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Bromélias no cerrado

BROMÉLIA / GRAVATÁ. (PÓS-FOGO).
Trabalhos taxonômicos com os Cactos, Bromeliáceas, quase sempre são plantas que dividem os mesmos habitat.
Bromélias do Cerrado, onde nos seus diferentes ecossistemas vivem centenas de espécies endêmicas.
Durante esses anos, a regra é a destruição de vários habitat dessa família no Bioma Cerrado e, com o desmatamento indiscriminado, uma prática incontrolável e em acelerado avanço, é certo que dezenas de espécies já foram extintas e outras correm também risco iminente.

Abacaxi-de-tingir Abacaxi de tingir (Aechmea bromeliifolia)
(Aechmea bromeliifolia) Bromeliaceae
Bromélia típica da Mata Atlântica. Folhas rígidas e encartuchadas.
Inflorescência em forma de espiga, na extremidade de uma haste
ereta. Brácteas vermelhas ou róseas.Fornece uma tinta amarela,
empregada em tinturaria.

Cravo-do-mato (Tillandsia Geminiflora)
Bromeliaceae
Planta nativa do Brasil. Folhas maleáveis. Inflorescência em
racemo heterotético globosa, densa. Brácteas primárias verdes
vinosa. Brácteas florais triangulares. Ocorre na Caatinga, Cerrado
e Mata Atlântica. É exclusivamente epífita.
Bromélia-zebra (Aechmea chantinii) (2)
Bromélia vaso prateado
(Aechmea fasciata)
Bromeliaceae
Bromélia de porte médio. Folhas rígidas, com espinhos na borda,
dispostas de forma roseta. Inflorescência formada por pequeninas
flores azuladas e brácteas cor-de-rosa. Os exemplares típicos
apresentam faixas transversais claras em suas folhas.

No Cerrado, as Bromélias remanescentes do desmatamento e do fogo, são sistematicamente destruídas pelos agricultores que não suportam seus espinhos e assim, várias espécies desconhecidas pela ciência, estão sendo extintas antes mesmo de serem conhecidas
BROMÉLIAS (bromeliad)
Plantas tropicais de grande popularidade e muito usadas em decoração de jardins.
Não são plantas parasitas, são epífitas (se apoiam em outro vegetal para sobreviver).
Também podem ser terrestres ou rupícolas.
Suas inflorescências são compostas por lindas brácteas coloridas.

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O fogo e o cerrado

Um tema muito controverso, mas que temos que debater. Antes de mais nada, atente muito bem o leitor para o fato de que vamos tratar dos efeitos do fogo sobre o cerrado nativo, não sobre aquelas áreas em que ele é derrubado, destruído em sua vegetação e sua fauna,para a implantação de agricultura ou pecuária em pastagens cultivadas. Neste caso a situação é muito diversa, os efeitos por vezes totalmente opostos.
Intencionalmente deixamos para discutir por último este fator, de extraordinária importância para o Bioma do Cerrado, seja pelos múltiplos e diversificados efeitos ecológicos que exerce, seja por ser ele uma excelente ferramenta para o manejo de áreas de Cerrado, com objetivos conservacionistas. “Mas”… o leitor diria intrigado: “como conservar, ateando fogo ao Cerrado?”. A resposta é simples: proteção total e absoluta contra o fogo no Cerrado é uma utopia, é extremamente difícil. O acúmulo anual de biomassa seca, de palha, acaba criando condições tão favoráveis à queima que qualquer descuido com o uso do fogo, ou a queda de raios no início da estação chuvosa, acabam por produzir incêndios tremendamente desastrosos para o ecossistema como um todo, impossíveis de serem controlados pelo homem. Neste caso é preferível prevenir tais incêndios, realizando queimadas programadas, em áreas limitadas e sucessivas, cujos efeitos poderão ser até mesmo benéficos. Tudo depende de sabermos manejar o fogo adeqüadamente, levando em conta uma série de fatores, como os objetivos do manejo, a direção do vento, as condições de umidade e temperatura do ar, a umidade da palha combustível e do solo, a época do ano, a freqüência das queimadas etc. É assim que se faz em outros biomas savânicos, semelhantes aos nossos Cerrados, de países como África do Sul, Austrália, onde a cultura ecológica é mais científica e menos emocional do que a nossa.
Grandes incêndios certamente ocorriam, só que não eram desastrosos. Não existiam cêrcas de arame farpado prendendo os animais. Eles podiam fugir livremente do fogo, para as regiões vizinhas. Por outro lado, áreas eventualmente dizimadas pelo fogo podiam ser repovoadas pelas populações adjacentes.Cerrado queimado Hoje é diferente. Além das cêrcas, a vizinhança de um Parque Nacional ou qualquer outra unidade de conservação, é formada por fazendas, onde a vegetação e a fauna natural já não mais existem. O Parque Nacional das Emas, no sudoeste de Goiás, por exemplo, é uma verdadeira ilha de Cerrado, em meio a um mar de soja. Se a sua fauna for dizimada por grandes incêndios, ele não terá como ser naturalmente repovoado, uma vez que essa fauna já não mais existe nas vizinhanças. Manejar o fogo em unidades de conservação como esta é uma necessidade urgente, sob pena de vermos perdida grande parte de sua biodiversidade.

