e pela ética do princípio do bem comum.

Vale ressaltar que cuidar bem, não traduz no direito de possuir áreas publicas sem propiciar a outros de adquirirem também, sem o devido processo legal da licitação.
Considerações finais

Não há que se falar em pagar taxa com aumento de Imposto Predial e Territorial Urbano-IPTU, assim seria, ato para institucionalizar uma área que não não é particular.

Não há que se discutir a boa-fé, considerando que a propriedade foi adquirida com tamanho além do documento de posse. A questão é legal, de foro de justiça e respeito a todos os cidadãos, que moram e se estabelecem na legalidade em sua restrita área de direito privado. O que é coletivo não se restringe aos bens do Estado e, muito menos ao Governo, pertence a toda sociedade.

A sociedade precisa se atentar contra argumentos da segurança privada, bom zelo, cuidados, etc. e tal, atenção ao PDOT, para evitar mudanças nas destinações e utilizações das áreas em destaques.

A qualidade e a preservação do meio ambiente começa na nossa casa, nas cidades, nas escolas e nas comunidades, proteger e conservar o meio ambiente, evitando o desmatamento do bioma cerrado, controlar a poluição e a melhor contribuição que o Homem pode dar a Natureza. Conservar o meio ambiente não é problema somente dos governos, mas de todos que vive na cidade criada por JK e sonhada por Dom Bosco. E o desrespeito às normas existe desde a sua criação e, perpetua das áreas mais abastadas até a configuração de expansão do espaço urbano.

Referencias Bibliográficas:

ALMEIDA, Josimar Ribeiro de; BASTOS, Anna Christina Samargo; SILVA, Dalton Marcondes; MALHEIROS, Telma Marques, Política e planejamento ambiental. 3. ed. rev. e atual – Rio de Janeiro: Thex, 2009.

BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo: Saraiva,2004.

BRASIL. Código civil: Lei no 10.406, de 10.1.2002 acompanhada de legislaçãocomplementar, súmulas e índices. 54. ed. São Paulo: Saraiva, 2003.

BRASIL. Estatuto da Cidade Lei n° 10.257, de 10 de julho de 2001. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/LEIS_2001/L10257.htm 14/1/2011.>.

DISTRITO FEDERAL. LEI Nº 2.105, DE 8 DE OUTUBRO DE 1998. Dispõe sobre o Código de Edificações do Distrito Federal.

DISTRITO FEDERAL. SEDUMA (2007) Plano Diretor de Ordenamento Territorial do Distrito Federal – Documento Técnico – Versão Final – Novembro/ 2007. Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente – Governo do Distrito Federal.

DISTRITO FEDERAL. Uso e ocupação do solo no Distrito Federal / Secretaria de Estado de Infraestrutura e Obras / Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos. – Brasília, 2004. 24 p.

MEIRELLES, Hely Lopes. Direito Municipal Brasileiro. 16. ed. Atualizada Márcio Schneider Reis e Edgard Neves da Silva. São Paulo: Malheiros Editores, 2008.

MELLO, Celso Antônio Bandeira de. Curso de Direito Administrativo. Curso de Direito Administrativo. São Paulo: Malheiros Editores, 1993.

FRANCISCO MACIEL BARBOSA -Especialista em Gestão e Perícia Ambiental- Mestrando de Educação – Iberoamericana / IDEIA

Parques nacionais brasileiros batem recorde de visitações

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (GO) bateu recorde de público em 2014 (39 mil turistas), quase 10 mil a mais do que em 2013

O país de maior potencial em turismo de natureza do mundo, de acordo com estudo do Fórum Econômico Mundial, registrou, em 2014, um número recorde de turistas brasileiros e estrangeiros em seus parques nacionais.                 Apenas o da Tijuca, na cidade do Rio de Janeiro, recebeu 3,1 milhões de visitantes, número que cresce ano a ano desde 2011. Da mesma forma, o Parque do Iguaçu (PR), famoso pelas Cataratas, também alcançou um número inédito: mais de 1,5 milhão de pessoas.

O ministro do Turismo, Vinicius Lages, afirma que o órgão prepara as cidades do entorno para lidar com o aumento de visitantes, investindo em qualificação profissional, e viabiliza recursos para a infraestrutura dos parques em parceria com o ICMBio. “O potencial de crescimento é enorme. As belezas naturais podem atrair um número cada vez maior de visitantes”, disse.

A visitação de parques nacionais passou de 1,9 milhão em 2006 para 6 milhões em 2013. Os números de 2014 ainda não foram fechados pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio), responsável pela administração dos parques.

Os Estados Unidos registram mais de 282 milhões de pessoas nos 401 sítios administrados pelo National Park Service, órgão federal responsável pelos parques americanos. Eles geraram US$ 30 bilhões de receita e 252 mil empregos com a visitação desses parques.

A procura pelo turismo de natureza é uma tendência mundial. Segundo a Organização Mundial do Turismo, a expansão do segmento está entre 15% e 25% ao ano. A fim de preparar o País para atender a essa demanda, o Ministério do Turismo considera a estruturação dos parques e o aumento das visitações como prioridade estratégica do Plano Nacional do Turismo (PNT).

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (GO) é um exemplo de como o investimento em infraestrutura pode impulsionar a visitação. O recorde de público foi no ano passado – 39 mil turistas, quase 10 mil a mais do que em 2013.

O resultado se deve, segundo Carla Guaitanele, chefe da unidade, a dois fatores: deixou de ser obrigatória a presença de guias acompanhando os turistas e foi concluída uma obra de asfaltamento da rodovia que leva à Vila de São Jorge, no município de Alto Paraíso (GO), porta de entrada para a Chapada.

Outro exemplo de parque que registrou recorde de visitação é o de Itatiaia, no Rio de Janeiro. Com localização privilegiada, próximo a grandes centros emissores de turistas, como São Paulo e Rio de Janeiro, e com fácil acesso por meio de rodovias, o Parque Nacional de Itatiaia recebeu 118 mil turistas em 2014.

Turismo sustentável                                                                                                                                                            Em janeiro, uma resolução das Nações Unidas reconheceu o turismo sustentável como ferramenta para viabilizar economicamente a proteção de unidades de conservação, bem como para o desenvolvimento local.“A resolução da ONU prova a relevância do turismo e pede ações específicas, além de ajudar governos a priorizar atividades que tornem o turismo uma das forças para o bem. Mas isso deve ser feito, ao mesmo tempo em que sejam eliminados os impactos do turismo nos recursos naturais. Eficiência é algo com o qual estamos preocupados”, avalia Dirk Glaesser, diretor do programa de desenvolvimento sustentável da Organização Mundial do Turismo (OMT).

Fonte:
Ministério do Turismo

Central do Cerrado – Produtos Ecossociais

Citizenship actions in the Cerrado biome

Rede MAIS Vida no Cerrado

O berço das águas corre perigo

biomas do cerrado

Citizenship actions in the Cerrado biome

WWF - Latest

Citizenship actions in the Cerrado biome

ISPN

Citizenship actions in the Cerrado biome

Cerratinga

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Rede Cerrado

Citizenship actions in the Cerrado biome

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Museu do Cerrado

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Simple life on a little piece of land.

Cerradania

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