Archive | novembro 2015

Os eternos ameçados Quilombolas

Me emociono ao escrever desse segmento, me sinto atacado, por relembrar que desfrutei da aguerrida luta dos meus antepassados de uma busca incensante de viver melhor e, e agradeço pela astucia do meu vô (Zé pequeno),  que insurgiu contra as perseguições e dificuldades na comunidade de Chapada do Arroz – Brejinho de Oliveira – BA.                        Não temos o que comemorar pela devastação, perseguição e atentados contra os segmento  das comunidades quilombolas em seus territórios tradicionais e, consequentemente, a destruição de seus modos de vida e a violação de seus direitos.  São  várias formas de expropriação dos territórios tradicionais das comunidades e, consequentemente, a destruição de seus modos de vida e a violação de seus direitos. Também denunciamos a destruição do Cerrado no Vale, que além de tirar o território das comunidades quilombolas, vem causando grandes impactos ambientais e diminuindo a biodiversidade regional.

quilombolas

No passado, época da escravidão no País, negros e negras se refugiavam em terras distantes a fim de se esconderem e viverem em liberdade. Essas terras ganharam o nome de quilombos. A imagem de escravidão propagada pela “história oficial” ainda permanece no imaginário das pessoas, fazendo com que a luta do povo negro e suas práticas de resistência não sejam verdadeiramente reconhecidas pela sociedade. Foi somente a partir da Constituição Federal, de 1988, que o tema quilombola entrou na pauta das políticas públicas do Governo Federal, graças à mobilização de organizações sociais. Dentre as bandeiras empunhadas pelas famílias remanescentes de quilombos, está a conquista dos títulos de posse de terra.

Atualmente, foram mapeadas e identificadas 2.847 comunidades em 24 estados brasileiros, o Centro Oeste  possui 131.

De acordo com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA). As principais dificuldades para o avanço na titulação das terras quilombolas estão relacionadas a conflitos com o agronegócio e à falta de documentação referente à titulação. Existem ainda problemas de sobreposição de suas áreas com outras protegidas, como as Unidades de Conservação.

Vítimas da histórica concentração de terras no Brasil, os quilombolas resistem para garantir a sua autonomia. Para esse povo, a terra significa mais que uma simples área para produção. Vai além de fins econômicos, representa identidade, cultura, bens materiais e imateriais e relações sociais. Portanto, terra e quilombo caminham juntos.

Desde o início da história da formação dos quilombos, um em especial virou um símbolo da resistência do povo negro no Brasil ao regime da escravidão. O quilombo dos Palmares, liderado por Zumbi dos Palmares, localizado no estado de Alagoas. Foi um dos mais importantes quilombos no período colonial da história do País. Era formado por escravos que fugiram de fazendas dos estados da Bahia e Pernambuco. Os negros e negras viviam da agricultura, pesca, caça e do cultivo do milho, banana, feijão, mandioca, laranja e cana de açúcar. Zumbi e Ganga Zumba foram os líderes mais conhecidos do quilombo dos Palmares.

Abordagem baseado nas publicações dos

http://www.cerratinga.org.br/; http://www.redecerrado.org.br/index.php/povos-e-comunidades-tradicionais

Quem são os vazanteiros

Quando nos referimos às comunidades tradicionais é muito comum que em nosso pensamento logo apareça a ideia de aldeias indígenas e quilombos. No entanto, é necessário esclarecer que o conceito de comunidades tradicionais também insere outros povos como os ribeirinhos. Este é o caso dos vazanteiros do extremo norte de Minas Gerais.

 

Ainda que encontre sérias dificuldades e possa evoluir agregando avanços tecnológicos, o modo de vida tradicional ribeirinho mostra-se sustentável ao conviver e saber tirar proveito da diversidade dos recursos naturais oferecidas pelo rio, articulando agricultura de vazante e de sequeiro (nas roças mais distantes do rio, dependentes das chuvas) com criatório de animais e pesca, como veremos adiante.

