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Mel de Brasília o melhor do País

 

Clima seco e vegetação diversificada do Cerrado influenciam a qualidade da apicultura local.

Em 1883, Dom Bosco previu que, entre os paralelos 15 e 20 do Hemisfério Sul, surgiria uma terra prometida onde jorraria leite e mel. O ponto descrito na profecia é Brasília, e o sacerdote é considerado padroeiro da capital. Não se pode dizer que o clérigo errou: a apicultura brasiliense é uma das mais reconhecidas no País e, durante 14 anos, o mel levou os títulos nacionais de mais puro e com o melhor pólen. O produto candango também é bicampeão internacional pela qualidade.

A cor e o sabor são diferenciados. Pelas características da flora do Cerrado, o mel silvestre tem composição que o deixa mais próximo do dourado. De acordo com o professor Osmar Malaspina, do Instituto de Biociências da Universidade Estadual Paulista Rio Claro e especialista da Associação Brasileira das Abelhas, a variabilidade de plantas propicia as características únicas do mel brasiliense.

flor do Paubrasil

“É um bioma muito diversificado, e esse conjunto de plantas permite um mel diferenciado”, afirma. Em Brasília, o alimento é feito, principalmente, a partir do pólen do cipó-uva, do angico, da aroeira e do assa-peixe. Outro fator que favorece a apicultura brasiliense é o clima seco. “A umidade ideal é por volta de 17% e 18%, não pode passar disso porque fermenta. Então, a seca auxilia muito a produção”, explica Malaspina.

Títulos
Brasília sempre esteve em destaque pela produção de mel nas premiações do Congresso Brasileiro de Apicultura, a cada dois anos. De 1996 a 2010, foram sete títulos: cinco de melhor mel do País, um de segundo melhor mel cristalizado e outro de segundo melhor pólen. Em competições internacionais, a cidade foi premiada no 9º Encontro Ibero-Americano de Apicultura em 2011 e recebeu menção elogiosa no Congresso da Apia Mondi, em 2012.

José Carlos Fiuza, de 65 anos, foi o vencedor em 2010 do melhor mel do País no Congresso Brasileiro de Apicultura — anteriormente já havia ficado em segundo lugar na mesma categoria. Ele fabrica cerca de 1,6 tonelada do produto por ano, o que dá cerca de 2 mil potes. Vende cada um por R$ 30. Para fazer a colheita, o apicultor conta com o apoio de um único funcionário, porém, em 30 minutos, consegue retirar 300 quilos de mel.

Fiuza tem aproximadamente 60 mil abelhas, e, em um único dia, a rainha põe até 3 mil larvas. O retorno financeiro é rápido, segundo ele. “Em um ano, o valor investido é recuperado e, nos seguintes, é só lucro”, conta.

Assistência
Os produtores têm apoio da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) em cursos, em técnicas de produção e em domínio da tecnologia. De acordo com o responsável pela apicultura na empresa, o médico veterinário Edson Garcia Cytrangulo, a quantidade de mel produzida na capital, de 24,55 toneladas por ano, é pequena em comparação a outras unidades da Federação. São 1.140 colmeias espalhadas pelo DF.

Abelhas
As abelhas são o grande diferencial do mel brasileiro em relação ao resto do mundo. De acordo com Denise Alves, pesquisadora da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo, o País passou por três fases da apicultura. Na primeira, durante o século 19, as missões jesuítas sentiram a necessidade de produzir cera para fabricar velas que seriam usadas nas missas. Assim, padres portugueses trouxeram as abelhas-europeias. Esses insetos não se adaptaram ao clima tropical. Eles tinham pouca resistência, e a produção era considerada pequena.

O segundo ciclo começa quando o Brasil resolveu investir na produção comercial de mel. Para isso, os agricultores importaram as abelhas-africanas, acostumadas com a região dos trópicos e, portanto, mais tolerantes a altas temperaturas. Elas também são bastante resistentes a doenças, porém mais agressivas. Segundo a pesquisadora, os apicultores brasileiros não tomaram os devidos cuidados com a segurança pessoal, como o uso de vestimenta apropriada. Desta forma, muitos foram atacados pelas espécies africanas, que fugiram e cruzaram com as europeias que já viviam no País.

Como na origem da formação étnica do povo brasileiro, as abelhas nacionais são mestiças e englobam a mistura europeia com a africana. Por terem características predominantemente africanas, recebem o nome de africanizadas. Elas se espalharam pelo continente americano e, de acordo com Denise, já há relatos dessa espécie em alguns estados do sul dos Estados Unidos.

A produção do mel
As abelhas retiram o néctar das flores e o armazenam em uma bolsa dentro do corpo. Em seguida, esses insetos o levam para a colmeia, onde vive a abelha-rainha. Na colmeia, “abelhas-engenheiras” assumem a função de transformar o néctar em mel com a ajuda de enzimas próprias. Em média, uma colmeia tem 60 mil abelhas para apenas uma rainha, responsável para gerar mais insetos.

