Archive | dezembro 2015

Feliz ano novo cerradense

 

Ao final de cada ano, nos colocamos a refletir sobre o que fizemos e o que faremos.

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Ninguém deveria se estabelecer neste universo de ser, sem uma missão, tarefa, ou simplesmente passar por aqui, sem deixar algo de contributivo ao seu espaço de relação. Somos matéria estabelecida com o preconceito de que somos diferentes de outros seres vivos por nossa capacidade racional. E isso, as vezes, intriga pela autodestruição que cometemos seguidamente com nossos atos de vida, principalmente, de consumo.

O cerrado, nosso espaço vivencial, tem sido abruptamente e inconsequentemente usado, sem piedade e respeito. Ainda, estamos por colocá-lo como patrimônio ambiental, em condições de igualdade com os outros biomas.

Assim, seguimos em nosso quadrado- DF- com as administrações públicas sucessivas em estabelecer estratégias políticas de programas como Brasília- cidade parque; Brasília nos parques e outros, sem estabelecer critérios gerenciais adequados de conservação e de preservação dos espaços criados como Unidades de Conservação. E, seguimos destruindo as nascentes e córregos que contribuem ativamente para a manutenção do nosso propalado Lago Paranoá e outros, vamos precisar dele, para saciar a sede de nossa comunidade. Estamos ainda produzindo lixos e mantendo em condições inadequadas de tratamento com resíduos sólidos.

Gostaria imensamente de escrever avanços pelos nossos comportamentos de cerradania, mas, não seria coerente por tudo que continuamos a fazer com o nosso espaço. As retóricas, especialmente, políticas são boas, mas a prática é adversa ao mínimo desejável de respeito ao meio ambiente.

Tudo bem, seguimos nós, devemos utilizar do dito sempre repetido e importante: Pensar globalmente e agir localmente. Talvez, pensamos globalizados  e agimos loucamente.

Amanhã poderá os herdeiros, se frustrar pelo acometimento de nossos atos no presente. Interessante que está bem definido em nossa Constituição: Garantir o meio ambiente para a presente e futura geração…

Feliz ano novo – cerradenses

Meta global restaurar 18 milhões de paisagem crítica

Lançamento internacional de notícias

Governamentais e empresariais representantes do Burundi, Honduras, Índia, Estados mexicanos, província de KPK do Paquistão e Asia Pulp and Paper anunciaram novas promessas  para restaurar até 18 milhões de hectares de florestas degradadas, como parte da conferência sobre mudança climática das Nações Unidas (COP 21 ) a ter lugar em Paris.

As contribuições vêm sob o Desafio de Bonn, uma iniciativa global lançada pela Alemanha e pela IUCN em 2011 para ter 150 milhões de hectares de terras desmatadas e degradadas sob a restauração em 2020. Esta meta foi aprovada pela Cimeira do Clima da ONU em 2014 e estendido para 350 milhões de hectares sob a restauração em 2030.

Os anúncios de  juntar-se compromissos recentes feitas através de outras iniciativas, elevando o total de Desafio de Bonn compromete-se a pouco mais de 86 milhões de hectares.

Índia se comprometeu a restaurar 13 milhões de hectares, e é o primeiro país do BRIC a assumir um compromisso Desafio de Bonn.O compromisso de restaurar um milhão de hectares por Asia Pulp and Paper – um dos maiores produtores de celulose, papel e embalagens no mundo – é o primeiro compromisso do setor privado para o Desafio de Bonn.

“A restauração florestal paisagem é uma opção sem arrependimento”, diz diretora geral da IUCN Inger Andersen. “Além de seu inestimável potencial de seqüestro de carbono, oferece todo um conjunto de benefícios, incluindo a segurança alimentar e conservação do solo na Etiópia, água para megacidades em China, e do desenvolvimento rural e emprego na Guatemala.

“É encorajador ver mais países e empresas que reconhecem o poder ea relação custo-eficácia das soluções baseadas na natureza, como a restauração da paisagem da floresta. Delegados aqui em Paris deve tomar estas soluções em consideração ao finalizar o novo acordo sobre o clima “.

Atingir a meta de 350 milhões de hectares poderia gerar US $ 170 bilhões por ano em benefícios líquidos de proteção de bacias hidrográficas, a melhoria da produtividade das culturas e produtos florestais, e poderia sequestrar até 1,7 gigatoneladas de dióxido de carbono equivalente por ano.

