Archive | maio 2015

O surpreendente melão de são caetano

Uma planta muito simples consegue matar até 98% de células cancerígenas e também frear o diabetes.

MELÃO DE SÃO CAETANO (Momordica charantia). Erva da família das cucurbitaceae, tambêm conhecida como erva de São Caetano, fruto de cobra, erva das lavadeira e melãozinho. Trata-se de um cipó herbácio, de cheiro desagradável, caule sulcado e fino, ramos quadrangulares, folhas palmatífidas, e alternas, flores amarelo-pálidas ou brancas em cachos ou corimbos, solitárias masculino e femininas, e fruto abrindo-se em três válvulas espinhosas, cor-de-ouro, tendo, no interior, as sementes cobertas de um arilo vermelho de 1.6 à 3 centímentros de comprimento. O fruto é uma cápsula coberta de protuberâncias moles, de constência carnosa, amarelo-avermelhado quando maduros. As semente são comidas pelas crianças e muito procuradas pelos passarinhos e crianças. Suas folhas clareiam a roupa e tiram machas. Todo o fruto é comestível quando novo.

melão-de-são-caetano (Momordica charantia)

Uma planta muito simples consegue matar até 98% de células cancerígenas e também frear o diabetes.                     O texto foi traduzido e adaptado do artigo original, escrito pelo Dr. Frank Shallenberger, e o link dessa versão encontra-se no final da matéria. 

Falamos sobre outra planta que seguramente mata o câncer de fome com tanta eficácia quanto uma quimioterapia. Na verdade, funciona inclusive no câncer de pâncreas, um dos mais difíceis de se combater.

A planta é um vegetal comum da Ásia e que tem o nome de melão amargo, sendo popular na região de Okinawa, no Japão.

O suco do vegetal, na concentração de 5% em água mostrou ter um potencial assombroso de lutar contra o crescimento dos quatro tipos de cânceres pancreáticos pesquisados, dois dos quais foram reduzidos em 90%, e os outros em incríveis 98% apenas 72 horas após o tratamento!

Pesquisadores da Universidade de Colorado aplicaram doses em ratos que seriam proporcionais a humanos, e eles apresentaram uma redução em 64% do tamanho de seus tumores, sem efeitos colaterais. Esse nível de melhora ultrapassa os alcançados atualmente com o uso de quimioterapia para um tipo de câncer tão letal.

O responsável pela pesquisa na universidade, Dr Rajesh Agarwal, observou o costume chinês e indiano de usar o fruto em remédios para diabetes. Vendo que esta doença tende a vir antes do câncer pancreático, o doutor associou as ideias, criando novos rumos nas investigações existentes.

A dose utilizada foi de seis gramas de pó do melão amargo para um adulto de porte médio (75 quilos). Os grandes laboratórios e companhias farmacêuticas buscam encontrar petroquímicos patenteáveis que obtenham o mesmo resultado que Deus colocou nesse vegetal. Eles ficam boquiabertos como uma planta tão despretensiosa consegue desnutrir o câncer sem precisar de nenhuma química complexa.

No centro médico da Universidade de Saint Louis, a Dra. Ratna Ray, Ph. D. e professora de patologia, liderou pesquisas similares, testando primeiramente em células de câncer de mama e próstata e depois experimentando em cânceres da cabeça e pescoço, que embora representem 6% apenas dos casos, são agressivos e se espalham facilmente, começando por vezes pela boca, garganta, nariz.

Com efeito, após quatro semanas de tratamento controlado em animais, o volume e crescimento dos tumores reduziu. A doutora ressalta: “É difícil medir o resultado exato do tratamento com o extrato de melão amargo no crescimento das células, porém combinado com as terapias e remédios existentes, pode auxiliar na eficácia do combate ao câncer.”

Pesquisadores descobriram recentemente que a síndrome metabólica é amenizada pelos benefícios no metabolismo glicólico. Ótimas notícias, pois não se destrói o câncer por uma via só, e eu acredito que deve ser multifocal: em outras palavras, fortalecer o sistema imunológico, desintoxicar, eliminar infecções dentais e materiais tóxicos dos dentes, alcalinizar o organismo, oxidar o corpo com terapia com oxigênio, e prover nutrientes específicos para dar uma “chave de braço” nos caminhos particulares do metabolismo do câncer.