Vazanteiros

Denominação mais comum no Médio São Francisco Mineiro, os vazanteiros assim se definem na Carta-Manifesto das mulheres e homens vazanteiros: Povos das águas e das “terras crescentes” do São Francisco:

“Chamam-nos de Vazanteiros porque a nossa agricultura está associada aos ciclos de enchente, cheia, vazante e seca do rio São Francisco. Somos um povo que vive em suas ilhas e barrancas, manejando suas “terras crescentes”, tirando o sustento da pesca, da agricultura, do extrativismo e da criação de animais.”

No Médio São Francisco Baiano, a identidade vazanteiros, ainda que comum como prática, foi subsumida pela identidade quilombolas, como veremos adiante.

A origem dessas comunidades remonta ao tempo dos índios e a seus modos de usar e se relacionar com o rio. Deles, herdaram o transporte em canoas, a pesca e a lavoura de vazante. Atividades que se tornaram fundamentais para os colonizadores portugueses no século XVI, seja no tráfego pelo rio seja no fornecimento de víveres para os trafegantes e, depois, para a implantação das fazendas de gado nas imediações.

vazanteiros_21

A construção de reservatórios para usinas hidrelétricas ao longo da bacia do São Francisco vem sistematicamente reduzindo e mesmo destruindo as áreas de vazantes. E causando profundas alterações na organização e no modo de vida do povo ribeirinho. Cidades foram relocadas, povoados foram desmembrados e a população que não se dispersou buscou reconstruir seu modo de vida à beira mesmo sob as condições transtornadas. Só a barragem de Sobradinho expulsou mais de 8.600 famílias camponesas, cerca de 50.400 pessoas, imensa maioria dependente das vazantes. A gestão dos reservatórios e do volume de vazão das águas do rio unicamente em função da produção de hidreletricidade tem provocado cheias imprevistas e secas repentinas, prejudicando a agricultura de vazante e o secular modo de vida vazanteiro.

O processo de implantação de Unidades de Conservação em áreas de Comunidade tradicional pode estar associado a conservação da diversidade biológica e cultural, evitando assim o processo de desterritorialização. Logo, estas comunidades podem ser aliadas no processo de conservação dos ecossistemas presentes em seu território; haja vista que são exatamente estas áreas, por se encontrarem em melhor estado de conservação, as escolhidas para implantação de Unidades de Conservação. O Estado ao (re) territorializar se apropria de espaços comuns desterritorializando aqueles que antes ocupavam estes espaços.

Assim vivem os Vazanteiros, cultivam os alimentos nas áreas que se formam nas vazantes do rio, convivendo com a beleza das matas, lagoas e campos dos Cerrados. Possuem uma relação de simbiose com seu território e muito conhecimento acerca dos ciclos da natureza.

Bem adaptados às condições de permanentes mudanças provocadas pelas variações das águas do rio, vazanteiros e barranqueiros têm um conhecimento tradicional fruto de mais de quatro séculos de convivência com a natureza. Seguindo as orientações do curso das águas, o povo desenvolve a agricultura de vazante, lameiro e sequeiro. Todo o alimento que produzem vai para a família e o excedente é transportado em embarcações para ser vendido em mercados de cidades vizinhas.

 

Abordagem de dados da http://www.redecerrado.org.br/index.php/povos-e-comunidades-tradicionais

A saga das quebradeiras de coco

Sempre mantive o dialogo valorizando a flora, fauna,  agua, solo, pedras, monumentos, locais, viagens, causos, poesias, etc e tal. Finalmente chegou o momento de falar um pouco dos verdadeiros cerradeiros, que praticam na essência de suas vidas a cerradania, são os nossos povos do cerrado, que ao longo dos estão segregados e sempre colocados em segundo plano, alijados das políticas públicas.

quebradeiras de coco 1

Conhecedores e guardiões do patrimônio ecológico e cultural da região (…)

Os povos e comunidades tradicionais do Cerrado são a representação atual dessa sociobiodiversidade, como conhecedores e guardiões do patrimônio ecológico e cultural da região. No tocante aos povos indígenas, no bioma encontramos mais de 80 etnias. Já os povos e comunidades tradicionais abrangem quilombolas, geraizeiros, vazanteiros, quebradeiras de coco, entre outros, que convivem com o Cerrado, o conservam e respeitam.

quebradeiras de coco 2

Povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares comprometidos com a conservação do Cerrado têm um papel extremamente relevante na manutenção do Cerrado em pé.