Reportagem Agencia Brasilia

 

‘’The Big Five’’ do Cerrado

A extensão e localização geográfica dizem muito sobre a importância do Cerrado, pois, além de conectar três países da América do Sul (Brasil, Bolívia e Paraguai), ele funciona como um elo entre quatro dos cinco biomas brasileiros: Amazônia, Caatinga, Mata Atlântica, e Pantanal. Por isso, compartilha diversos animais e plantas com essas regiões. E também abriga exemplares únicos da natureza, a ponto de ser considerado a savana mais rica em biodiversidade do planeta. Muitas delas só existem nesta região, que ocupa um quarto do território brasileiro.
Imagine um lugar onde vivem mais de 11 mil espécies vegetais, e fauna é tão diversa quanto a flora. Estima-se que o Cerrado possua 837 espécies de aves, 120 de répteis, 150 de anfíbios, 1.200 de peixes, 90 mil insetos e 199 tipos de mamíferos. Juntando tudo, dá quase 5% de todas as espécies no mundo e 30% da biodiversidade do país.
Já foi constatado que no mundo existem 5.487 espécies de mamíferos, sendo o Brasil o segundo país que abriga o maior número de mamíferos, com 700 espécies. O número de mamíferos do Cerrado representa mais de um terço do total conhecido no país.
Das espécies de animais no Brasil, mais de 5 mil vivem apenas nos limites do bioma e estão, principalmente, dentro de áreas protegidas onde encontra-se a maior parte remanescente de Cerrado nativo. Atualmente, menos de 10% do Cerrado está dentro de Unidades de Conservação, sendo somente 3% na categoria de proteção integral, o que coloca em risco a existência de diversos animais.
Além da diminuição das áreas naturais, existe a caça ilegal, os incêndios e as queimadas, como principais ameaças à sobrevivência da fauna.
A lista mundial de espécies ameaçadas aponta que um em cada quatro mamíferos do mundo corre risco de extinção e a população de metade das espécies de mamíferos está em declínio. Isso quer dizer que se nada for feito, esses animais podem desaparecer do planeta em breve.
De acordo com Julio César Sampaio, coordenador do Programa Cerrado Pantanal do WWF-Brasil, “o Cerrado está desaparecendo rapidamente, cedendo lugar à agricultura e pecuária extensiva. Esse modelo de exploração dos recursos naturais tem resultado em sérias ameaças à sobrevivência de pelo menos 137 espécies de fauna (22%). Dentre estas, o lobo-guará, a onça-pintada, o tamanduá-bandeira, a anta e o tatu-canastra. Animais que são considerados emblemáticos do bioma e ameaçados de extinção”.

lobo guara preto Chrysocyon brachyurus

lobo guara preto
Chrysocyon brachyurus


Saiba um pouco mais sobre os “Big Five” do Cerrado.
Onça-pintada (Panthera onca)
É o maior felino das Américas e corre risco de extinção no Brasil. A onça-pintada habita ambientes preservados, próximo a fontes permanentes de água e com grande quantidade de presas.
É listada como quase ameaçada na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da União Internacional para a Conservação da Natureza (IUCN). Uma curiosidade: a onça-preta e a onça-pintada são animais da mesma espécie. Nos animais de coloração negra, conhecidos também como melânicos, as pintas são mais difíceis de notar, mas estão presentes em tom ainda mais escuro que o restante da pelagem.
Tatu-canastra (Priodonte Maximus)
O tatu-canastra, também conhecido como tatuaçu ou tatu gigante, é considerado o maior e mais raro dos tatus existentes no mundo. A espécie pode chegar a 1,5m de comprimento e pesar até 60 kg, sendo que, aparentemente, os machos são maiores e mais pesados que as fêmeas. O tatu-canastra é considerado pelos pesquisadores o “engenheiro do ecossistema”, ou seja, por meio de suas escavações, altera o ambiente físico e cria novos habitats.  apenas um filhote.
A espécie está ameaçada de extinção e é atualmente