Todas as células cancerosas mostram uma produção anormal de energia que utiliza fermentação ineficiente de glicose. O melão amargo pode ser um excelente aliado ao combate dessa produção de energia anormal. Você pode encontrá-lo na maioria das lojas naturais ou comprar online.

Segue ai uma deliciosa receita com o melão:

Sopa de Melão Amargo com costela de porco

 Ingredientes: (para 2 porções)

4 copos de água
4 pedaços mais ou menos quadrados, de costela de porco ( de aprox. 6 cm)
2 colheres de molho de soja
1 pimenta dedo de moça fatiada em rodelinhas (sem as sementes)
1 cravo-da-índia
1 dente de alho
1 melão amargo
1 colher de zeite
1 folha de louro
1 pitada de açafrão da terra
sal à gosto.

Escrever sobre plantas terapêuticas exige responsabilidade e cuidados, mas vale a pena conferir o estudo com essa planta. O artigo original  aqui.

Abelhas sem ferrão em área do cerrado

As plantas oferecem recursos florais como pólen, néctar, óleo, resinas e aromas aos seus visitantes, dentre os quais se destacam as abelhas. Além desses recursos, utilizados na própria alimentação e de suas crias, na construção e defesa do ninho e na atração sexual, as abelhas buscam também, nas plantas, abrigo para a construção de seus ninhos. As plantas também servem de local para o acasalamento, marcação territorial e para repouso.

Melipona rufiventris uma abelha social brasileira, meliponíneos. É conhecida popularmente como Uruçu-Amarela, Tujuba, Tujuva, Tiúba, Tiúva e Teúba

O cerrado abriga uma grande variedade de ecossistemas que proporcionam uma diversidade de nichos para as abelhas. Muitas espécies de plantas nestes ambientes servem de abrigo para as abelhas construírem seus ninhos. Ninhos de abelhas sem ferrão, Meliponini, são localizados, principalmente, em cavidades pré-existentes, em galhos e troncos, de árvores vivas ou mortas (Rêgo & Brito, 1996 a, b; Maia, 2004; Rêgo et al, 2007; Rêgo et al, 2008).

No cerrado, com fisionomia de “cerradão”, tem se diagnosticado que 88% dos meliponíneos (abelhas sem ferrão) que aí residem, constroem seus ninhos em “folha larga”, Salvertia convallariodora, uma árvore da família Vochysiaceae, muito abundante nesta localidade. Além de nidificarem, em seus troncos ocados, as abelhas coletam também, neles, a resina que utilizam como material de construção e defesa do ninho, além de visitar suas flores para a coleta de néctar, embora não sejam os polinizadores desta planta.

Também inserido no bioma cerrado, este se apresentando bastante fragmentado (e com um misto de vegetações alteradas, incluindo também matas mesofíticas e ciliares) 60% dos ninhos aí diagnosticados, em substratos arbóreos (Maia, 2004), encontrava-se em Tabebuia alba (Bignoniaceae) na mata mesofítica e 20,6% na mata ciliar. Dentre os ninhos aí localizados destacaram-se os de: Melipona sp., Tetragona dorsalis e Scaptotrigona postica.
Onde as áreas de cerrado típico estão ficando cada vez menores (em função principalmente das monoculturas e queimadas freqüentes), ninhos de abelhas sem ferrão foram localizados, principalmente, em galhos e troncos ocados de sucupira amarela – Pterodono aff. polygalaeflorus (Fabaceae), piqui – Caryocar brasiliensis (Caryocaraceae), folha larga – Salvertia convallariodora, (Vochysiaceae), pau terra – Qualea parviflora (Vochysiaceae), puçá – Mouriri grandiflora (Melastomataceae) e caixamorra – Sclerolobium paniculatum (Caesalpiniaceae) (Fig. 2).
Dentre os ninhos de abelhas nestas e em outras árvores, destacam-se os de “tubi” (Scaptotrigona postica e Scaptotrigona sp.), boca de vidro (Tetragona dorsalis), limão (Lestrimellita sp.), tiúba (Melipona fasciculata), jataí (Tetragonisca angustula) e uruçu (Melipona sp.)
As espécies maiores, como a uruçu e a tiúba, estas já pouco abundantes, em estado natural, no cerrado, abrigam-se em árvores de troncos mais espaçosos, o que está ficando escasso na região de cerrado, em função do freqüente corte de madeira.
Muitos atos predatórios, sobre os substratos de nidificação das abelhas, têm sido observados. Queimadas, a ação de meleiros, areação de solo, derrubada da vegetação natural,etc., são algumas das práticas nocivas à conservação das abelhas que interferem nas interações florísticas e portando, na própria manutenção dos ecossistemas.
Ações como a criação racional de abelhas silvestres , a concepção e realização de trilhas ecológicas para a observação dos ninhos, o cultivo de “jardins de polinizadores” e o repovoamento de espécies raras são algumas atitudes necessárias para conservação das abelhas e dos seus ecossistemas florísticos.