O que queremos pra esses povos é seguir nos territórios onde vivem, queremos ampliar suas práticas sustentáveis de uso do espaço. Resistencia à muitas ofensivas das empresas, do latifúndio e às vezes até mesmo de companheiros e políticos. Mas vamos criando meios e apoio para que sigam sustentando uma vida que vale a pena ser vivida por todas e todos.

Começamos a prosa pra falar um pouquinho sobre as Quebradeiras de Coco…

Entre a Caatinga e o Cerrado, nos estados do Maranhão, Piauí, Tocantins e Pará, vivem as mulheres quebradeiras de coco babaçu. Elas somam mais de 300 mil mulheres trabalhadoras rurais que vivem em função do extrativismo do babaçu, uma das mais importantes palmeiras brasileiras.

Contra uma vida de segregação, as quebradeiras iniciaram seu processo de luta – denominado por elas de babaçu livre. O nome advém da “batalha” contra os pecuaristas, que construíram cercas em torno das áreas de incidência da palmeira, impedindo, dessa forma, a coleta do coco. Como forma de impedir a livre circulação das quebradeiras em suas terras, muitos criadores de gado, além do cercamento, transformaram babaçuais em áreas em pastos, numa atitude criminosa contra o meio ambiente e a cultura das populações tradicionais.

Fazendeiros, pecuaristas e as empresas agropecuárias cercaram as terras com consentimento e incentivos dos governos estadual e federal. Em seu ambiente, as mulheres passaram a ser pressionadas. Mas a resistência veio a partir da afirmação de uma identidade coletiva e da certeza de que sua atividade econômica era essencial para a vida delas.

Para fortalecer suas reivindicações, as mulheres criaram o Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), no ano de 1995. O MIQCB luta pelo direito à terra e à palmeira de babaçu para que possam trabalhar e manter a natureza estável, e pelo reconhecimento das quebradeiras de coco como uma categoria profissional.

A discussão política ganhou força em 1997, quando foi aprovada, no município de Lago do Junco, a Lei do Babaçu Livre, garantindo às quebradeiras o direito de livre acesso e uso comum dos babaçuais e impôs restrições às derrubadas de árvores.

A luta das quebradeiras começou no estado do Maranhão, na região do Médio Mearim, onde famílias das comunidades Centrinho do Acrízio, Ludovico e São Manoel, no município de Lago do Junco, conquistaram, após um longo processo de luta, áreas para morar e produzir. A região havia sido povoada no passado por posseiros, descendentes de escravos e indígenas.

Até os dias atuais, as quebradeiras fazem mobilizações para garantir o debate sobre alternativas de desenvolvimento para as regiões onde existe o babaçu. O movimento é predominantemente das mulheres, e por isso reserva aos homens um espaço somente nas danças e celebrações religiosas.

Da árvore do babaçu, as mulheres extraem o seu sustento. Transformam as palhas das folhas em cestos, a casca do coco em carvão e a castanha em azeite e sabão. Organizadas, criaram cooperativas para produção e comercialização de seus produtos, como farinha, azeite, sabonete e outros derivados do babaçu.

Fonte: MIQCB, Culturart e artigo de Maria Regina Teixeira da Rocha

 

 

Flores do Cerrado

 

De acordo com a Embrapa, existem por volta de sete mil espécies de plantas com flores nos Cerrados, mas, como muitas espécies continuam sendo catalogadas, acredita-se que possam existir até dez mil. Boa parte dessas plantas (44%) só existem nos domínios de Cerrado.               ( fotos de  Felipe Noronha) 

painel de flores do cerrado 1

Minerim caçador de onça

O fazendeiro estava pagando R$ 300 para quem conseguisse pegar a onça que estava comendo os bezerros da fazenda.
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Apresentou-se o compadre, pobre, necessitado, e foi se oferecendo pro serviço. Magrinho, pés no chão, chapéu e cigarro de palha, lá foi ele mata adentro, levando na mão a foice de roçar, e na cintura a garrucha de dois canos. Certa hora deu de cara com a pintada. Estava muito perto para que ele pudesse planejar o ataque. Quando a “marvada” partiu em sua direção, largou de seus apetrechos e danou-se a correr. E a onça atrás… O fazendeiro estava sentado na varanda aguardando o cair da tarde, quando vê o “cumpadre” chegar correndo sendo perseguido pelo felino. Por sorte, na hora que a onça dá o bote, ele tropeça numa pedra e cai. A onça voou por cima e caiu no terreiro, bem em frente à porta do fazendeiro. Aí o mineirinho caçador de onça gritou:
– Sigura essa aí, “cumpadi”, que eu vô buscá mais outra!

