Archive | maio 2018

Educomunicação é ação do WWF-Brasil

Os brasileiros têm mais acesso à televisão (97,2%) que a abastecimento de água (85,4%). Isso é o que aponta a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2016, e que também mostra o crescente uso de celular para acesso à internet.

ecoeducação

Atento a isso, o WWF-Brasil entende o papel fundamental dos meios de comunicação no processo educativo de jovens e a potencialidade de sua voz.

A organização tem apostado em oficinas de educomunicação para preencher uma lacuna na formação dos jovens que vivem nas regiões onde projetos voltados para questão socioambiental são implementados. Em abril foram realizadas duas oficinas de educomunicação: uma no Sul do Amazonas, na qual 45 jovens participaram da ação; e outra no Mosaico Sertão Veredas Peruaçu (MSVP), que contou com a presença de 47 crianças, adolescentes, jovens e adultos – entre 12 e 40 anos – representando cerca de dez comunidades e municípios do norte de Minas Gerais, sudoeste da Bahia e um pedaço do Goiás.

“Como traduzir em notícia os casos que acontecem no cotidiano de populações indígenas, agroextrativistas e quilombolas? Como essas histórias podem ser contadas e como precisam ser retratadas? – são as perguntas que norteiam as ações de educomunicação que temos realizado. Entendemos que a comunicação vinda das comunidades locais pode ajudar a quebrar alguns estigmas e também trazer um debate mais aprofundado, com diferentes olhares”, afirma Júlio César Sampaio, coordenador do Programa Cerrado Pantanal do WWF-Brasil.

Educomunicação no Cerrado

Durante a oficina, que contou com a parceria do Instituto Rosa Sertão, os participantes formaram oito grupos para construir matérias a partir de uma atividade prática na Feira Livre da Chapada Gaúcha-MG, utilizando diferentes mídias como, por exemplo, programas de rádio, de televisão, a produção de jornais, fanzines, artigos para blogs e posts para as redes sociais. As pautas tinham como propósito o universo dessa importante área de Cerrado que carrega consigo a cultura de pequenos agricultores que aproveitam as cascas das árvores, a resina do tronco, frutos, raízes, folhas e sementes como remédio, cosmético, comida e para complementar a renda familiar da população local que sofre constantemente com a seca e é vítima do desmatamento.

Eles também foram provocados a descrever como se comunicam, qual ferramenta de comunicação conhecem, qual mais utilizam e qual o veículo é mais consumido no território. Nesse exercício, apareceram com frequência a TV Globo, as Rádios Terra Viva, Alternativa e as comunitárias, facebook, youtube e o site do MSVP. Essa atividade também teve como objetivo levantar subsídios para que, no futuro, o WWF-Brasil realize mais atividades voltadas para os jovens daquela região.

Jaime Alves dos Santos, que mora no capoeirão na comunidade de Barra do Tamboril, contou que foi sua primeira experiência com educomunicação e que “a oficina ajudou a entender o processo de produção e construção do que é notícia e a partir desse momento eu percebi o quanto é importante desenvolver minha própria narrativa, mesmo que seja para comunicar no Whatsapp, a minha versão da história, ou seja, minha verdade”, salientou.

WWF-Brasil no MSVP

O Programa Cerrado Pantanal implementa ações no Mosaico de Unidades de Conservação Sertão Veredas Peruaçu, desde 2010 alavancando benefícios para o meio ambiente, as populações locais e espécies ameaçadas. Três cooperativas agroextrativistas foram criadas e fortalecidas, mais de 2.200 famílias beneficiadas em cerca de 200 comunidades e 500 toneladas de produtos agroextrativistas produzidos anualmente. Também apoiou a primeira fazenda da região a ser certificada pelo Programa Nacional de Boas Práticas Agropecuárias (BPA) da Embrapa, além de contribuir para o cadastramento de 10 mil propriedades no Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Outro destaque foi o apoio para a melhoria na gestão das UCs do Mosaico, realizando capacitações dos gestores, disponibilizando de ferramentas do Sistema de Informações Geográficas (SIG) para o monitoramento da região, entre outras atividades.

Na perspectiva de garantir que haja uma comunicação mais integrada entre os três núcleos do Mosaico – Chapada Gaúcha, Pandeiros e Peruaçu – iniciativas de comunicação e fortalecimento da sociedade civil têm sido realizadas com apoio do Projeto CEPF, caso da oficina de educomunicação, do apoio à revista Manzuá e da produção de sposts de rádios comunitárias.

noticia  do https://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/cerrado/noticias/?65163/Educomunicao–ao-de-projetos-do-WWF-Brasil

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