Anta (Tapirus terrestres)
É o maior mamífero terrestre do Brasil e na América do Sul. Mede um metro de altura e dois metros de comprimento e pesa cerca de 300 kg. A característica mais distinta da espécie é sua narina, longa e flexível, que parece uma pequena tromba. A anta alimenta-se de folhas, frutos, vegetação aquática, brotos, gravetos, grama e caules que são digeridos graças à presença de microorganismos em seu aparelho digestivo. É uma espécie tipicamente solitária e de hábitos noturnos, mas também pode realizar atividades durante o dia.
Segundo a Lista Vermelha da IUCN seu estado de conservação é “vulnerável” (VU), mas a anta se encontra “Em Perigo” (EN) no Cerrado. O tipo de ameaça que sofre é a destruição de seu habitat, a caça, o fato das populações estarem isoladas e em declínio.
Tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla)
Essa espécie é facilmente reconhecida por sua pelagem característica, que tem uma faixa diagonal preta com bordas brancas, que se estende do peito até a metade do dorso. É um mamífero que mede cerca de 2,20 metros de comprimento, pesa até 45kg, tem uma cauda grande e com pelos grossos e compridos e um focinho longo.                    A degradação e a redução dos habitats são apontadas como as principais causas da perda populacional da espécie, mas a caça, o atropelamento em estradas e os incêndios florestais também contribuem para colocar o tamanduá-bandeira na lista de espécies ameaçadas de extinção.
Lobo-guará (Chrysocyon brachyurus)
O lobo-guará é considerado o maior canídeo sul-americano. Pesa de 20 a 30 kg e sua pelagem avermelhada com as pernas longas e finas dão um aspecto único ao animal.
Alimenta-se principalmente de pequenos roedores, aves terrestres e de frutas como, por exemplo, a fruta do lobo (Solanum lycocarpum). A estimativa é que existam pouco menos de 25 mil lobos-guará no mundo, sendo aproximadamente 20 mil deles no Brasil. A espécie aparece como “quase ameaçado” na Lista Vermelha de Espécies Ameaçadas da IUCN. Isso significa que, mantendo-se as condições atuais, é provável que a espécie passe a ser classificada como ameaçada de extinção no futuro. Já na lista brasileira, o lobo-guará é classificado como ameaçado de extinção na categoria “vulnerável”.
WWF-Brasil no Cerrado
Desde 2010, o WWF-Brasil, por meio do Programa Cerrado Pantanal, desenvolve na região o Projeto Sertões. Em sua primeira fase (2010-2014), as ações do projeto foram focadas, principalmente, no incentivo à adoção de boas práticas de produção agropecuária (BPA´s); à implementação e gestão integrada das unidades de conservação; à comunicação, visando a valorização e o resgate do Cerrado e o planejamento territorial, que busca o planejamento sistemático da conservação no bioma Cerrado. A segunda fase do Projeto Sertões (2014/2018) prevê uma ampliação das linhas de ação, incluindo o fortalecimento do apoio ao extrativismo vegetal sustentável dos frutos do Cerrado.

baseado na publicação do http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/areas_prioritarias/cerrado/noticias/?47722/como-estao-os-big-five-do-cerrado#st_refDomain=&st_refQuery=

Ainda resta esperança:Meio ambiente e riquezas naturais disputam com esporte e cultura o orgulho do brasileiro

Além do futebol, o brasileiro revela que tem outra paixão. Uma pesquisa nacional encomendada pelo WWF-Brasil aponta que a maior parte da população tem um forte sentimento de orgulho pelo meio ambiente e as riquezas naturais do país. A maioria sabe da importância das áreas protegidas para o bem estar humano e acha que a natureza não está sendo tão bem cuidada como deveria. Os resultados foram apresentados  em Sidney, na Austrália, durante o Congresso Mundial de Parques.

Um tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) em seu habitat natural

m tamanduá-bandeira (Myrmecophaga tridactyla) em seu habitat natural

A pesquisa feita pelo Ibope durante a segunda quinzena de outubro com cerca de duas mil pessoas em todas as regiões buscou entender como a população brasileira se relaciona com as unidades de conservação, como parques, reservas e outras áreas protegidas.
Os dados mostram que 58% dos entrevistados têm no meio ambiente um motivo de orgulho. Esse mesmo sentimento faz bater o coração de 37% da população quando o tema é diversidade cultural, e 30% afirmam que têm no esporte a razão para exaltar sua brasilidade.
O brasileiro também está ciente do papel das áreas protegidas para o bem estar de todos. Entre os entrevistados, 65% afirmaram que a proteção da fauna e da flora é um dos benefícios dessas áreas.
A população também sabe que proteger o meio ambiente significa garantir a proteção das nascentes represas e rios, as principais reservas de água para o consumo humano. Essa relação está clara para 55% dos que responderam à pesquisa.
Para 48% dos pesquisados, as áreas protegidas ajudam a melhorar a qualidade do ar; 34% identificam nesses locais uma oportunidade para o descanso e o lazer e 25% enxergam perspectivas econômicas a partir da conservação do meio ambiente.
“O que a pesquisa deixa claro é que há um descompasso entre as políticas públicas de meio ambiente no Brasil e os anseios da população. Apesar do apreço que o brasileiro tem pelas áreas naturais, da importância delas na vida cotidiana das pessoas, esse tema não é uma prioridade nacional do ponto de vista dos governos”, afirma Maria Cecília Wey de Brito, CEO do WWF-Brasil.
Exemplo disso, diz ela, é o fato de que no recente debate eleitoral, o tema ambiental ficou na escuridão. “E foi isso que nos inspirou a fazer a pesquisa. Achamos que os políticos ainda não percebem o quanto o meio ambiente pode beneficiar o país. E o pior: não são capazes de perceber que a proteção do meio ambiente é uma expectativa nacional.”
Segundo a CEO, as áreas protegidas ajudam a conservar a água que abastece desde a agricultura até o consumo doméstico. As florestas e outros ecossistemas também colaboram no equilíbrio do clima, no regime de chuvas e fornecem uma diversidade enorme de outros serviços, como matérias primas para medicamentos, alimentos e cosméticos. Têm, portanto, um papel econômico que ainda não está sendo considerado.
“Será que vamos ter de sofrer outra crise como a da água em São Paulo para começar a dar valor à conservação do meio ambiente?”, pergunta Wey de Brito. Segundo ela, a resposta dada pelo governo de São Paulo na questão hídrica foram obras que gastarão R$ 3,5 bilhões. “E não vai nada para a conservação dos mananciais. Não está certo”.
A falta de atenção com o meio ambiente é uma preocupação do brasileiro que se reflete na pesquisa encomendada pelo WWF-Brasil. De cada 10 entrevistados, oito consideram que a natureza não está protegida de forma adequada. Apenas 11% acham que sim.
“De fato, nosso sistema nacional de unidades de conservação nunca esteve tão ameaçado quanto agora. E isso está ocorrendo com anuência do Congresso Nacional por meio de projetos de lei e uma avalanche de pedidos de licença para mineração e construção de grandes obras de infraestrutura”, adverte Jean François Timmers, Superintendente de Políticas Públicas do WWF-Brasil.
Todas essas são atividades que podem gerar muito desmatamento. E 27% dos entrevistados veem no corte raso das florestas uma das principais ameaças à natureza. A poluição das águas vem em segundo lugar, com 26%. Caçar e pescar em locais proibidos são motivos de preocupação para 19% dos entrevistados. Outras ameaças apontadas na pesquisa são as grandes obras de infraestrutura e as mudanças climáticas.
E para resolver esse problema nacional, 74% dos entrevistados acham que o governo deve agir em primeiro lugar. Em segundo, são os cidadãos que devem tomar a frente (46%). AS ONGs também foram citadas. Para 20% dos brasileiros ouvidos na pesquisa, essas organizações têm papel importante na hora de cuidar das unidades de conservação.
“Precisamos de um pacto amplo, que envolva todos os setores, para mudar o cenário atual e posicionar a conservação da natureza e as áreas protegidas como prioridades reais na agenda do governo nos próximos quatro anos” afirma Timmers. “Não dá mais para esperar, os resultados dessa negligência estão batendo à nossa porta”.