Fonte.

Tragédia prevista com o rompimento da barragem da Samarco em Minas Gerais

Estamos socializando anexo, informes sobre AS CAUSAS DO ROMPIMENTO DAS BARRAGENS DE TERRA DA SAMARCO, provocando o mais relevante acidente ambiental do século, ocorrido por dimensionamento errado do vertedouro da
barragem de terra. Isto JAMAIS  poderá e deverá se repetir.

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Estamos vivenciando um grande ato de irresponsabilidade, do poder público que não fiscalizou adequadamente e do setor privado que não teve o cuidado de garimpar no mercado profissionais com competências suficiente para promover o adequado dimensionamento técnico, deste DISPOSITIVO HIDRÁULICO DE DETENÇÃO DE SEDIMENTOS E AGUAS DAS CHUVAS, denominada barragem de contensão, no caso barragem Fundão de propriedade da SAMARCO, localizada no município de Mariana MG,, Bacia Hidrográfica do Rio do Carmo, afluente pela ME do Rio Doce.

O Estado de Minas Gerais, é um Estado privilegiado por possuir um aplicativo denominado HIDROTEC, desenvolvido pelo professor Humberto Euclides da VFV, que promove com grande facilidade o correto dimensionamento destes dispositivos hidráulicos.
A SAMARCO, dona de um MINERODUTO, que Itabira MG ao distrito de Anchieta ES, Ubú. Onde tem uma fábrica de peletização e um porto de exportação. Nós que somos especialista, temos o maior respeito as barraginhas de contenção ou detenção das águas das chuvas e ou sedimentos. Fazemos os cálculos de uma barraginha, como se fosse uma barragem grande(tucurui). Temos o maior cuidado no dimensionamento do vertedouro que deve ser posicionado obrigatoriamente em uma das ombreiras. Direita ou esquerda. Jamais a água poderá verter pela crista da barragem, pois será derrocada como aconteceu agora. Não tem o que especular.

A CAUSA DO ROMPIMENTO, VERTEDOURO SUB DIMENSIONADO. O resto é conversa fiada. Jamais um tremor de terra de pequenas magnitudes poderia ser o causador. FALTOU PROFISSIONAL COMPETENTE. Os dispositivos hidráulicos de contenção das águas das chuvas e sedimentos. São genericamente de dois tipos 1 – Barraginhas nos talvegues; 2 – Terraços nas encostas. No PBA 24 do PISF. Interferência da Transposição com a desertificação, fizemos para a GEOLÓGICA, o projeto Básico com a utilização destes dispositivos hidráulicos, nas 17 VILAS PRODUTIVAS RURAIS-VPR

Brasília DF, 06 de novembro de 2015.
artigo técnico de  JONAIR MONGIN EAFST 64, ENA 69 e IPH 70/98 Eng. Civil e Agr. CREA 5865 D/RS, Vist. RJ/DF/GO/MA;