Antes da UNFCCC COP 21, 13 países e uma aliança regional prometeram quase 60 milhões de hectares para o Desafio de Bonn.

“Paris COP 21 ea Global Paisagens Forum 2015 não são apenas sobre os compromissos políticos. Eles são sobre ações e implementação “, diz Franzjosef Schafhausen, Director Geral, Política Climática, Ministério Federal do Ambiente, Conservação da Natureza, da Construção e da Segurança Nuclear, Governo daAlemanha.” Trazendo de volta as terras degradadas e desflorestadas pode ajudar a estabilizar o clima, enquanto forma sustentável de apoio economias globais e locais. ”

Os novos compromissos foram feitas durante o Fórum Global Paisagens numa sessão organizada pela IUCN.  06 de dezembro de 2015

Futuro do Cerrado

mapa do cerrado brasileiroO Cerrado, savana mais rica em biodiversidade no planeta, está ameaçada pelo desmatamento para expansão da fronteira agrícola. No período de 2010 a 2011, a região sofreu 12% a mais de perda da vegetação natural. Os dados foram anunciados na última quarta-feira (25), pelo Ministério do Meio Ambiente, e são resultados do Projeto de Monitoramento do Desmatamento dos Biomas Brasileiros por Satélite (PMDBBS), que indicam, ainda, que 66% da degradação das áreas nativas está concentrada, principalmente, na região MATOPIBA – estados do Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.
Embora o relatório do Terraclass do Cerrado 2013 apresentado também neste dia tenha registrado – para a surpresa de todos que acompanham de perto estes números – que 54,5% do bioma ainda mantém sua vegetação natural, há muito a ser feito e consolidado para que este problema seja considerado resolvido.
A estimativa é que 15 milhões de hectares serão perdidos no Cerrado nos próximos 15 anos, cedendo lugar para a pastagem, que já ocupa 29,5% do bioma e a agricultura, que representa atualmente 8,5%. O problema é que o ritmo dessa conversão foi bastante intenso nos últimos 30 anos e a pressão sob o segundo maior bioma do país continua intensa.
Monitorar e proteger o Cerrado é portanto vital para manutenção dos recursos hídricos no país, uma vez que das 12 grandes bacias hidrográficas existentes, oito são abastecidas pelas águas geradas neste bioma, sendo por isso considerado a “caixa d’água do Brasil”. O aumento do desmatamento no Cerrado interfere na oferta de água que abastece boa parte da população brasileira.
As unidades de conservação funcionam como verdadeiros estoque de água, e hoje, por exemplo, no Cerrado, temos menos de 10% de todo o Cerrado são unidades de conservação e, destas, menos de 3% está sob Proteção Integral.
“Não há fórmulas mágicas para lidar com o desmatamento. Uma série de soluções precisam ser adotadas por toda a sociedade e pelos governos – e algumas delas já estão à nossa disposição”, afirma Carlos Nomoto, CEO do WWF-Brasil.
Segundo ele, para proteger o Cerrado o primeiro desafio é controlar e monitorar de maneira regular e efetiva o desmatamento, além de criar e garantir a melhor gestão de áreas protegidas na região. “As UCs ajudam na proteção de nascentes de água, na regulamentação do clima, na geração de renda para povos e comunidades tradicionais e na garantia das riquezas socioculturais, por isso defendemos a instituição de mais áreas protegidas no bioma”, defende.
O WWF-Brasil contribui para uma melhor gestão e implementação das unidades de conservação existentes, por meio da ferramenta RAPPAM (Rapid Assessment and Priorization of Protected Area Management) que avalia a efetividade de gestão das áreas protegidas. Recentemente foram avaliadas mais de 80 UCs de dois estados com presença predominante do Cerrado, Minas Gerais e Goiás.
A organização também incentiva a adoção das boas práticas agropecuárias, que busca adequar a produção aos preceitos da sustentabilidade. Além disso, promove o fortalecimento da cadeia do extrativismo dos frutos do Cerrado, agregando renda para os povos e comunidades tradicionais, ao mesmo tempo que mantem o “Cerrado em pé”.
“Um lugar que tem mais de 11 mil espécies vegetais dentre elas, diversas árvores frutíferas, como o pequi, o babaçu e o baru, entre muitas outras, tem um gigantesco potencial econômico de uso dos seus recursos naturais”, explica Nomoto. Somente no Mosaico Sertão Veredas Peruaçu (Norte de MG e sudoeste da BA) existe uma potencialidade de produção sustentável de mais de 500 toneladas de frutos por ano, que podem abastecer muitos mercados nos grandes centros.
Finalmente, o CEO do WWF-Brasil defende que é necessária de maneira urgente a implementação qualificada da lei ambiental, em especial do Código Florestal.
De acordo com ele ainda é preciso celeridade para a implementação do Código Florestal, começando pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR) e posteriormente pela adequação das propriedades privadas aos Planos de Regularização Ambiental (PRA). Estes instrumentos poderão funcionar como medidas que vão permitir o planejamento e o ordenamento das propriedades, além de garantir o cumprimento do compromisso de restaurar e respeitar as áreas de preservação permanente e de reserva legal “Com um CAR/PRA perpetrado, teremos mais áreas de Cerrado protegidas, além de mais condições de melhorar o fomento das atividades produtivas e, consequentemente, da possibilidade de identificar o desmatamento ilegal no bioma”, conclui Nomoto.