reportagem
http://planetasustentavel.abril.com.br/noticia/ambiente/desmatamento-cerrado-diminuicao-taxa-anual-639891.shtml

Serra do Cipó é reaberto ao público

 

O Parque Nacional da Serra do Cipó (MG) foi reaberto ao público nesta sexta-feira (31), após ficar 18 dias fechado devido a um incêndio que destruiu 15 mil hectares da Unidade de Conservação (UC).

Cachoeira da farofa – serra do Cipó

Para receber novamente os turistas, os servidores do Parque fizeram a desmobilização das equipes que combateram as queimadas e avaliaram os danos causados à biodiversidade do local.

“Ao todo, 20% da vegetação do Parque foi destruída, mas os turistas podem aproveitar trilhas, cachoeiras e conhecer as nossas duas principais atrações, o Cânion da Banderinha e a Cachoeira da Farofa, que não foram afetados”, explicou Flavio Lucio Braga Cerezo, chefe da UC.

 

Fogo na Serra do Cipó.

O incêndio começou no dia 10 de outubro nas proximidades do entroncamento do Morro do Pilar (rodovia MG-010), se alastrou pela região e adentrou o Parque três dias depois.

Ao todo, foram consumidos pelas chamas cerca de 7,5 mil hectares do Parque Nacional da Serra do Cipó e outros 7,3 mil hectares na Área de Proteção Ambiental (APA) Morro da Pedreira, que fica no entorno do Parque.

Durante dez dias, 86 brigadistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e do Ibama contaram com apoio de 25 bombeiros civis e 30 voluntários para conter o incêndio. Na noite do dia 20 de outubro o fogo já estava sob controle e a forte chuva que caiu na região extinguiu o que sobrou das chamas.

Parque Nacional da Serra do Cipó

Criado em 1984, o Parque Nacional da Serra do Cipó (MG) abrange os municípios de Jaboticatubas, Santana do Riacho, Morro do Pilar e Itambé do Mato Dentro, com uma área total de 33.800 hectares.

A unidade protege diversas espécies da flora e da fauna brasileiras ameaçadas de extinção, constituindo um ambiente singular que há décadas encanta viajantes, turistas e moradores.

Com altitudes que variam entre 700 e 1.670 metros, a Serra do Cipó localiza-se na porção sul da Serra do Espinhaço, importante divisor de duas grandes bacias hidrográficas brasileiras: a do São Francisco e a do Rio Doce.

A topografia acidentada e a grande quantidade de nascentes formam diversos rios, cachoeiras, cânions e cavernas de exuberante beleza. A diversidade natural do Parque fica evidente em sua flora – uma das mais variadas do planeta, com mais de 1.700 espécies registradas – e riquíssima fauna, com destaque para os insetos, anfíbios, pássaros, mamíferos e répteis.

Fonte:
Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade

Central do Cerrado – Produtos Ecossociais

Citizenship actions in the Cerrado biome

Rede MAIS Vida no Cerrado

O berço das águas corre perigo

biomas do cerrado

Citizenship actions in the Cerrado biome

WWF - Latest

Citizenship actions in the Cerrado biome

ISPN – Instituto Sociedade, População e Natureza

Citizenship actions in the Cerrado biome

Cerratinga

Citizenship actions in the Cerrado biome

Rede Cerrado

Citizenship actions in the Cerrado biome

Citizenship actions in the Cerrado biome

Museu do Cerrado

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Simple life on a little piece of land.

Cerradania

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