Perfil ecossistêmico para a conservação do Cerrado

Após realizar consultas públicas com diversos atores do setor empresarial, governo, academia e sociedade civil, ao longo do ano, o diagnóstico de perfil ecossistêmico do Cerrado e as diretrizes estratégicas para manter a diversidade biológica e social da região foram apresentados , durante oficina em Brasília-DF.
A intenção, segundo os organizadores do evento, foi mostrar a versão preliminar do documento em construção e recolher propostas e contribuições dos participantes.
Esta é a primeira fase de um projeto que visa investir em ações de conservação do Cerrado, com ênfase no fortalecimento da sociedade civil nos próximos cinco anos. Esta etapa está sendo conduzida pelas instituições Conservação Internacional Brasil (CI-Brasil) e o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), sob o financiamento do Fundo de Parceria de Ecossistemas Críticos (CEPF, a sigla em inglês).
Para Kolbe Soares, analista de conservação do Programa Cerrado Pantanal que representou o WWF-Brasil no evento, “o diagnóstico construído em conjunto com as organizações participantes trouxe informações bastante relevantes em relação à identificação de áreas prioritárias no bioma para investimentos que serão proporcionados pelo CEPF nos próximos quatro anos”. Além disso, Kolbe considera que “os investimentos na conservação do Cerrado proporcionados pelo Fundo, poderão alavancar outros tipos de apoio e chamar a atenção da sociedade brasileira para a realidade preocupante que se encontra o Cerrado”.
O documento levou em consideração três critérios – grau de ameaça, existência de Planos de Ação Nacionais (PAN) e importância relativa dohotspot para a conservação da espécie – e com base nisso identificou que o bioma tem 1.270 áreas-chaves para a conservação, sendo que 218 são criticamente ameaçadas e, destas, apenas 12 tem PANs.
Para chegar a este resultado as consultas públicas analisaram aspectos políticos, socioeconômicos, de mudanças climáticas, importância biológica, serviços ecossistêmicos e conservação. Estas temáticas foram consolidadas com base na compilação de dados disponíveis para o bioma, tais como estudos, artigos, teses, livros, dentre outros. Uma das dificuldades encontradas diz respeito à falta de dados atuais sobre o monitoramento do desmatamento no Cerrado, já que as últimas informações são de 2009.
O estudo deve ser finalizado e aprovado pelo conselho de doadores do CEPF até o final de 2015, em seguida abre-se a possibilidade de apoio para projetos de conservação no bioma no período de 2016 a 2020.

Sobre o CEPF
Criado em 2000, o CEPF atua em 23 hotspot – área prioritária para a conservação –, em 89 países. Ao todo o Fundo já investiu 175 milhões de dólares nessas regiões, beneficiando 1,9 mil entidades da sociedade civil.
No Brasil, o CEPF está presente desde 2002, mas inicialmente com foco no bioma Mata Atlântica. Até 2011 foram 300 projetos apoiados à ONGs, comunidades e pequenas empresas, que desenvolvem trabalho com espécies, áreas protegidas e paisagens (conjuntos de corredores de conservação). Atualmente reúne sete doadores internacionais e pelos próximos cinco anos deverá aprovar um montante para investimento no Cerrado para garantir a proteção social e biológica do bioma.

informações do site

http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/cerrado/noticias/?48522/Aliana-de-organizaes-traa-perfil-ecossistmico-para-a-conservao-do-Cerrado

De volta ao planalto central

Depois de rever e compartilhar com amigos de longas datas, estou de volta pro meu aconchego.

soltando Cachara (Pseudoplathystoma fasciatum)

soltando Cachara (Pseudoplathystoma fasciatum)

Retorno com a certeza de que é possível utilizar da simplicidade da vida pra ser feliz.

Não pretendo evidenciar valores subjetivos de julgar o que nos faz, deixa feliz.

Apenas, constatar que é possível nesta nossa caminhada escrever no lastro de amizades, valores simples que a vida nos proporciona.

Pesquei muuuuuuuuuuuuuuito, cachara, peixe cachorro, pirara, piranha, matrinxã, entre outros.

Um pouco frustrado pela omissão dos Governos( Estado e União), em não cumprir compromissos básicos de normatizar o defeso na bacia amazônica ( vale do Guaporé). Esta ano não teremos o fechamento da pesca profissional por falta de capacidade gerencial e responsabilidade ambiental do Estado. A pesca está fechada fechada, de 15 de novembro de 2015 a 15 de fevereiro de 2016, apenas para a pesca amadora.

Central do Cerrado – Produtos Ecossociais

Citizenship actions in the Cerrado biome

Rede MAIS Vida no Cerrado

O berço das águas corre perigo

biomas do cerrado

Citizenship actions in the Cerrado biome

WWF - Latest

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ISPN

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Cerratinga

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Museu Virtual de Ciência e Tecnologia - Cerrado

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Day by Day the Farm Girl Way...

Simple life on a little piece of land.

Cerradania

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Maravilhas do Cerrado

"O uso da fotografia e cultura digital para fomento da educação ambiental"

Jim Caffrey Images Photo Blog

photography from the ground up

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