Alguns conceitos básicos: Meliponini é uma tribo de abelhas da família Apidae, mesmo grupo que inclui também as abelhas melíferas mais conhecidas do gênero Apis, as abelhas das orquídeas da tribo Euglossini, as abelhas carpinteiras da sub-família Xylocopinae e as mamangabas da tribo Bombini. As meliponinis são conhecidas popularmente como abelhas sem ferrão, o que não é uma denominação totalmente adequada uma vez que elas na verdade possuem ferrão, embora ele seja atrofiado e não possa ser utilizado como arma defensiva.

baseado na reportagem de http://asfdaniel.blogspot.com.br/

O sabor incrível da Baunilha do Cerrado

Favas de Baunilha do Cerrado

É muito interessante para um chef morar em um Estado como o Mato Grosso, onde há diversos microbiomas no Cerrado, além das áreas de transição em meio ao Pantanal, Chapada e Amazônia, que trazem peculiaridades de fauna e flora espetaculares.  O chef Fernando Mack exibe mudas de baunilha descobertas em Chapada: sabor único
Há plantas aqui, por exemplo, que a literatura afirma existir apenas em determinada região do País. E aqui vem o fato mais interessante: em nossas terras elas ganham um “tempero” especial, de onde surge um toque único no sabor.
Um exemplo: durante as minhas andanças e viagens de pesquisas atrás dos sabores regionais, cheguei até um tipo de murici (fruto que a literatura diz só encontrar nas regiões Norte e Nordeste do Brasil) bem especial, nativo do Cerrado, que é um pouco menor e com uma “nota remissiva” do sabor do pequi.                                                                                       Em Chapada dos Guimarães, também, já localizamos uma pimenta como que parente da Pimenta Rosa, que nada mais é do que a semente da aroeira, porém com picância, mas se trata de outra espécie. Estamos focando também as pesquisas em hortaliças comestíveis do Cerrado. Para se ter uma ideia do potencial desta descoberta, a baunilha regional não fica devendo em nada à mexicana, que é comercializada a 500 dólares o quilo.
Agora, o grande desafio é domesticar a nossa baunilha para uma produção comercial e sustentável, pois ela ainda é selvagem. Claro que, aqui, a intenção não é vender baunilha, mas sim criar receitas, desenvolver técnicas, apoiar sua produção e, com isso, proporcionar um retorno para nosso Estado e nossa gente. E vem muita coisa boa por aí! Acompanhe, aqui, o nosso trabalho.

Confira a deliciosa banana da terra grelhada com furrundu e creme de pequi.  Vai uma banana da terra madura, 100 gramas de furrundu, creme de pequi, 250 ml de leite, 60 gramas de leite condensado, duas gemas, uma colher de sopa de amido e óleo de pequi….https://www.youtube.com/watch?v=g7JhcnURzpk     com FERNANDO MACK chef, consultor gastronômico e pesquisador independente.

reportagem de http://www.midianews.com.br/conteudo.php?sid=271&cid=230815

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