publicado em http://www.wwf.org.br/natureza_brasileira/

Então, Mia Couto

Me permito a compartilhar algumas palavras descritas por algum personagem que encontro no meu caminho..

e subitamente me deparo com você que quis me escutar…

Os pedaços de mim…

Fui Sabendo de Mim

Fui sabendo de mim

por aquilo que perdia

pedaços que saíram de mim

com o mistério de serem poucos

e valerem só quando os perdia

fui ficando

por umbrais

aquém do passo

que nunca ousei

eu vi

a árvore morta

e soube que mentia

 Mia Couto em Raiz de Orvalho e Outros Poemas

Arara brasileira é o pássaro em extinção mais raro do mundo

A ave conhecida também como arara-spix está muito perto de ser completamente extinta.

A ave arara-spix ( Cyanopsitta Spixii ) está muito perto de ser completamente extinta.

A Arara Spix tem o tamanho de um papagaio médio e uma cauda longa.  Sua plumagem, azul mais escuro no dorso, asas e cauda, é muito procurada para enfeitar cocares, flechas e outros artigos indígenas. A cabeça apresenta tons acinzentados, os olhos são amarelos, e o bico, a parte nua da cara e os pés são pretos.

Se você assistiu ao filme Rio, da Disney, deve se lembrar das araras-azuis sendo levadas para um cativeiro. Na vida real a coisa não é muito diferente e, ao que tudo indica, apenas as aves em cativeiros estão preservadas e são mantidas por pesquisadores que tentam resgatar a espécie antes que seja tarde demais.

Estima-se que menos de 100 araras-azuis estejam vivas e, como se não bastasse, a falta de diversidade genética parece ser um grande problema para a reprodução desses animais. É por isso que alguns cientistas já tentam trabalhar, inclusive, com técnicas de inseminação artificial.
A Arara-spix De acordo com o diretor Carlos Saldanha, responsável pelo filme Rio, a ideia de contar a história de uma arara-spix, conhecida também como “ararinha-azul”, ocorreu justamente com a intenção de mostrar às pessoas que esse é um pássaro que praticamente não existe mais e que é preciso encontrar uma maneira de salvar a espécie.

Essa linda ave, nativa do Brasil, é um dos animais mais raro de todo o planeta. A arara-spix parece contar agora com apenas um representante, já que um desses pássaros morreu recentemente, conforme informações da Discovery.

destaque do

http://www.correiodaamazonia.com.br/arara-brasileira-e-o-passaro-mais-raro-mundo/

Os gambás se cheiram

Um proposito em despertar em cada um,  todos , exatamente todos nós , temos a nossa relevância estabelecida por nossa relação de vida, sem prejulgamento ou preconceito de alguns valores estabelecidos por nós humanos.

Gambá capturado numa armadilha

gambá ( (Didelphis marsupialis)

Os gambás (Didelphis marsupialis) são animais com quarenta a cinquenta centímetros de comprimento, sem contar com a cauda, que chega a medir quarenta centímetros. Têm um corpo parecido com o rato, incluindo a cabeça alongada, mas com uma dentição poliprotodonte (que têm mais de dois incisivos ). A cauda tem pelos apenas na região proximal, é escamosa na extremidade e é preensil, ou seja, tem a capacidade de enrolar-se a um suporte, como um ramo de árvore.