publicado  http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/cerrado/noticias/?49562/O-Futuro-do-Cerrado

Geraizeiros, tradição do cerrado

As populações tradicionais, entre elas os geraizeiros, foram reconhecidas pelo Decreto Presidencial nº 6.040, nele o governo federal reconhece, pela primeira vez na história, a existência formal de todas as chamadas populações tradicionais. Ao longo dos seis artigos do decreto, que institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), o governo amplia o reconhecimento que havia sido feito parcialmente, na Constituição de 1988, aos indígenas e aos quilombolas.                        geraizeiro                                                                                        Foto: Instituto Sociedade, População e Natureza”

Assim, todas as políticas públicas decorrentes da PNPCT beneficiarão oficialmente o conjunto das populações tradicionais, incluindo os geraizeiros , entre outros.

 

Nas margens do Rio São Francisco, onde as águas cortam o norte de Minas Gerais, e na área de transição entre o Cerrado e a Caatinga, no oeste da Bahia, habitam os geraizeiros, reconhecidos como agricultores dos planaltos, encostas e vales do Cerrado. A nomenclatura destas populações advém do termo “Gerais”, entendido como sinônimo de Cerrado. Segundo seus moradores históricos, antes não havia referência ao Cerrado, apenas aos Gerais, daí o nome geraizeiros. Muitas vezes eles dividem uma propriedade comum, popularmente chamada de quintal, onde plantam e criam animais. O espaço é solidariamente ocupado, com uma diversidade de culturas produtivas, e as tradições locais selam laços de um comunitarismo único.                                                                                                    Bons conhecedores do Cerrado e das suas espécies, os geraizeiros são populações tradicionais que se adaptaram com sabedoria às características do bioma e às suas possibilidades de produção. Assim, garantem a subsistência familiar e comunitária ao longo do ano por meio do plantio de lavouras diversificadas como milho, feijão, mandioca, frutas e verduras. Os produtos que sobram são comercializados em comunidades vizinhas ou em feiras, beneficiados ou in natura. A criação de animais “na solta” também minimiza os custos e obedece a uma lógica secular que reconhece a capacidade da natureza de alimentar os seus rebanhos.

Com tal filosofia de vida e de produção, as “comunidades dos gerais”  resistem à cultura das cercas, à prática da propriedade privada e da monocultura. Estes agricultores e agricultoras, em geral, vivem sobre a mesma terra que seus pais e avós.

