Glamour do cerrado mineiro

To the north of Minas Gerais, the Grande Sertão Veredas of the real life is adorned with ipês-amarelos, pacaris, buritizeiros and species typical of the Cerrado Biome.
There are the suçuarana, maned wolf, red macaw and other species of the center west of Brazil find refuge between the plateau chapadões.

As diferentes formas de relevo em Minas Gerais, somadas às especificidades de solo e clima, propiciaram paisagens muito variadas, recobertas por vegetações características, adaptadas a cada um dos inúmeros ambientes particulares inseridos no domínio de três biomas brasileiros: o Cerrado, a Mata Atlântica e a Caatinga.

veredas do parque nacional

Veredas do cerrado de Minas Gerais

O domínio do Cerrado, localizado na porção centro-ocidental, ocupa cerca de 57% da extensão territorial do Estado, o domínio da Mata Atlântica, localizado na porção oriental, é de cerca de 41% da área do Estado. O domínio na caatinga, restrito ao norte do Estado, ocupa cerca de 2% do território mineiro.

O cenário tão bem descrito por Guimarães Rosa no romance modernista “Grande Sertão Veredas” pode ser conhecido em seus encantos e mistérios no Parque Nacional que atende pelo mesmo nome da obra.

Ao norte de Minas Gerais, o Grande Sertão Veredas da vida real é adornado de ipês-amarelos, pacaris, buritizeiros e espécies típicas do Cerrado. Lá, a suçuarana, lobo-guará, arara-vermelha e outras espécies do centro oeste brasileiro encontram refúgio entre os chapadões do planalto.

Isolado, o Parque Nacional é propício para a prática de trilhas e para o turista que preza por uma postura preservacionista. No Grande Sertão Veredas está localizado o Chapadão Central, que divide as bacias dos rios São Francisco e Tocantins.

A vida não teme o sertão e pulsa forte e confortável com as características geográficas do Cerrado. Praias formam-se ao longo do rio Carinhanha e nos limites do parque ainda é possível desfrutar de algumas corredeiras e cachoeiras. Uma das mais famosas é a cachoeira do Mato Grande, composta por uma sequência de quedas que se transformam em pequenos poços.

De modo geral, a paisagem transita para o cerrado ao sul e a oeste, para a região dos campos rupestres ao centro e para a floresta atlântica a leste, exibindo fases de transição de difícil caracterização, ou como manchas inclusas em outras formas de vegetação. As veredas e os campos de várzeas, aparecem em menor escala, incluídos nos biomas.

O cerrado, maior bioma do Estado, aparece especialmente nas bacias dos rios São Francisco e Jequitinhonha. Nesse bioma, as estações seca e chuvosa são bem definidas. A vegetação é composta por gramíneas, arbustos e árvores.

A Mata Atlântica é o segundo maior bioma em Minas. A vegetação é densa e permanentemente verde, e é grande o índice pluviométrico nessas regiões. As árvores têm folhas grandes e lisas. Encontram-se nesse ecossistema muitas bromélias, cipós, samambaias, orquídeas e liquens.

Os Campos de Altitude ou Rupestres se caracterizam por uma cobertura vegetal de menor porte com uma grande variedade de espécies, com predomínio da vegetação herbácea em que os arbustos são escassos e as árvores raras e isoladas. É encontrado nos pontos mais elevados das serras da Mantiqueira, Espinhaço e Canastra.

A Mata Seca aparece no Norte do Estado, no vale do rio São Francisco. As formações vegetais desse bioma se caracterizam pela presença de plantas espinhosas, galhos secos e poucas folhas na estação seca. No período de chuvas, a mata floresce intensamente apresentando grandes folhagens. A vegetação desse bioma é muito rica. As imponentes Barrigudas, ou Embarés, são as principais árvores do bioma. Também aparecem Pau Ferro, Ipês e Angicos.

A caatinga está localizada no Norte do Estado e ocupa cerca de 3,48 do território mineiro. É um bioma único no mundo, ou seja, grande parte das espécies de animais e plantas dessa região não é encontrada em nenhum outro lugar do planeta. Este patrimônio biológico ainda é pouco estudado e corre grande risco de não ser identificado, devido ao avanço do desmatamento descontrolado.

Segundo o Mapa da Flora Nativa e dos Reflorestamentos de Minas Gerais (estudo elaborado pelo Instituto Estadual de Florestas em parceria com a Universidade Federal de Lavras), em 2005, cerca de 33,8% do território de Minas Gerais mantinham cobertura vegetal nativa. Esse percentual está assim dividido entre os principais biomas e sua principais tipologias:

• Cerrado: 19,94%
– Campo: 6,60%
– Campo cerrado: 2,56%
– Cerrado Stricto Sensu: 9,48%
– Cerradão: 0,61%
– Veredas: 0,69%

• Mata Atlântica: 10,33%
– Campo Rupestre: 1,05%
– Floresta Estacional Semidecidual: 8,90%
– Floresta Ombrófila: 0,38%

• Caatinga (Floresta Estacional Decidual): 3,48%

dados do Instituto Estadual de Floresta-ief.mg

 

About cerradania

Operário das letras, Comunicador e Idealizador da Cerradania, Palestrante,Professor. Letterman, Communicator and Idealizer of Cerradania, Speakers,Teacher.

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