É justamente devido à presença do marsúpio que os gambás receberam este nome. A origem da palavra é da língua tupi-guarani, onde “gã´bá” ou “guaambá” significa seio oco ou ventre aberto, referindo-se ao marsúpio onde os filhotes ficam até tornarem-se capazes de sobreviver longe dos cuidados da mãe. No Brasil, existem quatro espécies de gambás, sendo que duas delas têm distribuição no Rio Grande do Sul. São elas: a Didelphis aurita, conhecida popularmente como gambá-de-orelha-preta , e a Didelphis albiventris, mais conhecida como gambá-de-orelha-branca .                                                                                                                                                                      As patas são curtas e têm cinco dedos em cada mão, com garras. Têm marsúpio (bolsa externa de alguns mamíferos) como o cangurú e, ao contrário da maioria dos marsupiais, sua cauda é menor que seu corpo. Sua média de vida é de 4 a 5 anos.                                      Ele possui duas glândulas localizadas a cada lado da abertura anal que secretam um líquido malcheiroso,- ferozmente fedorento – um tipo de álcool chamado butilmercaptana que pode ser esguichado em até 4 metros de distância. Ocorre que aquelas glândulas só entram em ação quando o gambá está irritado ou se sente ameaçado. “É uma forma de defesa porque o forte cheiro acaba por afastar os animais que oferecem perigo”, explica a bióloga Fátima Viveiros Valente, da Fundação Parque Zoológico de São Paulo. Em situações normais, o gambá apresenta um cheiro característico muito mais fraco, como os outros animais.                                                                    Este mesmo odor é produzido pela fêmea na época da reprodução, para atrair o macho.                                                                             Outra estratégia para escapar dos perigos é o comportamento de fingir-se de morto até que o atacante desista.                                                          Seu hábito de fingir-se de morto é famoso. Com a aproximação do perigo o gambá amolece o corpo, deixa a cabeça pender para um lado, abre a boca e coloca a língua de fora. Embora pareça morto e nem sequer estremece quando gravemente mordido pelo predador, o cérebro do gambá permanece em plena atividade para identificar e aproveitar a menor chance de fuga.

De que forma o animal alcança esse aparente bloqueio total dos sentidos é um mistério insolúvel para os zoólogos.
São solitários, porém, na época do acasalamento, formam casais para reproduzir. Neste período o casal constroi um ninho de galhos e folhas secas.
O gambá tem hábitos noturnos, ou seja, começa a caçar e coletar alimentos durante o período da noite. A alimentação dos gambás consiste em ovos, frutos, vermes, insetos, lagartos, anfíbios e até mesmo filhotes de pássaros. Além de se alimentar de aves e seus ovos, o gambá tem especial predileção por sangue. Por isso, é conhecido como sanguinário.                                                                                      Os gambás podem reproduzir-se três vezes durante o ano, dando dez a vinte filhotes em cada gestação, que dura de doze a catorze dias.

QUAL A IMPORTÂNCIA DOS GAMBÁS PARA O MEIO AMBIENTE?                                                                                                                     Ao se alimentarem de insetos e roedores, os gambás acabam controlando o tamanho populacional desses animais, evitando o surgimento de grandes pragas urbanas. Além disso, eles também atuam como dispersores de sementes, ao se alimentarem dos frutos de diferentes espécies de plantas.

 

Baseado na publicação:

A importância de todos os animais de Willian Bach

 

Imagem impressionante do cerrado

Imagens de flores que brilham como estrelas no cerrado disputam Sony World Photography Awards, que será anunciado em Londres.     Dois brasileiros estão entre os finalistas. Marcio Cabral clicou com uma paisagem impressionante de flores que brilham como estrelas no Cerrado brasileiro. Ronaldo Land concorre com a imagem de um skatista fazendo uma manobra […]

Animais do Cerrado em Extinção

O Cerrado vêm sofrendo constantes alterações devido as queimadas e desmatamentos, e que também vêm apresentando grande aumento no número de espécies de animais em extinção, dentre as especies de animais do Cerrado em extinção pode-se destacar as seguintes: anta, capivara, tatu-canastra, tatu-bola dentre outros.

O Cerrado é um dos principais biomas brasileiro, e o mesmo abrange grande parte do território do país, sua maior concentração encontra-se na região Centro Oeste. O Cerrado é um bioma que apresenta riqueza tanto em sua fauna, quanto na sua flora, além de apresentar um grande potencial hídrico.

Pesquisadores relatam que cerca de aproximadamente 837 espécies de aves, 180 espécies de répteis, 197 espécies de mamíferos, 113 espécies de anfíbios, além de uma grande diversificação de insetos tenham sido identificados no bioma do Cerrado. E os mesmos relatam que várias espécies de plantas e de animais ainda não tenham sido catalogadas.