 

 

Indios no cerrado

Além dos aspectos ambientais, o Cerrado tem grande importância social. Muitas populações sobrevivem de seus recursos naturais, incluindo etnias indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos, babaçueiras, vazanteiros e comunidades quilombolas que, juntas, fazem parte do patrimônio histórico e cultural brasileiro, e detêm um conhecimento tradicional de sua biodiversidade. Mais de 220 espécies têm uso medicinal e mais 416 podem ser usadas na recuperação de solos degradados, como barreiras contra o vento, proteção contra a erosão, ou para criar habitat de predadores naturais de pragas. Mais de 10 tipos de frutos comestíveis são regularmente consumidos pela população local e vendidos nos centros urbanos, como os frutos do Pequi (Caryocar brasiliense), Buriti (Mauritia flexuosa), Mangaba (Hancornia speciosa), Cagaita (Eugenia dysenterica), Bacupari (Salacia crassifolia), Cajuzinho do cerrado (Anacardium humile), Araticum (Annona crassifolia) e as sementes do Barú (Dipteryx alata).           Com a crescente pressão para a abertura de novas áreas, visando incrementar a produção de carne e grãos para exportação, tem havido um progressivo esgotamento dos recursos naturais da região. Nas três últimas décadas, o Cerrado vem sendo degradado pela expansão da fronteira agrícola brasileira. Além disso, o bioma Cerrado é palco de uma exploração extremamente predatória de seu material lenhoso para produção de carvão.

indios xavantes

Os primeiros habitantes e donos da terra, onde produzem seus alimentos, reproduzem sua cultura, costumes e tradições. Assim são os indígenas, povos que conhecem bem os solos, rios, lagos, animais e plantas dos locais em que vivem. Hoje, no Brasil, vivem cerca de 800 mil índios, o equivalente a 0,4% da população brasileira, segundo dados do Censo 2010. Os índios estão em 688 terras indígenas.

As populações mais antigas do Cerrado são os povos indígenas. São Xavantes, Tapuias, Karajás, Avá-Canoeiros, Krahôs, Xerentes, Xacriabás, e muitos outros que foram dizimados antes mesmo de serem conhecidos. A grande maioria destes povos, assim como todos os povos indígenas brasileiros, foram forçados a fazer migrações constantes, devido ao avanço do colonialismo. Muitos já eram nômades, e exploravam o Cerrado através da caça e da coleta; alguns já praticavam a agricultura de coivara, ou uma agricultura itinerante, de corte e queima e posterior pousio. Muitos deles produzem grande quantidade (e com grande qualidade) de artesanato. Atualmente, a maioria destes povos está confinada em Terras Indígenas, e têm de adaptar seus modos de vida à disponibilidade de recursos, aos conflitos locais e à inclusão social. Já são muitas as organizações indígenas, e elas se fortalecem a cada dia, porém constantemente perdem batalhas para grandes fazendeiros e grandes empreendimentos. Valorizar suas culturas tradicionais, ter plenamente reconhecidos e adquiridos seus direitos e ao mesmo tempo se inserir de forma positiva na sociedade brasileira é atualmente o grande desafio destes povos.

No bioma Cerrado existem mais de 80 etnias, que no passado viviam exclusivamente da caça e da agricultura de coivara – um tipo de agricultura de corte e queima. Muitos dos Karajás, Avá-canoeiros, Krahôs, Xavantes, Xerentes, Xacriabás e Tapuias foram dizimados ou migraram forçados pelo colonialismo. Povos mais antigos a habitar esse bioma, são vítimas de conflitos locais com fazendeiros e grandes empreendimentos. Obrigados a se adaptar ao que resta de recursos naturais, valorizam o conhecimento tradicional, a cultura e lutam por seus direitos.

 

 

Principais desastres ambientais no Brasil

desastre ecologico dab samarcoConsiderado por especialistas e pelo próprio governo federal como a “maior tragédia ambiental da história do Brasil”, o rompimento da barragem da Samarco em Mariana (MG), no último dia 5, provocou a liberação de 62 milhões de metros cúbicos de rejeitos e a formação de uma onda de lama de aproximadamente 10 metros de altura, que deixou um rastro de destruição e morte. “É a maior catástrofe ambiental do país, isso é inegável. Eu vi o acidente. É impressionante o impacto na flora e nas atividades econômicas”, considerou a ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira.

1984, incêndio na Vila Socó

Em fevereiro, um falha em dutos subterrâneos da Petrobras espalhou 700 mil litros de gasolina nos arredores da Vila Socó, em Cubatão (SP). Após o vazamento, um incêndio destruiu parte da favela. Foram contabilizados, oficialmente, 93 mortos.