Algumas ações do ser humano, veem notoriamente ocasionando/contribuindo no aumento do número de espécies ameaçadas de extinçãonão só no Cerrado, más também em outros biomas. Entre essas ações do ser humano que contribuem para o aumento do número de espécies de animais ameaçados de extinção, destacam-se as seguintes: caça ilegal, contrabando de espécies, queimadas e desmatamento ilegais (afetam e destroem o habitat natural dos animais) dentre outros. Veja a seguir um guia contendo informações sobre algumas das espécies de animais típicas do Cerrado que estão em risco de extinção.

Guia de espécies de animais típicas do Cerrado que estão em risco de extinção:

Nome Cientifico: Tapirus terrestris

Nome Popular: Anta
Nome Cientifico: Tapirus terrestris
Família: Tapiridae
Ordem: Perissodactyla
Peso: Cerca de até 250 kg
Comprimento:
Fêmeas até 2,20 m
Machos até 2,00 m
Altura: Pode chegar a atingir até 1,10 m
Gestação: O período gestacional pode chegar a durar cerca de 335 a 439 dias
Alimentação: Frutos, grama, folhas, plantas aquáticas, brotos e cascas de árvore.

 

Nome Cientifico: H. hydrochaeris

Nome Popular: Capivara

Classificação Científica:
Nome Popular: Capivara
Nome Cientifico: H. hydrochaeris
Família: Hydrochoeridae
Ordem: Rodentia
Reino: Animalia
Classe: Mammalia
Filo: Chordata
Subordem: Hystricognathi
Género: Hydrochoerus

 

ClassificaNome científico: Panthera oncação Científica:
Nome Popular: Onça-pintada
Nome científico: Panthera onca
Família: Felidae
Ordem: Carnivora
Reino: Animalia
Classe: Mammalia
Filo: Chordata
Género: Panthera
Coloração da pelagem: Mesclada de amarelo, branco e preto
Altura: Cerca de aproximadamente 80 cm

Nomes Popular: Tatu-canastraNome científico: Priodontes giganteus

Classificação Científica:
Nome científico: Priodontes giganteus
Nomes populares: Tatu-canastra, tatu-carreta ou tatu-açu
Peso: O tatu-canastra adulto pode chegar a pesar cerca de aproximadamente 60kg

Nome Científico: Tolypeutes tricinctus

Nome Científico: Tolypeutes tricinctus
Nome Popular: Tatu-bola
Comprimento: O tatu-bola mede cerca de aproximadamente 50 centímetros
Alimentação: cupins, artrópodes, formigas, frutos, larvas de insetos e ovos de pequenos répteis.

 

 

Nome Vientífico: Lontra longicaudisOrdem: CarnívoraNome Vientífico: Lontra longicaudis
Nome Popular: Lontra
Família: Mustelidae
Classe: Mammalia
Ordem: Carnivora
Hábitos alimentares: Carnívora
Habitat: Rios e Lagos

 

Nome Científico: Myrmecophaga tridactyla.Nome Popular: Tamanduá-bandeira

Classificação Científica:
Nome Científico: Myrmecophaga tridactyla.
Nome Popular: Tamanduá-bandeira
Família: Myrmecophagidae
Hábitos alimentares: Insetívoro

 

Nome científico: Ozotocerus bezoarticusNome Popular: Veado-campeiro

Classificação Científica:
Nome científico: Ozotocerus bezoarticus
Nome Popular: Veado-campeiro
Classe: Mammalia
Família: Cervidae
Ordem: Artiodactyla

 

Nome Cientifico: Crotalus durissus
Nome Cientifico: Crotalus durissus
Nome Popular: Cobra Cascavel
Família: Viperidae
Filo: Chordata
Reino: Animalia
Ordem: Squamata
Classe: Reptilia

Nome Cientifico: Micrurus corallinusNome Popular: Cobra Coral Verdadeira

Classificação Científica:
Nome cientifico: Micrurus corallinus
Nome Popular: Cobra Coral Verdadeira
Família: Elapidae
Ordem: Serpentes
Filo: Chordata
Reino: Animalia
Classe: Reptilia

Além dessas espécies, algumas outras também correm risco de extinção no Cerrado, sendo elas:

Queixada, Lobo-guará, Paca, Jaguatirica, Cateto, Gambá, Onça-parda, Preá, Teiú, Cachorro-do-mato, Calango, Preguiça, Cobra-cipó, Sauá, Jiboia, Guariba,  Cobra-coral falsa, Jararaca, Urutu , dentre outros.

Fonte: http://www.dicasfree.com/animais-do-cerrado-em-extincao/#ixzz3SVobZmLS

MOVIMENTO CHAPADA ZONA LIVRE DE PCHs

Os Cerrados de altitude da Chapada dos Veadeiros vertem as mais altas cabeceiras do Rio Tocantins. Consideradas, portanto, as Caixas d’água do Planalto Central, uma das grandes fontes geradora de água doce do país. É uma região de nascentes prolíferas e importante dispersor de águas da rede hidrográfica brasileira. Razão pela qual o pato-mergulhão (Mergus octosetaceus) encontra águas limpas e cristalinas no Cerrado na Chapada dos Veadeiros. Proteger esses rios e suas matas ripárias é um fator importante para a conservação da biodiversidade do Cerrado na Chapada dos Veadeiros.