1987, Césio 137 em Goiânia

Em setembro, um dos mais graves casos de exposição à radiação do mundo ocorreu em Goiânia (GO), por meio da contaminação pelo material radioativo Césio 137. Na ocasião, dois catadores de lixo arrobaram um aparelho radiológico nos escombros de um antigo hospital e encontraram um pó branco que emitia luminosidade azul. Os catadores levaram o material radioativo a outros pontos da cidade, contaminando pessoas, água, solo e ar. Pelo menos quatro morreram devido à exposição, e centenas de outras desenvolveram doenças. Em 1996, a Justiça condenou, por homicídio culposo, três sócios e um funcionário do hospital abandonado. A pena foi de três anos e dois meses de prisão. Porém, as penas foram trocadas por prestação de serviços voluntários.

2000, vazamento de óleo na Baía de Guanabara                                             Em janeiro, o Ibama aplicou duas multas à Petrobras, uma de R$ 50 milhões e outra de R$ 1,5 milhão, após o vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo in natura na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro (RJ). Um acidente com um navio petroleiro resultou no vazamento. O incidente causou morte da fauna local e poluiu também o solo em vários municípios, como Magé.

2000, vazamento de óleo em Araucária.                                                          Em julho, o Ibama aplicou três multas à Petrobras, totalizando R$168 milhões, pelo vazamento de quatro milhões de litros óleo na refinaria Presidente Getúlio Vargas, em Araucária (PR).

2003, vazamento de barragem em Cataguases.                                                Em março, ocorreu o rompimento de barragem de celuluse na região de Cataguases (MG), com vazamento de 520 mil m³ de rejeitos compostos por resíduos orgânicos e soda cáustica. Os resíduos atingiram os rios Pomba e Paraíba do Sul, originando prejuízos ao ecossistema e à população ribeirinha, que teve o abastecimento de água interrompido. O incidente também afetou áreas do Estado do Rio de Janeiro. O Ibama aplicou multa de R$ 50 milhões à Florestal Cataguases e Indústria Cataguases de papel.

2007, rompimento de barragem em Miraí.                                               Houve rompimento de barragem de mineração na região de Miraí (MG), com vazamento de 2.280.000 m³ de água e argila (lavagem de bauxita). O órgão estadual aplicou multa de R$ 75 milhões à empresa Mineração Rio Pomba Cataguases.

2011, Chuvas na região serrana do Rio.                                                               Em janeiro, em decorrência de um elevadíssimo nível de chuvas na região serrana do Rio de Janeiro, uma série de deslizamentos e enxurradas destruiu casas nas regiões de encosta. Foram totalizadas aproximadamente 800 mortes. As chuvas, principalmente nas regiões Sudeste e Sul, costumam ser as grandes causadoras de acidentes naturais. Em 2008, a região do Vale do Itajaí, em Santa Catarina, sofreu uma grande enchente, que resultou em mais de 100 mortes.

2011, vazamento de óleo Bacia de Campos.  
Em novembro, houve o vazamento de uma grande quantidade de óleo da Chevron na Bacia de Campos, no Rio de Janeiro (RJ). O Ibama aplicou duas multas à empresa, uma de R$ 50 milhões e outra de R$ 10 milhões, pelo vazamento de 3,7 mil barris de óleo no Campo de Frade. Estima-se que a mancha provocada pelo vazamento no mar tenha chegado a 162 km², o equivalente a metade da Baía de Guanabara. Especialistas registraram uma grande quantidade de animais mortos nas áreas afetadas pela mancha. A empresa americana Chevron, responsável pela perfuração do poço que vazou, foi condenada a pagar uma indenização de R$ 95 milhões ao governo brasileiro para compensar os danos ambientais causados.

2015, incêndio na Ultracargo.                                                                                    Em abril, após incêndio no Terminal Alemoa, em Santos (SP), a empresa Ultracargo foi multada pelo órgão estadual de meio ambiente em R$ 22,5 milhões por lançar efluentes líquidos no estuário, em manguezais e na lagoa contígua ao terminal. A Ultracargo foi multada por lançar efluentes líquidos no estuário de Santos, em manguezais e na lagoa ao lado do terminal, além de emitir efluentes gasosos na atmosfera, colocar em risco a segurança das comunidades próximas, dos funcionários e de outras instalações localizadas na mesma zona industrial

 

Central do Cerrado – Produtos Ecossociais

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Rede MAIS Vida no Cerrado

O berço das águas corre perigo

biomas do cerrado

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