Foto de Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

Foto de Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros

A região da Chapada é um grande mosaico de Unidades de Conservação. Abrange o Parque Nacional, a Área de Proteção Ambiental (APA) estadual do Pouso Alto, diversas Reservas Privadas do Patrimônio Natural (RPPN) e alguns Parques Municipais. Também abrange o território de diversas comunidades de kalungas (comunidades quilombolas), sendo por isso, essa área reconhecida como Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga (Lei Complementar do Estado de Goiás 11.409-91). Além disso, é crescente o número de inciativas agroecológicas, associações de agricultura familiar, associações socioambientalistas e assentamentos humanos sustentáveis.
O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é área núcleo da RESBIO Goyáz (Reserva da Biosfera) e Patrimônio Natural Mundial tombado pela UNESCO, seus limites estão dentro da APA do Pouso Alto, declarado pelo estado de Goiás.
A vocação Chapada dos Veadeiros é de conservação ambiental, produção de água, turismo sustentável e busca espiritual pelo contato direto com a natureza. Não é de exploração de energia, mineração e expansão da monocultura em larga escala. Vale ressaltar, que houve um crescimento de aproximadamente 50% de área agrícola cultivada nos últimos anos, o que pode indicar o aumento do uso de agrotóxicos (organoclorados, organofosforados e carbamatos)
A conversão de ambientes de rio (lótico) em lagos/lagoas (lêntico) poderá interferir na sobrevivência de várias espécies, em especial o pato-mergulhão (Mergus octosetaceus) e socó-boi (Tigrisoma fasciatum), duas espécies criticamente ameaçadas de extinção, bem como podem ameaçar e impactar os atrativos turísticos que são os alicerces econômicos da região.
A política nacional energética atual prevê a implantação de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) na região da Chapada dos Veadeiros que trarão impactos irreversíveis a sociobiodiversidade local. Os estudos realizados propõe 22 PCH’s, sendo seis em processo de avaliação e neste momento duas delas em fase de pré-aprovação, uma ao sul da Chapada, no Ribeirão da Brancas, no município de São João d’Aliança e Colinas e outra na região Norte, no rio das Almas, no Território quilombola Kalunga.

São Bento

São Bento

Está em trâmite na ANEEL relatório que apresenta a situação dos processos referentes às fases de estudos e projetos de empreendimentos hidrelétricos no estado de Goiás. Neste, são previstas 1.299 PCHs, sendo 614 aceitas, 519 com eixo disponível e 166 com registros ativos. Conforme o resumo deste relatório se pretende implantar uma PCH na região Sul, no rio Tocantinzinho e seus afluentes (Ribeirão Piçarrão, Ribeirão Corrente e Ribeirão das Brancas), nos municípios de São João d’Aliança e Colina, comu status ACEITO. Na parte Norte pretendem implantar a PCH Santa Mônica, no rio das Almas, no município de Cavalcante, sendo o empreendedor Rialma S/A – Centrais Elétricas Rio das Almas, com status ACEITO.
O Rio Tocantinzinho possui atributos relevantes para a Chapada dos Veadeiros, localizado no limite mais ao Sul desta região, é o maior rio Chapada dos Veadeiros e a maior sub-bacia da Bacia do Alto Tocantins. Entretanto, é o rio mais agredido pela expansão desenfreada da fronteira agrícola. Nesse sentido, é legítima a criação do Parque Nacional do Rio Tocantinzinho, configurado em forma de um parque linear (acompanhando o rio). Sua criação é justificada pelo nível de preservação, importância e especialmente pela presença do pato-mergulhão. Ademais apresenta atributos naturais relevantes, tais como imensas piscinas naturais, corredeiras encaixadas em forma de cânions (bocaínas), e considerado um dos rios mais mais bonitos para atividades de canoagem e rafting do país. Sendo um verdadeiro monumento da natureza, e que deveria virar patrimônio da humanidade, por ser de suma importância (aguardando um dia ser creditado assim pela UNESCO). É um intenso corredor faunístico da região Sul da Chapada e apresenta áreas florestadas em excelente estado de conservação.
Isto posto, pedimos a suspensão imediata dos processos de instalação das PCHs no Território da Cidadania da Chapada dos Veadeiros, em todos os municípios abrangido por ela. Entendemos que a região da Chapada dos Veadeiros do Planalto Central é uma área de incidência solar intensa e com alto potencial de implantação de energias alternativas (solar, eólica, biomassa e outras), onde deverão ser elaborados estudos de impacto, viabilidade, de forma a descentralizar e diversificar a matriz energética. A vocação e a base econômica desta região é o turismo sustentável. Vale lembrar que nesse ano de 2014 durante a seca do mês de novembro tivemos bairros inteiros na cidade de Alto Paraíso de Goiás (Novo Horizonte, Cidade Alta, Paraisinho, Estância Paraíso) que ficaram sem abastecimento de água. Isso mostra a fragilidade das nossas bacias hidrográficas e da capacidade delas em captar água em recarregar seu estoque aquífero. O agronegócio com o seu desmatamento de grandes áreas de cerrado para a plantações de soja é uma realidade que já chegou na Chapada e tem contribuído para a diminuição das águas com a instalação de pivôs e possível contaminação por agrotóxicos (pulverização aéreas já é um fato).
Em face da crescente pressão humana sobre o meio ambiente, há que se buscar viver em comunidades sustentáveis, onde a prosperidade requer políticas e comportamentos que mantenham as populações humanas e o desenvolvimento territorial (uso solo, gestão de recursos naturais, proteção ambiental) em harmonia com as paisagens. Isso tudo baseado em uma nova ética ambiental, constituída por seres vivos com direito à existência independente de seu valor de uso, na percepção que os recursos são finitos, na busca por soluções adaptadas a cada situação e finalmente, em estruturas democráticas de participação social.

FELIZ ANO NOVO CERRADEIROS

O ciclo continua, final de ano, votos de felicidades. Expectativas, lamentações…opa, é preciso manter acessa a chama e o desejo de sonhar.

painel de flores do cerrado 4

Arquivo painel de flores do cerrado

Não tenha receio em saber que mudou de opinião em relação aos anos anteriores, precisamos, repensar nossos atos.  recusar determinado modo de  agir,  reduzir a intensidade de uso de produtos e serviços, reutilizar algo que nos permite ser útil, e ainda reciclar agregar um valor diferente ao produto ou serviço do que foi criado. Tive a oportunidade e o orgulho de trabalhar no meio ambiente amazônico e, desde 1998, estou no planalto central, coração do cerrado. Bioma extraordinário que paga um preço altíssimo pelo consequente avanço na exploração da fronteira agrícola estabelecida em sua área. Não sou contrário à produção agrícola, não compactuo e não aceito o desordenamento das atividades sem o respeito aos limiares da lei do homem e, principalmente, da natureza. Avante, mas um ano do blog cerradania, em que compartilhamos noticias boas, ruins, alegres , tristes, enfim, espero que tenham gostado e continuem conosco… Foi bom, muito bom a experiência de compartilhar informação, sem a pretensão de ensinar, ser educação ambiental, porem, inserindo um pouco do que todos conhecem  que a cidadania.  compactuar no cerrado a Cerradania. Foram muitos assuntos, e conseguimos neste ano de 2014: 3.478. Obrigado á todos os seguidores e eventuais colaboradores. Dentre tantos assuntos, relembrem dos: Conheça um pouco do Baru,   Meio ambiente e riquezas naturais disputam com esporte e cultura o orgulho do brasileiro Frutas nativas comercializadas no Brasil, um tiquinho de Ceciliaum tiquinho de Cecilia Flor do pau santoVale a pena conhecer o Memorial do Cerrado, Prorrogação de prazo para fechamento de lixõesGovernador revoga portaria que permitia garimpo em reserva de MT,  Serra do Cipó é reaberto ao públicoAmeaças silenciosas aos polinizadores,   Protocolo para restauração de matas riparias no cerrado,  Geraizeiros Felizes, Cerradeiros tambem e Brasilianos comemoram,   A prática da Educação AmbientalEncontro da Rede Agrobiodiversidade do Semiárido Mineiro,   E agora, Joséserviços ambientais,   Influencia das áreas naturais para a manutenção do ciclo das aguas,  Especie bandeira do cerrado,   Sera que vai chover,  Ibama/MT produz documento sobre o defeso da piracema no estado,   Diversidade de produtos extrativistas de comunidades do Cerrado na Feira no CCBB em Brasilia,   Singela homenagem ao nosso cerrado,  Frutas típicas do cerrado brasileiro ganham espaço em Palestina, SP,  A preservação do Cerrado e as limitações impostas pela Constituição do Brasil.,   Cerrado: Uma Janela para o PlanetaPinturas rupestres no Cerrado: “entre as mais exuberantes do mundo”  Ilha das Flores não é ficção: vivemos essa realidadeParque Estadual do CristalinoAbraço de tamanduá mataEncontro de CERRADANIA,   Cagaita ajuda centenas de famílias a aumentarem a rendaMascote da Copa, tatu-bola poderá ser extinto em 50 anos

 Pra finalizar algumas afirmações, que valem a pena ser repetidas…

Quando a última árvore cair, derrubada; quando o último rio for envenenado; quando o último peixe for pescado, só então nos daremos conta de que dinheiro é coisa que não se come. Só jogue no rio o que o peixe pode comer. Feliz ano novo

Central do Cerrado – Produtos Ecossociais

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Rede MAIS Vida no Cerrado

O berço das águas corre perigo

biomas do cerrado

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WWF - Conservation news & stories

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ISPN

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Cerratinga

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Museu Virtual de Ciência e Tecnologia - Cerrado

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Day by Day the Farm Girl Way...

Simple life on a little piece of land.

Cerradania

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Maravilhas do Cerrado

"O uso da fotografia e cultura digital para fomento da educação ambiental"

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